Com Ary na FIVB, quem assume a CBV?



Minha opinião publicada hoje, no LANCE!, sobre a candidatura de Ary Graça para substiuir o chinês Jizhong Wei no comando da Federação Internacional de Vôlei a partir do ano que vem.

Ary Graça deu uma demonstração de força ao anunciar sua candidatura ao cargo máximo do vôlei mundial, com apoio de quatro das cinco confederações continentais. Mesmo sem o apoio dos europeus (vários países ainda estão com o Brasil atravessado na garganta após o Mundial masculino de 2010), Ary virou barbada e deve ser aclamado como novo presidente em   2012.

A pergunta que fica é: quem assumirá o lugar dele na CBV? Ary está no comando desde 1997, tempo suficiente para moldar um substituto. O nome de Renato D’Avila, superintendente técnico da CBV, tem boa aceitação nos bastidores.



  • klaus

    Mas o que de fato o Brasil fez no Mundial?Perder para a Bulgária foi só uma prova de que o país não seria conivente com o regulamento esdrúxulo da FIVB.Certamente quem mais está contra o Brasil deva ser a Itália, que teve favorecimento no mundial e conseguiu chegar até a semifinal.O Brasil é uma grande potência no vôlei e para tanto deve se impor.

  • Jairo(RJ)

    Daniel, para um cargo como esse não deveria ser consenso de notáveis do vôlei? É puro e simples “QI”?

    • Daniel Bortoletto

      em tese, as federações escolhem. Mas a CBV pode indicar seu candidato e ser seguida pelas federações

  • Jailson

    Senhor Ary vamos melhorar o esporte a nível nacional para depois pensar em abraçar o mundo.

  • Jailson

    A Fivb alterou os grupos do Grand Prix.

  • Adriano

    A única coisa boa a respeito dessa notícia é que finalmente nos livraríamos do Ary na CBV. (Tentando olhar as coisas de um jeito positivo, obviamente.)

    Quanto ao seu substituto, eu realmente não saberia dizer qual seria uma boa escolha, mas com certeza não me agrada a idéia de ser esse Renato, que é o cara responsável pela Superliga. Nosso campeonato é a maior bagunça. A recém agora estão criando essa idéia de Superliga B, com acesso e descenso, algo remotamente organizado, coisa que em outros países – e não me refiro aos países com ligas de ponta, mas aos de nível médio para baixo, supostamente muito inferiores ao Brasil -, isso já é “moeda corrente” há muito tempo. A tal Liga Nacional, que, a princípio, se proporia a fazer isso, na realidade, é um engodo. Times que se classificam “na bola” ficam de fora da Superliga sabe-se lá por quê. E em vez disso, os caras se propõe a importar essa regra ridícula dos 3 pontos pra 3×0/1, 2 pontos pra 3×2 com ponto pro perdedor, que é, na minha opinião, uma das invenções mais tolas da FIVB, nos últimos tempos.

    Enfim, se a coisa for se encaminhar para esse lado, realmente, acho que não dá nem pra comemorar que nos livramos do Ary: teríamos maus dirigentes em todas as frentes.

    Acho que tem que se pensar, realmente, no que está sendo feito. Me parece que as outras Federações estão – acreditando que são bem intencionadas – se guiando pelos bons resultados do Brasil na quadra, nos últimos 10 anos. O trabalho no vôlei, em seleções, do ponto de vista técnico, e em relação a estrutura, é impecável. Mas não deveria também ser trabalho da CBV cuidar do que acontece no país em âmbito de clubes? Nos referindo aí também a ginásios, organização do campeonato, decisões políticas em relação a transmissões de TV, marketing do vôlei, etc, etc. Se sim, acho que os resultados, até então, são desastrosos.

    Mas como já é a politicagem que domina a FIVB, mesmo, acho que não haveria tanta diferença ao que já estamos acostumados.

  • Ana

    O vôlei brasileiro em descendente e Ary Graça querendo ser presidente da FIVB. É o CÚMULO!

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