Coluna: Playoffs com sotaque mineiro



Coluna Saque publicada nesta segunda-feira, no LANCE!, com os playoffs da Superliga masculina definidos.

Três representantes mineiros tiveram motivos bem diferentes para comemorar os resultados da última rodada da fase de classificação da Superliga masculina.

O Montes Claros assegurou a oitava e última vaga para os playoffs, com a vitória por 3 a 1 sobre o favorito Brasil Kirin. Jogou como mandante, com casa cheia (5.173 pessoas) e não sentiu a pressão de encarar um rival com orçamento muito maior e, no papel, elenco mais forte. O time do Norte de Minas, que já disputou até final de Superliga antes de fechar as portas anos atrás, vai fazer agora o clássico local com o Sada/Cruzeiro por vaga na semi.

Os cruzeirenses, como já tinham a liderança garantida, entraram em quadra na noite de sábado com reservas diante do Sesi, descansando todos os titulares. Os suplentes até fizeram um jogo duro, vencendo o primeiro set, mas perderam por 3 a 1. E não ficaram nada tristes. Isso porque o triunfo fez o Sesi garantir o terceiro lugar, “saindo do caminho” celeste na semifinal. Caso confirme o favoritismo e passe por Montes Claros, o Sada terá pela frente Minas ou Brasil Kirin. Já o Sesi, em tese, terá mais dificuldade numa possível semi contra a Funvic/Taubaté.

O Minas, terceiro representante do estado citado lá no primeiro parágrafo, foi o “maior” vencedor da rodada. Ao superar o Voleisul/Paquetá, fora de casa, o time de BH viu o Brasil Kirin a perder e assim assumiu o quarto lugar. Vantagem de jogar, se necessário, duas vezes em casa no playoff em melhor de três com o próprio rival de Campinas, que despencou na classificação após uma série de lesões e necessidade de improvisações no returno. Pelo orçamento modesto desta temporada, o Minas surpreende esta classificação final e, pela situação física do Brasil Kirin, pode sonhar sim em ir mais longe.

Por fim, o duelo que falta nas quartas de final teve uma prévia ontem. O Funvic/Taubaté fez 3 a 0 no Canoas. No papel, deu a lógica. Agora, com todo jogo sendo decisivo, a tendência é ficar um pouco mais equilibrado.

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