Colunista convidado: Caso Jaqueline – A incoerência das diretrizes da CBV



Recebi este texto dos advogados  Leonardo Neri Candido de Azevedo e Eduardo Vital Chaves, do escritório Rayes & Fagundes Advogados Associados, e resolvi compartilhar com vocês.

A vitória sobre a Itália na disputa pela medalha de bronze do Mundial feminino de 2014 teve um peso maior para Jaqueline. Sem clube, a ponteira deve ficar pelo menos até o final do ano sem jogar novamente. Ao deixar a quadra, a bicampeã olímpica lamentou ainda não ter conseguido um clube para competir no Brasil.

Jaqueline recebeu pontuação máxima no ranking oficial da temporada 2014/2015, o qual a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) instituiu para mensurar a qualidade técnica das jogadoras em atividade. Tal medida visa limitar a participação de um determinado nível de atletas por clubes, com intuito de fomentar maior competitividade à Superliga.

Como Jaqueline ficou sem atuar na última temporada, a jogadora acreditava que poderia ter perdido pontos no ranking, o que possibilitaria sua contratação por um time de ponta. O caso da ponteira reabre o debate sobre o presente formato da Superliga, bem como acerca da real essência da norma. Nessa linha de raciocínio, vale frisar que a iniciativa da CBV em promover maior equilíbrio na disputa do voleibol nacional, advém, de certo modo, ao sucesso do modelo americano. Porém, o resultado até agora averiguado é o êxodo gradativo de nossos melhores atletas para o exterior.

A estrutura da CBV gera dúvidas sobre a efetiva atuação do órgão regulador. A falta de transparência na coleta de dados estatísticos proporciona casos semelhantes aos da jogadora Jaqueline, que mesmo sendo uma atleta de nível mundial, não vinha atuando e, inexplicavelmente, continuou apresentando pontuação máxima no ranking. Destaca-se da norma expressa no ranking de atletas (2014/2015) elaborado pela CBV que não deveria ter sido mantida essa pontuação:

“1. CRITÉRIOS; A pontuação atribuída a cada atleta ranqueada é determinada por avaliações criteriosas dos 8 (oito) clubes classificados na 1ª Fase (classificatória) da Superliga 2013-2014, seguindo critérios estatísticos e técnicos. (…) 3. PONTUAÇÃO;  3.1. – MÍNIMA E MÁXIMA; Para cada atleta ranqueada é atribuída uma pontuação variável de – no mínimo – 1 (um) e – no máximo – 7 (sete) pontos. (…) 4. INSCRIÇÃO DE ATLETAS; 4.1. – DE 07 (SETE) PONTOS; Cada equipe poderá inscrever, no máximo, 02 (duas) atletas pontuadas no ranking – cada uma – com 07 (sete) pontos.”

Nesse sentido, há claro equívoco na atribuição de sete pontos à atleta Jaqueline para temporada 2014/2015, pois é incompreensível a avaliação máxima de “critérios estatísticos e técnicos” se a jogadora ficou um longo período afastada das quadras.

A título de conhecimento, nos Estados Unidos da América (EUA) o chamado draft (recrutamento) é utilizado nas mais variadas ligas de esporte. O processo geralmente se dá antes do início da temporada. Assim, cada time alternadamente escolhe um jogador que deseja contratar. Geralmente os clubes com as piores campanhas na última temporada tem prioridade em optar pelos atletas com melhores desempenhos.

Normalmente os atletas inscritos e não escolhidos no Draft, assim como aqueles com idade superior à máxima permitida para o recrutamento, tornará-se-ão automaticamente agentes livres, podendo negociar livremente com qualquer equipe da liga, o que não se desenvolve no Brasil, visto o desnivelamento do poder econômico das agremiações, fruto da ausência de um regulamento que estabeleça um teto salarial compatível à todas as equipes da Superliga.

Se faz claramente necessária a mudança das diretrizes da CBV para corrigir essas distorções, evitando-se a saída das principais estrelas do esporte. Por tais razões, é clarividente a necessidade de reflexão e medidas sobre as consequências da situação vivida pela atleta, visto que o aperfeiçoamento da Superliga requer não só uma, mas multiplicidade de ações que visem o fortalecimento das entidades de prática desportiva, valorização do produto perante o mercado e retenção dos talentos brasileiros.”



  • Alexandre Cossenza

    Oi, Bortoletto.

