De novo



Imagino que a Seleção Brasileira masculina não conseguirá ter uma noite tranquila de sono no Japão.

Mais um encontro com a Rússia, outra derrota de virada e aquela sensação de estar vivendo o mesmo pesadelo de outros recentes duelos.

Talvez esse 3 a 2, após abrir 2 a 0, seja um pouco menos dolorido para o Brasil, já que amanhã uma vitória sobre a Itália garantirá o título da Copa dos Campeões. E todos os campeões farão questão de dizer que o revés foi pontual e o mais importante objetivo foi conquistado. Discurso padrão, eu sei. E não recrimino. Porém, é inegável que as seguidas derrotas para os russos incomodam. E podem criar traumas.

Atualmente, os jogos contra eles carregam um peso psicológico maior. Algo que já vimos no feminino contra Gamova & Cia. Por mais que as atletas se esforçassem em dizer que não, cada jogo com a Rússia trazia uma bagagem dos resultados anteriores e nem sempre essa “raiva acumulada” faz bem. Os duelos descambam para a provocação, muitas vezes parecem confrontos de A, B ou C contra Spiridonov, por exemplo, um símbolo deste novo time russo que vem incomodando muito o Brasil.

Neste caso, somente uma reviravolta neste atual retrospecto, com vitórias em sequência da Seleção em outros confrontos importantes contra a Rússia, vai mudar o cenário. E evitando assim que uma palavrinha chata, quando é utilizada a favor dos rivais, vire sinônimo do confronto. Alguém sabe como se escreve freguesia em russo?

 



  • Luiz

    Gente, a geração da Russia é ótima. Temos que reconhecer. E eu disse isso há um tempão. Os levantadores são maravilhosos (até mesmo o Buscko, que não tem sido mais convocado), e eu sei que quanto mais velho, melhor fica o levantador, mas acho que o Grankin evoluiu mais de pressa que o Bruno. E o Lucão que seria o GRANDE nome do Brasil, até agora não disse NADA internacionalmente – O Muserskiy evoluiu mais de pressa também. E vamos falar da dança das cadeiras dos ponteiros Russos, desde a Liga Mundial de 2011 foram mais de seis ponteiros e TODOS deram conta. É uma grande geração. E resta o Brasil torcer por um dia ruim deles, ou esperar o tempo passar, como passou para Giba, Ricardinho, André nascimento e cia.

    • Virginio

      Rússia campeã moral? Ótimo. O time do Brasil prefere ser campeão de fato. A Rússia teve a oportunidade de ser campeã de fato, mas perdeu 2 sets para o Brasil.

  • Afonso RJ

    Freguesia em russo? Pergunte para o time russso feminino. Elas devem saber como é :)…

    • B oa resposta! Valeu!

    • Bil

      Excelente resposta, boa mesmo, elas sabem com certeza, as russas….:-)

  • Luciano

    Faço uma analogia entre o Feminino semana passada e o Masculino agora. Com a mesma Rússia. O time Russo feminino está engasgado com a derrota na olimpíada de Londres e o Brasil tranquilo; portanto o time russo foi para a copa dos campeões pensando no Brasil e se deu mal, pois a tranquilidade da seleção e a superioridade falou mais alto.
    Por outro lado o masculino foi pensando no jogo contra a Rússia e esqueceu mais uma vez que o jogo vai até 25 pontos e 5 sets, e a tranquilidade da seleção masculina russa é visível em detrimento a brasileira. O Bruno é o stress em pessoa nestes confrontos, muitas vezes deixando de ver o jogo como um todo e se deixando levar pela rivalidade.
    Talvez a chave para se ganhar da Rússia e de outras seleções pelo mundo seja formar um grupo coeso, sem pressão e fazer valer o excelente voleibol que temos aqui, deixar de lado essas provocações que vimos hj muito mais por parte dos brasileiros do que o contrário e com certeza banco capaz de mudar umas situações de jogo ruim.
    O título pode vir, mais não fácil e com gostinho de que contra a Rússia não ganhamos.

