De novo



Imagino que a Seleção Brasileira masculina não conseguirá ter uma noite tranquila de sono no Japão.

Mais um encontro com a Rússia, outra derrota de virada e aquela sensação de estar vivendo o mesmo pesadelo de outros recentes duelos.

Talvez esse 3 a 2, após abrir 2 a 0, seja um pouco menos dolorido para o Brasil, já que amanhã uma vitória sobre a Itália garantirá o título da Copa dos Campeões. E todos os campeões farão questão de dizer que o revés foi pontual e o mais importante objetivo foi conquistado. Discurso padrão, eu sei. E não recrimino. Porém, é inegável que as seguidas derrotas para os russos incomodam. E podem criar traumas.

Atualmente, os jogos contra eles carregam um peso psicológico maior. Algo que já vimos no feminino contra Gamova & Cia. Por mais que as atletas se esforçassem em dizer que não, cada jogo com a Rússia trazia uma bagagem dos resultados anteriores e nem sempre essa “raiva acumulada” faz bem. Os duelos descambam para a provocação, muitas vezes parecem confrontos de A, B ou C contra Spiridonov, por exemplo, um símbolo deste novo time russo que vem incomodando muito o Brasil.

Neste caso, somente uma reviravolta neste atual retrospecto, com vitórias em sequência da Seleção em outros confrontos importantes contra a Rússia, vai mudar o cenário. E evitando assim que uma palavrinha chata, quando é utilizada a favor dos rivais, vire sinônimo do confronto. Alguém sabe como se escreve freguesia em russo?

 



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