    Uma coisa não ficou clara pra mim desde que acabou o Mundial. Talvez eu não tenha lido no lugar certo, mas a questão que me faço é a seguinte? Todos os clubes já têm as duas atletas de ranking máximo? Ou algum clube tem uma vaga, mas não tem dinheiro para pagar o salário que ela acha justo receber? Não li nenhuma reportagem dizendo se ela toparia ou não (aparentemente, não) receber menos (e quantos % a menos, se fosse o caso) para poder jogar até o fim do ano.

    O teto salarial, sugerido pelos advogados, é difícil de implementar. Seriam necessários um órgão fiscalizador com plenos poderes e um conjunto de regras bem elaborado. Além disso, um teto salarial significaria ter os salários abertos, divulgados ao público. Não sei se os atletas topariam isso. O que você acha?

    Um abraço!

    • Daniel Bortoletto

      Não. Existem vários clubes que poderiam contar com a Jaqueline. A questão é a relação orçamento (ou o que sobrou dele após a montagem do elenco) com o salário de uma jogadora top.
      Além da questão grana, existe a vontade dela de não ficar tão longe do marido (Murilo, que joga no Sesi), já que eles têm um filho pequeno.

      Sobre teto salarial, acho utopia. O mercado regula

      • Alexandre Cossenza

        Demorei, mas passei aqui pra agradecer a resposta, tá?
        Valeu, Bortoletto!

  • Valdir

    Interessante o ponto de vista dos advogados, mas também acho utopia o limite salarial.
    Porém, o caso Jaqueline é o seguinte: muito chororo. Ela quis engravidar, ter filho, direito dela, mas depois não venha chorar as consequências se o ex clube dela preferiu se garantir com atletas que estão disponíveis pra jogar em detrimento de outras que deixam o clube na mão, mas estão prontinhas pra jogar pela seleção… Ela já teve várias outras propostas, tá sem clube PQ QUER. Pq fica botando milhões de empecílios. Ou seja, bem feito.

  • Luiz

    É quela história, quando nos convém é lindo, mas quando nos aperta é o inferno. Ela, esta jogadora citada, se beneficiou do ranking para jogar por Osasco três anos seguidos, pois ela veio com pontuação 0 (zero) da Itália, e como permaneceu em Osasco, manteve a mesma pontuação zerada por três anos. Ou seja, o ranking é o mesmo de antes, mas como agora a prejudica ela reclama.

    E eu não acho que ela ficou sem clube grande por causa do ranking. Osasco deu um pé nela por que no ano que o Murilo foi para o Sesi, ela tentou ir também, mas fez as coisas por baixo dos panos, e depois negou, por que o Sesi não podia pagar o que ela pedia, e ai ela negou que estava de saída do Osasco. Jaqueline pediu dispensa da seleção pra casar, pra arrumar casa, pra ter filho, e Osasco não é obrigado a “aturar” uma jogadora que age em função de sua vida pessoa (direito dela, é claro), mas o time também não é obrigado a esperar. Osasco e Rio não fecharam as portas pra ela, mas ela está sim super mal vista por estes dois times. Pois eles sabem que se ela tiver que organizar o batizado do Arthur vai pedir dispensa novamente… hehehe…. quem atura isso toda hora?

    • Primeiro: antes cada time poderia ter até 3 jogadoras top. Agora são 2.
      Segundo: antes da alteração dessa regra, ela já tinha acordo verbal com o Osasco, tanto que ela foi inscrita para jogar as finais da última super liga.
      a verdade é que os times tiveram a oportunidade de mudar isso e votaram contra. A filosofia é que é melhor que os adversários não se fortaleçam, assim não preciso gastar mais dinheiro me fortalecendo. Mentalidade de time pequeno que não tem verba para investir (a maioria) só que os times maiores também votaram por 2 jogadoras top.

    • Afonso RJ

      Volta e meia venho aqui para discordar até com veemência dos posts do colega.
      Pois agora faço questão de vir para concordar em genero, numero e grau com a opinião do Luiz, sem mudar uma vírgula.
      A atleta no passado se beneficiou do ranking e depois priorizou sua vida pessoal em detrimento da vida profissional (direito dela). Agora está colhendo os frutos do que plantou. E fica cheia exigências e de chororô atirando como metralhadora giratória contra clubes e regulamento quando as coisas não saem exatamente como quer.