  • OBSERVACOES

    Minhas observações:

    1) Brasil não tem banco e Rússia tem;

    2) O que o Sidão está fazendo na seleção? Se ele acerta o primeiro saque, erra o segundo. Na maioria das vezes erra o primeiro saque;

    3) Lucão não sabe bloquear e some nos momentos decisivos. Hoje ele teve um rendimento excepcional no saque, principalmente no 2º set;

    4) Sidão e Lucão não conseguem bloquear o Muserski. Ele não tomou um bloqueio hoje. Bernardinho tem que entender que precisa convocar o central Gustavão de 2,15 para a seleção e testá-lo, principalmente nos jogos contra os russos;

    5) Bernardinho não tira o Bruninho de jeito nenhum. Bruninho é um grande levantador, mas é um levantador de bolas de meio, não tem precisão nas bolas das extremidades e não imprimi velocidade na seleção. Hoje, Bernardinho tinha que tirá-lo no 3º set e não fez isso.

    6) Lucarelli “pipoca” nas horas que o bicho pega e não é de hoje. Wallace era assim, mais parece que está melhorando neste aspecto;

    7) Mário Jr. é um grande defensor, mais é fraco no passe. Será que o Bernardinho não precisa usar 2 líberos por jogo? Um para passar e o outro para defender?

  • bernardo

    O problema que vejo nesta seleção é justamente o psicológico, como acontecia contra a Russia no feminino. Quando aconteceu a primeira vitória tudo mudou e hoje a seleção feminina sabe bem lidar com a pressão e focar somente no jogo. O masculino acaba se perdendo na rivalidade criada recentemente.

