Coluna: Retrospectiva de A a Z do vôlei em 2018



A última coluna do ano. Um momento para passar a limpo 2018 no vôlei, com seus fatos e personagens marcantes. Deu trabalho fazê-lo em ordem alfabética, mas vamos lá!

Argentina – acertou em cheio ao contratar Marcelo Mendez para a seleção masculina

Base – uma preocupação cada vez maior no vôlei brasileiro. Sinal de alerta ligado!

Cruzeiro – manteve a hegemonia na Superliga e enfrenta a maior reformulação do projeto em 10 anos

Douglas Souza – fez um Mundial acima da média para mudar de patamar no cenário internacional

Egonu – um fenômeno, com capacidade para ser a número 1 do mundo por algum tempo

A fora de série Egonu (FIVB Divulgação)

Fabi – se despediu na final da Superliga eternizada como a melhor líbero de todos os tempos

Giba – como representante dos Atletas na FIVB, tem a chance de buscar uma adequação entre o calendário possível e o ideal

Heynen – o belga foi bronze com a Alemanha no Mundial masculino de 2014 e campeão com a Polônia em 2018. Não é pouco

Investimento – palavra no topo da lista de desejos da CBV para um caro ano pré-olímpico nas quadras e praias

José Roberto Guimarães – enfrentou o ano mais difícil (e sem conquistas) desde 2003 na Seleção feminina.

Kurek – o nome da Polônia na final do Mundial contra o Brasil. Justo contra o Brasil!

Lavarini – o técnico italiano foi um golpe de mestre do Minas. Presença dele faz bem ao vôlei brasileiro

Minas – virada no segundo set da semi do Mundial contra o Eczacibasi nunca mais será esquecida

Natália – sofreu com o joelho, mas deu sinais de renascimento na reta final da temporada

Ofelia Malinov – com apenas 22 anos, a levantadora é peça-chave na Azzurra com tremendo potencial

Polônia – a renovação deu frutos, a mescla com experientes funcionou e o resultado foi o bi mundial

Q – prometo me esforçar bastante para encontrar algo útil no alfabeto para 2019

Rússia – na Liga das Nações masculina, atropelou Brasil e França nas finais com surgimento de novos nomes

Sérvia – o título mundial feminino premia uma geração talentosa e agora também vitoriosa

Tecnologia – é cara, eu sei. Mas o challenge precisava estar presente em mais jogos da Superliga

Uberlândia – o projeto do Dentil/Praia Clube venceu a primeira Superliga com méritos

Fernanda Garay em título do Praia (Divulgação CBV)

Vakifbank – uma tradução de conquistas e mais conquistas internacionais

Web Vôlei – a minha melhor notícia no fim de um ano de mudanças profissionais para mim.

X – em romano, dez. O número da camisa de Ognjenovic, que voltou à Sérvia para fazer a diferença

Yoandy Leal – conta os dias para poder estrear pela Seleção Brasileira. Parece estar com fome de bola

Zhu – Essa era a mais óbvia. Como joga a chinesa! Para encerrar essa lista com chave de ouro



MaisRecentes

Teve de tudo no maior clássico do vôlei



Continue Lendo

O que esperar do Mundial feminino de clubes?



Continue Lendo

Não sei em quem apostar na Superliga feminina



Continue Lendo