Coluna: Prévias olímpicas – Vale o tri. Vale a eternidade!



Coluna Saque publicada hoje no LANCE!. A prévia do torneio feminino de vôlei na Rio-2016.

Quem gosta de vôlei no Brasil já sofreu, xingou e chorou em duelos contra Cuba, campeã olímpica em 1992, 1996 e 2000. A partir desta semana, uma geração que cresceu com o mesmo sentimento do torcedor pode repetir o feito histórico das caribenhas, eternas rivais.

A Seleção comandada por José Roberto Guimarães jogará no Rio pelo tricampeonato olímpico. Algo inédito para o esporte nacional. Algo que imortalizaria Fabiana, Sheilla, Thaisa, Jaqueline, Zé & Cia. Algo que deixaria o Brasil no mesmo patamar do inesquecível time cubano de Mireya, Regla e Carvajal.

As campeãs olímpicas em Londres (Divulgação)

As campeãs olímpicas em Londres (Divulgação)

Para isso será preciso vencer o mais equilibrado torneio olímpico dos últimos tempos. Estados Unidos, China, Rússia, Sérvia, Itália e Holanda são candidatas reais a um lugar no pódio. Assim, a diferença entre o primeiro e o sétimo lugares na Rio-2016 tende a ser mínima. E, por obra da divisão dos grupos, o Brasil vai fazer uma decisão antecipada já nas quartas de final, etapa que divide quem briga por medalhas e quem deixa os Jogos com muita frustração. Americanas, chinesas, sérvias, italianas e holandesas estão no mesmo grupo. Uma ficará ainda na primeira fase. E uma das outras potências vai enfrentar as brasileiras nas quartas. Se é para escolher quem não sejam China e EUA.

Da semi em diante não tem escolha. Ting Zhu, Larson, Goncharova… Venha quer vier! O Brasil preciso ser maduro o suficiente para usar o Maracanãzinho como aliado, e não como forma de pressão, e tirar dali o algo a mais que pode pesar a favor nesta balança tão equilibrada.



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