  • Aline

    “VEXAME”!!!: Brasil confirma a condição de FREGUEZAÇO e perde de virada para os “RESERVAS DA RÚSSIA”!!!
    Existe coisa mais frustrante que perder um jogo de virada quando se abre 2×0? Sim existe: perder de virada para um time que veio do banco.
    A sensação de perder depois de estar vencendo por 2×0 é horrível, o Brasil repetiu o mesmo sentimento de Londres.
    Mais um nó tático do técnico russo Voronkov, que a partir do terceiro set foi corajoso e ousado pra por 4 reservas para jogar, deixando em quadra somente o central carrasco Muserskiy e o passador Ilinykh do time titular. A girafa russa adora assumir o papel de carrasco brasileiro. Os até então titulares TINTIN, GRANKIN, APALIKOV e MIKHAYLOV foram pro banco e assistiram à virada de lá.
    O gigante técnico VORONKOV novamente roubou a cena e brilhou no meio dos brasileiros debochados.
    Mas, por quê o Brasil perdeu se estava dominando o jogo? Simples, faltou sobretudo SERIEDADE e sobraram CARAS E BOCAS!!!
    Quantas vezes os brasileiros tem que aprender que “O JOGO SÓ ACABA QUANDO TERMINA”, ainda mais contra a Rússia???
    Os mais nojentos são sem dúvidas BRUNINHO, SIDÃO e MÁRIO Jr., não sei se fizeram curso de teatro ou de circo, porque ficam de palhaçada fazendo muitas caras e bocas.
    Se isso é critério para estar na seleção poderiam convocar a Karine para fazer essas caras e bocas também!!!
    Será que deu para ficar bem claro que a Russia joga voleibol e não está nem um pouco incomodada com as caretas dos CARICATOS???
    Senti falta da MATURIDADE e SERIEDADE do WILLIAM em quadra, o melhor levantador brasileiro em atividade.
    O “EL MAGO” mostrou a esse mesmo técnico russo VORONKOV, na final do CAMPEONATO MUNDIAL DE CLUBES, que com SERIEDADE, TALENTO, DETERMINAÇÃO e muita CONCENTRAÇÃO dá pra vencer. WILLIAM joga mais com a cabeça e menos com a emoção, WILLIAM também não tem os vícios que todos nós sabemos que o Bruno tem e que acabam fazendo diferença na hora da pressão russa.
    SIDÃO fez uma partida PÍFIA, beirando ao ridículo, pois marcou mais pontos para a RÚSSIA que para o BRASIL. Para o Brasil SIDÃO fez 10 pontos: 7 de ataque, 2 de bloqueio e 1 de saque, e cedeu para a RÚSSIA 13 PONTOS EM ERROS, sendo que só de saque foram 6 erros!!! Portanto SIDÃO fez 3 pontos a mais para RÚSSIA que para o BRASIL terminando com saldo NEGATIVO (10 – 13 = -3)!!!
    O grande problema são os erros não forçados do SIDÃO, que são os 6 pontos dados de presente para Rússia no saque. O Saque é só vc e a bola, não tem interferência de nenhum outro jogador no lance, portanto o erro é totalmente SEU! Como pode errar tanto? Vai sacar desconcentrado ou o quê?
    Mário Jr. deveria ser mais humilde, ele tá achando que já chegou no nível de um Serginho? Não mesmo! Ele deveria se concentrar mais nesse passe. Ou então, vamos trazer a Fabi ou a Brait pra jogar na seleção masculina, pq Mário Jr. não está no nível das duas, mas tá se achando “O CARA”.
    Acho que a derrota foi dolorida demais para nós torcedores, pois era um jogo que dava pra vencer por 3×0 e o Brasil já sair Campeão do Torneio com uma rodada de antecedência, mas infelizmente tenho que reconhecer que o Brasil mereceu perder por sua postura arrogante, do já ganhou, dentro de quadra.
    Amanhã, na final contra a ITÁLIA, vai ser dureza, a nova dupla de ponteiros italianos LANZA e KOVAR, que substituiram PARODI e SAVANI estão fazendo uma linha de passe muito boa junto com o também novato líbero ROSSINI. O oposto-poteiro ZAYTSEV é outro que ajuda muito no fundo de quadra, no setor defensivo. O capitão italiano, o central BIRARELLI, se encontra numa fase melhor que SIDÃO e LUCÃO.
    Se o Brasil repetir a postura que teve contra a Rússia, perderá para a Itália também.

    • Pedro

      Fico imaginando as tais caras e bocas dos citados quando lerem missiva tão, por assim dizer, profunda. A tática de formar um senhor banco, se a digníssima desconhece, foi usada e abusada pelo Bernardo ao longo da década anterior. O “gigante” Voronkov (cai na gargalhada) foi aluno aplicadinho. Pavlov começou como titular e não Mikhaylov. Saiu no jogo contra a Itália por razões óbvias, voltou ao jogo contra o Brasil, por razões igualmente óbvias. Como diz o Zé Roberto: se não vira, vai para o banco. Eu, amador, já saquei uma coisa que o “gigante” Voronkov, o tal corajoso e ousado do “nó tático” ( E dá-lhe Voloch… ) parece não enxergar: com o Brasil Pavlov rende muito mais que Mikhaylov na saída. No desespero de xingar gregos e troianos, faltou observar o ponto crucial e o maior desafio do Bernardo neste ciclo: ainda é uma grande seleção, mas sem a abundância de talentos, em especial de ponteiros-passadores, que ele dispunha nos ciclos anteriores e o próprio já fez essa observação. Em um ponto concordamos, o William, apesar da estatura, poderia estar na seleção. Mas essa tomada de decisão não me pertence.

