Contra o Japão, Brasil mostra seu poder de reação



Segundo jogo, segunda vitória por 3 a 0. A Seleção Brasileira manteve a liderança na fase final do Grand Prix com o triunfo sobre o Japão, dono da casa, nesta manhã, com parciais de 25-21, 25-22 e 25-17. Mas engana-se que pensa que a tranquilidade da estreia com os Estados Unidos reinou mais uma vez.

As japonesas estiveram na frente do placar em boa parte dos dois primeiros sets. Com o tradicional e habitual volume de jogo, as asiáticas transformavam cada ponto do Brasil em uma longa batalha e contavam com alguns erros verde-amarelos (até por impaciência) para se manter no controle da partida. A instabilidade no passe brasileiro também influenciava no resultado.

Mas na reta final dos sets, aquela mesma que não vai mais existir com sets de 21 pontos, a Seleção cresceu, mostrou sua força e virou.

Boa parte do mérito deve ser dado para a jovem ponta Gabi, que fez uma de suas melhores partidas pela Seleção. Foram 19 pontos e elogios de Zé Roberto após o confronto.

– Ela é talentosa e tem a cabeça no lugar. Hoje, ela foi fundamental, principalmente nos momentos decisivos.

Justiça seja feita também à entrada de Sheilla no fim do primeiro set, ajudando no saque e no ataque a construir a virada.

O resultado deixa o Brasil numa situação interessante. A China perdeu um ponto na vitória por 3 a 2 sobre a Itália. E as americanas acumularam a segunda derrota, desta vez para a Sérvia. Assim, a Seleção soma seis pontos, um a mais do que as chinesas. Japonesas e sérvias têm três, as italianas apenas um, enquanto as americanas seguem sem pontuar.



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