Coluna: Performance animadora no Mundial



Coluna Saque deste domingo, dia 5/7, é sobre a supremacia brasileira no Mundial de vôlei de praia.

O Brasil termina o Campeonato Mundial de vôlei de praia, hoje, na Holanda, como principal protagonista do esporte. São quatro medalhas já garantidas e a quinta em jogo, em seis possibilidades. Um resultado acima das expectativas na maior competição nesta temporada pré-olímpica.

No feminino, o tal “barba, cabelo e bigode” resume a participação verde-amarela perfeita. Ouro para Agatha/Barbara Seixas, prata para Taiana/Fernanda Berti e bronze para Juliana/Maria Elisa. Domínio de uma país jamais visto na história da competição. Foi a quinta conquista brasileira em 11 edições: Sandra Pires/Jackie Silva, em Los Angeles-EUA (1997), Adriana Behar/Shelda, em Marselha-FRA (1999) e Klagenfurt-AUT (2001), e Juliana/Larissa, em Roma-ITA (2011).

Apesar de não contar pontos para a “corrida olímpica brasileira” (são duas vagas em jogo – uma definida pelo ranking e outra por indicação da CBV), o Mundial deixa bem interessante a disputa, tendo em vista que Larissa e Talita, líderes do raking mundial e favoritas ao título, ficaram pelo caminho, perdendo nas quartas.

Entre os homens, a final de hoje por dois pontinhos não será brasileira. Na primeira semi, Nummerdor e Varenhorst levaram a torcida local ao delírio com a vitória por 2 a 1 (15 a 13 no tie-break) sobre Evandro e Pedro Solberg, que terão de se contentar com a disputa pelo bronze. Na outra semifinal, Alison e Bruno Schmidt mantiveram a invencibilidade na competição, passando por Brunner/Lucena, dos Estados Unidos, por 2 a 0.

Caso vença o Mundial pela segunda vez, Alison se igualará a Adriana Behar e Shelda, ficando atrás apenas de Emanuel, tricampeão do torneio, que caiu, ao lado de Ricardo, nas oitavas de final. Mas não acredito em moleza contra os donos da casa.



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