  • Caco

    Não acho que o problema seja psicológico e penso até que essa é uma leitura superficial dos confrontos.
    Comparando o jogo de hoje com a final olímpica, onde também levamos uma virada após estarmos vencendo por 2X0, é visível, na minha opinião, que a comissão técnica brasileira está redondamente enganada, com relação a algumas das suas recomendações aos jogadores.
    A primeira delas é o float serve. Estávamos muito bem em Londres até o momento em que Alekno passa Mikhaylov para a ponta e Muserskiy para a posição de oposto.
    Fazíamos uma partida impecável até então em todos os fundamentos, principalmente no saque.
    Por ter o costume de jogar de oposto, o staff brasileiro fez a opção de mudar o saque viagem para um saque direcionado para o Mikhaylov. O nosso saque simplesmente não entrou e a Rússia cresceu no jogo, inclusive no seu saque.
    Lembro-me que, na transmissão da Record, o craque da geração de ouro, nosso grande levantador Maurício, se mostrava tão inconformado quanto eu, e dizia que o Brasil deveria voltar para o saque viagem. Quando decidimos voltar, já era tarde. Os russos estavam confiantes e nós não estávamos mais e o jogo terminou como hoje.
    Essa é uma característica dos russos. Já vi várias dessas viradas de 2X0 para 3X2 no campeonato deles. Começam com um ritmo mais leve, mas se você parar de pressioná-los no terceiro set, eles crescem e aí fica muito difícil segurá-los de novo.
    De outro lado, entre as principais ligas de vôlei do mundo, a Superliga é umas das competições com o pior rendimento nesse fundamento, devido à excessiva quantidade de erros de saque. O próprio Bernardinho já afirmou isso.
    Por isso, acho extremamente precipitado mudar do saque viagem para o flutuante se o viagem está entrando tão bem. Os nossos jogadores perdem fácil a concentração neste fundamento e depois não conseguem voltar com o mesmo ímpeto que precisam para bater um time como a Rússia, que é o melhor do mundo atualmente e com uma excelente geração de novos.
    Os russos já foram muito limitados na recepção. Porém, esses novos jogadores, se não são os melhores neste fundamento, também não prejudicam. Somente um flutuante de alto nível pode quebrá-la e os nossos jogadores não tem um flutuante de alto nível com raríssimas excessões.
    Na final olímpica, tínhamos a desculpa de que o nosso banco estava limitado fisicamente. O jogo de hoje mostrou que não foi a parte física mas a estratégica que falhou. Essa mudança do viagem para o flutuante estragou o nosso jogo de novo e o técnico russo foi muito feliz nas suas intervenções.
    Acho que, tanto em Londres como hoje, a nossa comissão técnica fez um ótimo trabalho no estudo do adversário, naquele estudo pré-jogo. Os nossos jogadores estavam muito bem posicionados e focados no que tinham que fazer. No entanto, a comissão russa foi melhor do que a nossa durante o jogo com ótimas alterações pontuais que mudaram o rumo da partida.
    A inversão no terceiro set também falhou. Parabéns para o Voronkov e azar o nosso!

  • Jairo(RJ)

    A Rússia só fez o que esperava, ou seja deixar o Brasil se perder em quadra quando colocou uma pouco mais de pressão. Os russos tem banco e já marcaram as jogadas do Brasil.

    Se alguém aí fosse o Bernardo, teria coragem de:
    1) Deixar o Bruno fora de uma competição, colocando outros levantadores para jogar?
    2) Deixaria o Bruno fora pelo menos uma partida?

  • Aline

    Já que a Tássia não foi aproveitada na seleção feminina, que tal ela substituir o Mário Jr. na masculina hein? Pelo menos ela passa melhor que ele…
    Mesmo que a seleção masculina conquiste o título amanhã vencendo a Itália na final, não vai ter graça, pois mais uma vez, a quarta consecutiva, o Brasil dá mole contra a Rússia.
    O problema não é a derrota em si, mas pra quem perdeu(Rússia) e como perdeu: um jogo praticamente ganho 2×0, no qual se tomou a virada por falta de seriedade, concentração etc… e excesso de caretas, firulas e erros imbecis.

