Coluna: Quem deve ser observado na Copa do Mundo



Coluna Saque publicada neste domingo, 23 de agosto, no LANCE!.

Começou, na madrugada de sexta para sábado, a Copa do Mundo feminina, no Japão. A mais longa e cansativa competição entre seleções de vôlei do planeta. 12 equipes em ação jogando em turno único, com 11 jogos para cada uma em 14 dias, em seis cidades diferentes. O prêmio para tamanha maratona: a vaga na Rio-2016 para as duas primeiras colocadas.

Como o formato da competição premia a regularidade e diminui a chance de zebras, três seleções se colocam no patamar das favoritas: Estados Unidos, China e Rússia.

As americanas estão num patamar acima de qualquer adversário no cenário mundial atualmente. Elas vêm dos títulos do Grand Prix e do Pan, além de serem as atuais campeões mundiais. Karch Kiraly tem um time titular fortíssimo e um reserva invejável. Contra a Coreia, na estreia, já foi possível ver como a volta da levantadora Alisha Glass aumenta a velocidade do ataque e comprovar que a novata Karsta Lowe caiu como uma luva na saída de rede.

Russas e chinesas irão se enfrentar, estrategicamente, na penúltima rodada. Se tudo correr como o esperado, será no confronto direto que a segunda vaga olímpica será definida. As asiáticas empurradas pela jovem Ting Zhu, uma atacante acima da média, enquanto as europeias depositam as fichas em Goncharova, outra atacante fenomenal. Na primeira rodada, a China já deixou para trás uma rival que pode atrapalhar o caminho das favoritas: a Sérvia.

Forçando um pouco a barra, incluo Japão e Coreia neste grupo de “minas vagantes”, como gosta de dizer Bernardinho. Times tradicionais e que podem roubar um set ou outro das favoritas. No mais, Argentina, República Dominicana, Peru, Argélia, Cuba e Quênia já devem estar mais preocupadas com as seletivas olímpicas continentais. Será nestas competições que algumas delas conseguirão carimbar o passaporte olímpico.



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