Coluna do Serginho: Tão perto, tão longe



Sada/Cruzeiro e Sollys/Nestlé, dois times brasileiros disputando o Mundial em Doha, mas parece que estamos em continentes diferentes. Masculino em um hotel, feminino em outro. Jogamos e treinamos no mesmo ginásio e hoje foi o primeiro dia que por acaso encontramos. Nós, saindo do treino e elas saindo do jogo de estréia, com vitória.
 
Duas equipes brasileiras no Mundial confirmam a força do nosso país na modalidade. O vôlei é o esporte número 1 do Brasil. Calma, gente, futebol não é esporte, é religião!

Última vez que Sollys e Sada estiveram em uma final no mesmo torneio os dois times foram campeões, para os mais supersticiosos é um prato cheio.

Douglas Cordeiro e Adenízia

 
Clima descontraído e confraternização entre conhecidos mais próximos e colegas de profissão. Times de cidades diferente, quase não encontramos com elas nem no Brasil. Durante cinco minutos de conversa podemos tirar algumas impressões que até então só eram impressões como o estilo centrado das levantadoras Karine e Fabíola e a simpatia e alegria da Camila Brait, assim como é em quadra.

Nesse contato fui surpreendido pelo técnico Luizomar, dono de uma frase que me motivou muito na final da Superliga, ao saber que ele estava acompanhando meus textos no blog, assim como eu acompanho a Fernanda Garay e já seguia de perto o trabalho do Daniel Bortoletto.

Fica a certeza que estamos desencontrando no mundo, real mas estamos próximos no mundo virtual torcendo uns pelos outros.



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