    Enquanto isso… A família Pavão está em festa, 2013 entrará para história.
    Em sua volta triunfante à Uberlândia, as irmãs Pavão, Monique e Michelle, conquistaram seu SEXTO título na temporada atropelando o MINAS na final do Campeonato Mineiro por 3×0.
    Ascensão meteórica e uma coleção de títulos, podendo fechar 2013 com 7 títulos já que o PRAIA CLUBE representará o BRASIL no torneio “Top Volley International” na Basileia, Suíça.
    Convocadas pela primeira vez para a seleção adulta em 2013, estão na melhor fase da carreira com a conquista de 6 torneios seguidos: Montreaux, Alassio, Grand Prix, Sul-Americano e Campeonato Mineiro.
    Queridinhas da torcida do BANANA BOAT/PRAIA CLUB, Monique e Michelle foram recebidas com muito carinho para a disputa da final do Mineiro, após estarem servindo à seleção.
    Monique, em recente entrevista, declarou amor ao clube: “- Adoro o Praia Clube e sou feliz demais por poder fazer parte do projeto mais uma vez. Quero representar muito bem esse ano e destaco, em especial, a torcida, que vai aos jogos, agita e faz do nosso ginásio um caldeirão”.

  • daniel

    É assustador. Impressiona o rodízio interminável de excelentes ponteiros. A Rússia se tornou um time de chegada, que intimida. A cada decisão, personagens marcantes surgem. São os donos do voleibol no momento. Quanto a Dmitriy Muserskiy, não há o que falar desse monstro.

    • Luiz

      É essa a parada. Os ponteiros russos são demais. O Spiridonov pra mim – com toda sua loucura – é o melhor passador entre eles. Ela passa bolas na altura do peito de manchete. Algo que nunca via na vida. Ele dá uma passo pra trás com uma velocidade impressionante. É muito difícil fazer isto. Pena que ele é doidinho.

      • Murexide

        Luiz, me desculpe, mas você não tem visto os mesmos jogos que eu. Spiridonov é o maior erro da seleção russa (não à toa, frequentemente é substituído nos jogos em que começa como titular e termina as partidas no banco), estando MUITO abaixo dos outros ponteiros. É muito irregular no passe e pouco efetivo no ataque, quase sempre encarando o bloqueio. Sem contar seu bloqueio, que pouco ajuda, e a conhecida instabilidade mental… só contribui com as caras e bocas mesmo. Acho que ele não vai se firmar nesse ciclo olímpico, já que a Rússia tem ponteiros muito superiores.

  • Lilika

    Bom, que os russos estão deixando de ser somente girafas e jogando de modo mais versatil, digamos assim, não é de hoje…aí juntando um time brasileiro que mais ajuda a Russia do que a si proprio…que chato….não querendo ser repetitiva mas Bruno é muito teimoso, um pouco pior que Bernando…enfim, vamos em frente.

  • Santos

    приход (Google Tradutor)

  • Luiz

    Foi lastimável ver a entrevista dos jogadores brasileiros hoje no Globo Esporte Rio de Janeiro. Wallace dizendo que hoje quando forem campeões vai rir da cara dos russos – acredito eu que no momento da premiação. O Brasil vai vencer sim, até porque a Itália é presa fácil, mas eu acho que os Russos não estão ligando muito pra isso. O trabalho deles de continuar botando medo no Brasil foi bem feito.

    Hoje, durante o jogo, eu fiquei comparando jogador a jogador com a seleção da década passada. E vamos falar a verdade: a seleção não tem NINGUÉM espetacular. Talvez, o Wallace equilibre um pouco com o André Nascimento. E só.

    • Virginio

      Os russos não se importam de ficar em 2 lugar? Que ótimo! Daqui em diante se para ser campeão de torneios o Brasil precisa perder para a Rússia, que assim seja.

      • Luiz

        Eu digo, neste torneiro em particular. É só ver a maneira como eles iniciaram o campeonato. Você realmente acha que eles vão estar tristes no momento da premiação? Acredito que não. Eles sabem que são melhores no momento.