  • Marcos

    Chega Jaque que esta feio….quantos jogadores estão fora do país por causa do ranking?
    Por que só ela deve fazer de vítima?

  • Lilika

    Bom…os.dirigentes não ajudam a deixar o ranking mais adequado, regras não cumpridas, enfim uma zona kkkk Jaque pode ter suas razões, mas hoje acho que ela.não quer.jogar literalmente…pensa na familia e valores, e sacrificar-se NECAS…tempestade em copo d’água…

  • Mauricio

    A Jaqueline e os dramalhões mexicanos típicos dela. Qual o problema de receber 7? Ela não continuou sendo uma atleta de seleção? Mesmo sem clube, sem jogar por mais de 1 ano, não estava na primeira lista do Zé Roberto? Acho super incoerente isso tudo.

    Se ela não tinha condições físicas e técnicas para receber uma pontuação razoável para a superliga, ela também não teria que ir pra Saquarema depois de ficar afastada das quadras. Se recebesse 5, 6 reclamaria do mesmo jeito. O problema não é ranking. O problema é que, além de tudo, tem que ser na cidade que ela quer.

    Puro mimo. Só está fazendo esse carnaval todo por que impactou na vontade individual dela de querer estar colada no marido, na cidade que quer, do jeito que ela quer. Minha filha, acorde que o vôlei não gira ao seu redor. E quem gosta de vôlei vai continuar acompanhando a superliga mesmo sem Jaque, sem Sheilla, sem Garay. Não faltou proposta para nenhuma delas permanecerem no Brasil esse ano.

  • Rodrigo

    Espero que esses advogados também consigam do Zé Roberto os critérios técnicos e estatísticos plausíveis para a convocação dela após a gravidez.

    • Bernardo

      Se não fosse por ela o Brasil nem estaria no podio do mundial vide o nosso passe sofrível das outras ponteiras. Cala a boca se tu não sabe nada de volei rodrigo.

      • Rodrigo

        Olha, não é possível que vc tenha lido meu comentário, sério! Leia de novo, por favor, porque leitura faz bem e vc ta precisando.

        Mas vou desenhar: se questionaram os critérios da pontuação, deveriam ter questionado os critérios da ida para seleção também. Nao disse que ela não merece seleção, embora também ache.

        Jaquetoco é sempre a mesma historia: bons números o campeonato todo, e na fase final arrega. Ja perdemos 3 mundiais contando com a super ponteira de composição que so fez 1 jogo decente da vida (que sou muito grato, sim)

  • SUJEITA NOJENTA ESSA JAQUELINE

    Esse chororó da Jaqueline está um saco. Pelo amor de Deus. Ela recebeu propostas de vários clubes do exterior e não aceitou. Quantas jogadoras de vôlei que casaram, tiveram filhos e foram embora do Brasil por causa dessa aberração de ranking ou porque os times acabaram e etc. Por que ela não pode fazer isso também? Eu respeito o que a Jaque fez pelo vôlei brasileiro, mais ela é muito chata pelo que parece. Vai jogar uma temporada fora. Qual o problema? Leva o filho e deixa o marido aqui. Ela mesmo disse que na temporada 2015/2016 vai embora com o Murilo para o exterior.
    Ninguém está aguentando mais esse drama mexicano dela.
    Ela parece o tipo de mulher das antigas: larga a profissão para ser dona de casa. Será que ela esqueceu da Pirv que abandonou a carreira precocemente para ser dona de casa e tomou um baita chifre do Giba.

  • Mari

    Coitada da Jaque….tá recebendo tiro, porrada e bomba!Rsrsrs
    Eu acho o seguinte, tem muito chororô dela mas em contrapartida os clubes tb tem culpa dela estar desempregada.
    Ao meu ver, ela não deixou o Osasco na mão, pq ela jogou a final da SL 2012/2013 grávida e o contrato dela estava pra ser renovado ainda, ou seja, ela não onerou o clube.
    Eu acho q a culpa é do Murilo, ninguém mandou ela fechar com o Sesi sem a Jaque arrumar um clube…rsrsrs
    O Osasco tb não foi tão bom pra ela, pq tinha prometido uma renovação, e ainda por cima votou junto a outras equipes pra que ela ganhasse pontuação máxima, o que me causou estranheza, até pq o Rio votou com a manutenção do ranking mas diferente do Osasco não gasta um caminhão de dinheiro e sempre monta times competitivos, o Rio só tem uma atleta de 7 pontos, que é a Natália, talvez lá não tenham contratado ela pq ela não quis jogar no Rio ou pq ela ganha mais q a Natália e a mesma é o salario mais alto do elenco.
    Vai ficar sempre a dúvida do que de fato está ocorrendo agora as pessoas tem q parar de critica-la pelo fato dela querer ter sido mãe a CBV que é suja e os clubes desunidos.

