Como seria a primeira edição da “Libertadores” do vôlei



O site argentino Voley Plus divulgou novos detalhes da primeira edição da Liga Sul-Americana masculina, uma competição para substituir o atual Campeonato Sul-Americano a partir desta temporada.

Segundo a reportagem, os oito participantes seriam divididos em dois grupos: UPCN (ARG), Funvic/Taubaté, Sesi e um segundo time argentino a ser escolhido (o Lomas, que teria direito a participar, deixou de existir). No outro, Sada/Cruzeiro, Sesc, Bolívar (ARG) e Ciudad Vóley (ARG). Originalmente são os quatro primeiros de cada liga nacional.

Já o sistema de disputas inclui algumas regras pouco tradicionais. Por exemplo: caso os dois primeiros colocados de cada grupo sejam do mesmo país, o regulamento prevê que o time com pior campanha entre os quatro seja substituído por um adversário do país vizinho nas semifinais.

Os clubes também decidiram, na primeira edição, que haverá dentro de cada grupo apenas um confronto entre os rivais do mesmo país. Já os duelos Brasil x Argentina acontecerão em partidas de ida e volta, uma como local e outra como visitante. Neste esquema, cada clube fará cinco jogos na primeira fase. Pelo calendário, as datas reservadas são final de novembro, dezembro e janeiro.

Inauguração do novo ginásio de Suzano. Local pode receber finais da primeira Liga Sul-Americana (Divulgação)

Já as finais seriam disputadas em uma sede única. Suzano, que acaba de inaugurar um novo ginásio, seria a favorita para receber a primeira edição, em fevereiro de 2019.

Falta agora a homologação da Confederação Sul-Americana para a Liga ser oficializada e incluída no calendário. Existe ainda a promessa de a segunda edição, em 2020, incluir participantes de outros países do continente. Assim teria muito mais cara de Libertadores da América.

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