        • Virginio

          Você tem razão, os russos não ficaram tristes com o 2 lugar. É bom mesmo eles começarem a se acostumar. BRASIL TETRA CAMPEÃO !!!!

          • Luiz

            Pontos corridos? Todos sabemos que é o verdadeiro campeão. Pelo menos, o campeão moral hahahah

          • Virginio

            Campeão moral? Não, obrigado. Gostamos de ser campeoes de fato.

  • César Castro

    Nós, latinos que somos, tendemos a ser emotivos demais. Na contramão, vou tentar tecer um comentário desapaixonado.
    Na final olímpica de Londres, acabava o ciclo de maior equipe de voleibol de quadra masculino desde a invenção do esporte.
    Um fenômeno apenas comparável com as mulheres cubanas da década de 90.
    Uma geração que ganhou de tudo e de todos diversas vezes. Conquistou virtualmente tudo o que disputou, deixando um rastro de encanto e triunfo em todas as praças esportivas que frequentou.
    Mas, that’s over baby!
    Como tudo nessa vida, acabou, passou…
    Agora nós somos “mais um” time muito bom, bem treinado e com jogadores talentosos.
    Voltamos a ser humanos de novo. Vamos tentar cair na real e diminuir o drama.
    A Rússia vence porque está mais confiante, encaixa o jogo na hora certa e o banco é mais decisivo.
    Venceram 4 vezes (três tie0breaks [dois com direito a dançar o vira] e um atropelamento), mas tem jogo, tem vôlei.
    E que lindo que nós ainda somos um grande time competitivo. Um time de ponta, cotado pra pódio e candidato a melhor do mundo.
    Quem não tem Giba, caça com Maurício Borges. É o que tem pro almoço.
    E viva a democracia e liberdade de expressão que dão voz a ideia tão embotada quanto a dessa moça Aline que compara o Lokomotiv Novosibirsk com a Seleção Masculina Russa de Voleibol.

    • Pedro

      Assino embaixo.

  • debygoiania

    Navajas disse há uns anos que se a Rússia arrumasse um bom líbero e melhorasse o levantador, seria imbatível. Acertou em cheio.
    Sinto muito, mas enquanto esse Bruno não for limado da seleção, a gente pode esquecer títulos.
    E esse Sidão, nunca vi nada demais, sempre foi mediano. Lucão só decide em clube(e olhe lá).
    Maurício idem. Tirando o Luca(que precisa ser mais regular), pode espremer os ponteiros que não dá um.
    Mário Jr. é uma piada. Evandro provou que não aguenta a pressão russa. Enfim, estamos perdidos.
    Rússia campeã mundial em 2014.

    PS: já observaram as comemorações e olhares do Muserskiy para os outros jogadores(em Londres teve até um quase beijo)?. O que acontece no vestiário russo? Abafa…rs

    • Luiz

      Cara, nada demais. Tem um vídeo do Spiridonov beijando outro cara na boca. Pra eles é mais como brincadeira.

      • debygoiania

        Sei não. Ele é muito afetado pro meu gosto…
        Pedro, ele falou sim do Ricardo e do Escada, mas fez esse comentário que citei a respeito do time russo.

    • Pedro

      O que o Navajas disse foi que se o Ricardinho e o Serginho fossem russos teriam um time imbatível. Convenhamos que há uma certa diferença técnica entre esses dois e seus correspondentes russos.
      O que melhorou no time? Ponteiros excelentes, bom passe e, pasmem, grandes defesas.

      PS: quanto ao PS, passo batido.

  • Marcian

    Algumas palavras: Brasil-masculino não tem jogador de decisão. Diferente do time feminino.

  • Rafael Pais Fernandes

    Bruno deveria ter sido substituído, os ponteiros russos (Zhivozelez, principalmente) foram infinitamente superiores e os centrais brasileiros não bloquearam. Simples assim!

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