    • Cleverton

      É o contrário: Minas e Rio de Janeiro votaram contra cada equipe ter 3 atletas de 7 pontos, inclusive partiu dos gerentes e comissão técnica do RJ pois seu patrocinador não quer pagar o que devidamente cabe aos atletas.

      • Cleverton

        E outra a Natália teve metade de seu salário cortado para voltar a jogar no RJ senão ficaria sem clube no país. Não atoa quando teve um patrocinador disposto a pagar o que ela merece não pensou duas vezes e deixou o Rio(campinas)

        • Rodrigo

          Foi é pouco. O salário da Natália tinha que ser reduzido a 1/10, na verdade. Pela irregularidade dela no Campinas e por essas partidas pela seleção sem convencer ninguém além do Zé.

          • Renato

            Concordo Rodrigo, a Natalia esta ganhando muito ainda. Ela nao e essa Brastemp toda que o Ze quer convencer a gente. Uma jogadora que e ruim de passe, compromete no ataque, faz um ponto bonito e erra tres e ataca no bloqueio e nao o bloqueio que pega ela, nao merecia mais ser convocada, porque tem bemmelhores por ai sim. Senao fossem as cirurgias , ela seria uma das melhores do mundo, mas nao acredito mais na reabilitacao dessa jogadora, pois pra mim ela e isso e pronto.

          • Marcelo Souza

            a Natalia tinha que jogar de graça em qualquer clube do mundo, ou melhor pagar para jogar.

      • Mari

        Ok Cleverton, o Rio votou contra ter três atletas com 7 pontos, mas vc não acha que ao invés do Osasco contratar a Dani Lins não tinha que renovar a sua linha de passe? O problema do Osasco na temporada passada foi justamente o passe, e mais uma vez o Luizomar monta um time que vai penar nessa SL por conta do passe irregular, tenho pena da Camila Brait que vai sofrer mais um ano.
        Outra coisa que não entendo na CBV é que as votações tem que ser todo mundo concordando, onde está aquela máxima que a maioria vence??

    • Rodrigo

      Mari, sabe o que não entendo? Os próprios jogadores, que só se manifestam quando algo afeta o próprio umbigo. Falta personalidade. Acho um absurdo clubes que surgem, somem, surgem de novo e os atletas, enquanto tem mercado garantido, saem da situação como se fosse a coisa mais normal do mundo. E todo ano é a mesma coisa. Temos exceções… Por exemplo, Carol Albuquerque lutou até a fim quando o Finasa largou o Osasco.

      Agora, se uma regra impede a jogadora X de jogar no clube que ela quer, na cidade que ela quer, com a pontuação que ela quer, a CBV não presta e aí sim, é motivo para protesto. Está tudo errado na superliga, a começar pela Globo fazer o que bem entende da competição.

      • Mari

        Verdade Rodrigo, enquanto estava tudo bem nenhuma se manifestou, mas quando aperta no calo de alguém lascou-se.
        Eu só queria ver se ela fosse pontuada com 5 se a mesma aceitaria ganhar ao invés de 1milhao e meio, 500mil por temporada. Eu gosto muito da Jaque, mas ela faz drama isso faz!!

  • Liza

    Utopia não é estabelecer limite de salário, mas sim achar que esse ranking ridículo ajude em alguma coisa.

  • Luiz

    De qualquer forma, eu quero a Jaque em forma pra jogar o Rio 2016, até porque vai ser O MAIOR VEXAME da história do voleibol nacional, e eu quero que ela participe disto. Só o time masculino vai ser campeão aqui no Rio, não é o que eu queria, porque eu detesto Bruninho e Bernardinho, mas eles serão campeões sim, infelizmente. Pelo menos vou rir MUITO do feminino.

  • Bernardo

    Apesar da CBV ser uma das piores coisas que existem no mundo, pelo que eu sei ela era a favor da extinção do ranking mas todos os técnicos do feminino da ultima superliga exceto o Zé Roberto foram contra a extinção, ou seja, culpa dos técnicos. Infelizmente o Osasco não pode contratá-la, pois é o único grande do Brasil, se não fosse esse clube a superliga não teria muitas das nossas craques.

