Como ficará a Arena da Baixada para as finais da Liga



Federação Internacional de Vôlei (FIVB), Confederação Brasileira (CBV) e Atlético Paranaense definiram o projeto de transformação da Arena da Baixada para receber as finais da Liga Mundial, em julho. Veja com exclusividade a imagem.

O modelo escolhido para as finais da Liga (Reprodução)

O modelo escolhido para as finais da Liga Mundial (Reprodução)

Uma das principais novidades será a presença de torcedores ao redor da quadra. Como é possível ver na imagem acima, o espaço vai deixar os espectadores muito próximos dos jogadores. Para não atrapalhar a visibilidade dos demais torcedores nas arquibancadas, não haverá venda de ingresso para o primeiro nível. Reparem nas letras FIVB que circundam a quadra. Elas estão exatamente no nível das cadeiras que não serão ocupadas.

– O torcedor não vai entrar na Arena pelo nível do campo. Isso permitirá a visibilidade da quadra sem comprometimentos. É um evento para marcar época – diz Luiz Volpato, arquiteto e diretor de projetos do Atlético.

Com a mudança, a capacidade da Arena diminuirá para aproximadamente 28 mil lugares. São cerca de 23 mil ingressos para a arquibancada superior, 4.300 para a área interna e pouco mais de 500 para os setores VIP.

O estádio do Furacão entrará “em obras” no dia 24 de junho. Serão 192 pessoas trabalhando no local para montagem da quadra e das estruturas no entorno. As partidas entre os seis finalistas acontecerão entre 4 e 8 de julho. O clube estipula dois dias para toda a desmontagem, permitindo que o local receba novamente uma partida de futebol na mesma semana (a tabela do Brasileirão prevê rodadas nos dias 12 e 13/7, com o Atlético-PR recebendo o Cruzeiro). Confira aqui os horários dos jogos do Brasil e detalhes da venda de ingresso: http://blogs.lance.com.br/volei/horarios-para-ver-o-brasil-nas-finais-da-liga/

– A grama sintética possibilita essa rapidez para voltarmos à configuração original sem prejuízo ao futebol. Sem ela seria impossível ter um jogo de futebol dias depois de um evento como o vôlei – explica Volpato.

Uma das preocupações é com o clima, tanto que o Furacão já entregou para FIVB e CBV um quadro da média de temperatura em Curitiba nos últimos cinco invernos. Caso necessário serão instalados aquecedores.

– Estamos aguardando a recomendação deles. No UFC, por exemplo, foram colocados resfriadores. Como a Arena tem a cobertura, não corremos riscos de sofrer com as intempéries – comenta Volpato.

No ano passado, no primeiro jogo festivo após a conquista do ouro olímpico, contra Portugal, a Seleção jogou em Curitiba em um sábado chuvoso, com o teto da Arena da Baixada fechado. No dia seguinte, em Brasília, no Mané Garrincha, o sol castigou jogadores, com vários usando óculos escuros durante a partida. A quadra também sofreu, apresentando bolhas.



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