Curtinhas Brasil afora



* A Universidade Federal do Rio de Janeiro acertou sua participação no Campeonato Carioca masculino, após quatro anos de ausência. A instituição acertou parceria com o Clube Monte Líbano, que será sede dos jogos.
O Estadual contará ainda com RJX, Kia Genial/Volta Redonda, Flamengo, Botafogo, Tijuca, Metrô-Rio e Campos. No feminino, apenas quatro participantes por enquanto: Unilever, Macaé, Quissamã e Universo/Monte Sinai. A previsão inicial é de que o Carioca comece no fim de outubro.

* O BMG/Montes Claros anunciou a contratação do líbero Fábio Paes, de 26 anos, que defendeu a equipe na temporada passada. Ele vai substituir Denison, que se desligou do clube.

* Vejo pelo Twitter a reclamação dos atletas do Sada/Cruzeiro contra a empresa aérea Copa Airlines, que transportou o time de volta para o Brasil após a conquista do Torneio de Irvine, nos Estados Unidos, após bela campanha, vencendo Bolívar (ARG) e Toray (JAP), nos jogos mais importantes. Quem viaja de avião sabe que os serviços estão cada vez piores.

* Meus pêsames para a família do coreano Young Wan Sohn, que morreu em seu país de origem. Ele foi o técnico que comandou o Minas Tênis Clube na conquista do tricampeonato brasileiro na década de 80.



  • Carlos E

    Que Sohn descanse em paz. Um grande técnico, muito responsável pelo legado que o Minas Tenis deixa no volei, onde comandou um time que não era favorito, muitas vezes fora de alguns padrões e mesmo assim se tornaram campeões, através da introdução de suas táticas e espírito. Ali ele ajudou crescer uma paixão do mineiro pelo volei que perdura até hoje. Foi um grande nome do voleibol.

  • Afonso (RJ)

    Para quem não lembra, Sohn também esteve à frente da seleção brasileira masculina. Seu trabalho passava pela renovação e pela introdução de um maior profissionalismo, com treinos puxados e concentração. Isso desagradou os “veteranos da geração de prata”, acostumados com moleza e que não queriam sair dos holofotes. O resultado foi um boicote dos veteranos, com um “abaixo assinado” encabeçado pelo Bernard que resultou na sua demissão. Mesmo assim, mais tarde ficou comprovado que Sohn estava correto, quando ganhamos o ouro olímpico com uma seleção renovada (Marcelo Negrão e Tande foram convocados por Sohn), e mais profissional. Partezinha dessa medalha de ouro olímpica devemos a ele, que foi quem iniciou o trabalho e plantou a semente do profissionalismo na seleção.
    Obrigado por tudo, Young Wan Sohn.

  • Carlos E

    Se me permite Daniel, vou deixar o link aqui de uma matéria do Ivan Drummond do Estado de Minas, muito interessante que fala sobre o Sohn, acho que toda lembrança e homenagem é válida.

    http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/volei/2011/10/05/noticia_volei,197880/adeus-ao-mestre.shtml

    • Daniel Bortoletto

      claro. Ivan conheceu o Sohn como poucos

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