  • prm

    Corre Minas, ainda da tempo, arrume mais um patrocínio e contrata ela e mais uma ponteira forte se quiser estar entre os 8 melhores, pois com uma oposta improvisada na ponta ( Jú Nogueira) não vai dar não!!! Com a Jaque passando a Walewska vai ser mais efetiva… A Lia vai ter alguem pra ameaçar sua titularidade e vai jogar pois é uma boa jogadora!!! Se der coloque no pacote uma levantadora melhorzinha e outra ponteira que poe ser a Kim Glass, aí sim da pra ficar entre as 8 melhores!!!

  • Mário

    Oras, por favor! Os clubes contratam quem quer. Não são lugares para filantropia, porque o dinheiro não cai do céu . Tem uma porrada de coisas e pelo que parece não estão a fim e ponto. Ela deve saber o motivo. Não querem estragar os grupos, as equipes, com a rainha midiática, que se acha última bolacha do pacote. A melhor do mundo, porque fez diferença em um jogo durante a vida na seleção – basta ver a atuação caótica na derrota neste mundial para os EUA. Imaginem uma Mari fazendo 3 pontos e errando a bola que daria vitória no segundo set e mudaria a história da partida. Estaria sendo crucificada por tudo e por todos, a começar pelos blogueiros que escrevem sobre esporte. Mas ela pode e não entendo o motivo. Então, ela que procure patrocinadores que paguem seu salário. E não pressione, usando a mídia ingênua, para conseguir por meio deste ridículo chororô. Ou faça mais que isso: siga exemplo de Ricardinho, de PP4, e vá atrás de montar um time, contribuindo com o esporte. Claro que nunca fará isso. Quer ser paparicada, elogiada, e ter os babões aos seus pés pra tomar suas dores. Ai, se todo mundo pudesse escolher onde quer trabalhar, com quem, quando e ainda definir o salário. Volte pro chão, minha filha. E quem tá com dó, faça uma vaquinha e contrate a moça,,,,

  • Renato

    Eu entendo a Jaque, mas ela ta exagerando. Primeiro ela recebeu propostas milhionarias e ate maiores do que recebia no Osasco do Japao, Russia e Turquia e recusou, portanto prefiriu focar na familia e nao no dinheiro. Segundo se ela quis continuar no pais sabia que por causa do ranking teria que jogar em outra cidade e receber menos do que desejava. No entanto, ela quer as coisas do jeito dela, quer jogar na cidade que ela quer, no clube que ela quer, com a pontuacao que ela quer e com o salario que ela quer. Mas como as coisas nao aconteceram do jeito que ela quis fica chorando toda entrevista. O Osasco teve a chance de renovar com ela, mas nao quis e preferiu contratar a Dani Lins, ou seja, ela vai ficar chorando por um clube que preferiu dispensa-la ao inves de contrata-la e outra levantadoras boas e disponiveis o Osasco tinha de sobra como a Fernandinha, a Tieme, a Carol ou ate a Claudinha, mas preferiu a Dani. A Jaque poderia muito bem ir jogar no exterior, levar o filho e a baba e vir umas 3 vezes por mes ou ate mais rever o marido, pois tem tantos atletas que fazem isso e quando acabasse a temporada ele voltaria para o Brasil e tudo ficaria numa boa. A Riveira quando disse que a Jaque e uma pessoa dificil de lidar estava falando a verdade, eu gosto muito dela e reconhceo tudo que fez pelo Brasil, mas esta exagerando de barriga cheia. Por outro lado essa CBV , ranking, Globo esta cada vez pior e acabando com a nossa superliga.

  • Luiz

    Gente, eu estava vendo hoje a premiação final do campeonato mundial feminino, que não foi passado pela sportv. Pensei que as vaias ao Zé Roberto tivessem sido coisa boba, mas não, duraram mais de 4 minutos. Foi um VEXAME – que VERGONHA! Eu me pergunto por que será que Zé Roberto e Bernardinho já estão colecionando a antipatia de muitos? Bem feito!

    Quem quiser ver:

    http://www.youtube.com/watch?v=H_BHysWzIX4

    • Mário

      Politicagem no Brasil é aplaudida. Ainda bem que o mundo não se rende a isso. Toma vergonha, Zé Roberto! Hahahahahahahahahahaha

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