De favorito a rascunho de time



A expressão usada no título vai gerar reclamações dos torcedores do RJ Vôlei, mas é define bem no que se transformou o atual campeão da Superliga.

Nos últimos dois dias, mais duas baixas esperadas se confirmaram. Leandro Vissotto e Thiago Alves partiram para a Coreia e para a Turquia, respectivamente. Já não haviam jogado no vexame contra o Funvic/Taubaté e eram cartas certas fora do baralho carioca.

Para desespero de Marcelo Fronckowiak e da torcida, não é possível fazer um time competitivo com o que sobrou. Falta levantador, pontas são uma raridade e, por enquanto, sobram centrais e jogadores inexperientes. Se o barca não aumentar, será assim que o RJ terá um turno inteiro pela frente. Provavelmente, para virar saco de pancadas, apesar do esforço que será feito por quem ficou, não tenho dúvida. Uma pena para os fãs do time, uma vergonha para a imagem do vôlei brasileiro.



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