Coluna: Parelha, Liga das Nações feminina promete



Encerradas duas das cinco etapas da Liga das Nações feminina é possível fazer uma constatação: o equilíbrio é a marca registrada da competição até aqui.

Com seis jogos disputados por participante, um quinteto está empatado com cinco vitórias e uma derrota: Estados Unidos, Brasil, Sérvia, Turquia e Holanda. A diferença entre eles: as americanas foram derrotadas no tie-break, somaram um pontinho e estão na liderança; brasileiras e sérvias empatam até em sets perdidos e vencidos, com o time verde-amarelo em vantagem nos pontos average (divisão dos pontos feitos pelos perdidos); já turcas e holandesas, com um dos triunfos no quinto set, dividem o quarto lugar.

Na sequência aparecem Rússia e Coreia do Sul, com quatro vitórias e duas derrotas cada.

Tal cenário apimenta alguns jogos desta semana, como Holanda x Brasil, Turquia x Sérvia, Rússia x Turquia, Rússia x Sérvia, Brasil x Coreia do Sul.

Comemoração brasileira em Ankara pela Liga das Nações (FIVB Divulgação)

Como você não leu Estados Unidos no parágrafo acima, é bem provável que a liderança não mude de mãos, já que os compromissos americanos não são tão duros: Alemanha, República Dominicana e Tailândia. Daí para baixo será a tal da briga de foice no escuro.

Pelo regulamento, os cinco primeiros colocados após as cinco semanas de disputa irão se juntar à China, mandante da fase final, na luta pelo título. Hoje está bem difícil cravar os favoritos.

Sobre o Brasil, a má impressão deixada após o tropeço em Barueri, na estreia contra a Alemanha, ficou para trás. O time já começou a ganhar corpo, apesar de questões físicas e médicas ainda impedirem José Roberto Guimarães de escalar a formação ideal.

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