Coluna de domingo: Segunda parte da retrospectiva do vôlei em 2013



Como prometido semana passada, a retrospectiva de A a Z de 2013 termina hoje com a publicação da coluna Saque no LANCE!. Para quem não viu a primeira parte, segue o link: http://blogs.lancenet.com.br/volei/2013/12/30/coluna-de-domingo-primeira-parte-da-retrospectiva-do-volei-em-2013/

Lucarelli – é o nome da nova geração com mais potencial para a Rio-2016. Tem três anos para se firmar no cenário mundial.

Marcelo Mendez – o trabalho feito pelo argentino no Sada/Cruzeiro merece muitos aplausos.

Nove títulos – O Brasil faturou o eneacampeonato do Grand Prix. Thaísa foi o destaque.

Ombro – tirou Murilo de circulação. Volta ao vôlei, após um ano, é alívio para Sesi e Seleção.

Pontuação – teste dos sets com 21 pontos não caiu nas graças de público e crítica na Superliga.

Q – quebrou. Veja mais no X.

Rússia – alguém será capaz de desbancá-la no vôlei masculino?

Sada/Cruzeiro – faturou o Mundial, com méritos, em casa.

Tintim – o apelido caiu bem em Spiridonov, atacante russo que tirou o sono do Brasil em 2013.

UPCN – o time argentino surpreendeu RJX e Vivo/Minas vencendo o Sul-Americano masculino, em Belo Horizonte.

Vakifbank Istambul – time turco passou a temporada sem perder um único jogo. Incrível!

William Wallace – usei o personagem de Coração Valente para citar a entrosada dupla levantador/oposto do Sada/Cruzeiro.

X – a letra da “sorte” do ex-bilionário Eike Batista sumiu do vôlei e prejudicou do RJ, atual campeão da Superliga masculina. Bruninho puxou a fila e iniciou a debandada. Triste realidade.

Yeon-Koung Kim – a coreana, uma das melhores do mundo, enfrentou longa disputa judicial, mas foi liberada pela FIVB para seguir atuando pelo Fenerbahce.

Zé Roberto – o primeiro ano da Seleção no ciclo olímpico foi perfeito no quesito resultado.



  • Paulo

    Em uma entrevista recente para um programa argentino sobre vôlei, o Ary defendeu os 21 pontos devido a importância da TV e falou que o ideal é que os jogos tenham entre 1h30 e 2h, na Itália, se não me engano, eles estão com o primeiro tempo obrigatório mais tarde e um pedido de parada do técnico a menos, o tempo de jogo diminuiu bastante, mas considerando que a qualidade do vôlei de lá vem ficando mais pífia a cada temporada, não dá para tirar nenhuma conclusão definitiva.

  • Afonso RJ

    Em relação à entrevista do Ary para a TV argentina defendendo a diminuição da duração dos jogos: para mim, o grande problema não é a duração do jogo, mas a IMPREVISIBILIDADE dessa duração. As TVs não deixam de ter razão. Como transmitir regularmente um evento que pode ter uma variação na duração de até mais de uma hora? É evidente que complica qualquer grade.

    Para mim não adianta ficar diminuindo o número de pontos por set, ou o número de pedidos de tempo (que a meu ver, pelo menos é mais lógico). Teria que bolar é uma maneira da duração das partidas ser mais previsível. Que diminuísse ao máximo a diferença entre a duração máxima e mínima de uma partida.

  • Bia Ferraz

    Só faltou incluir o Giba e sua surpreendente transferência para o voleibol árabe.

    • Daniel Bortoletto

      não coube

  • Gabriel E.

    Pra mim os grandes destaques de ano foram:
    1. Fofão, com 43 anos e jogando muito vôlei, com disposição e força, além de usar sua experiência em momentos cruciais para colaborar com o time.
    2. VakifBank Istambul: Me pergunto ainda, que time é esse. Digo que ele é quase perfeito(a CostaGrande atrapalha), mas tem tudo que um time precisa. Linha de passe irretocável, uma oposta que joga muito, entende o papel da posição que ocupa(que é virar bola e botar o time pra cima) e que não “some” nos clássicos. Com todos respeito, mas atualmente acho Bracocevic melhor que a Sheilla. Destaco também pra capitã Godze Sonsirma por toda sua atitude e a garra e amor de Giovanni Guidetti. Ele é demais.
    3. O vôlei masculino começando a se mostrar extremamente frágil e sem uma renovação convicente. Temos Lucarelli, Renan, Ary e só. Não possuimos uma boa safra de levantadores, não vejo meios-de-rede(o Isaac não é bom) e líberos, nem se fale. Serginho e Mario Jr. já sentem a idade e o Serginho do tão aclamado Cruzeiro tá se mostrando “um quineiro de mão cheia”. Medalha no mundial, ouro no Pan e na Copa do Mundo e final nas Olímpiadas teremos sim, pois ainda teremos Bruninho, o maestro Lucas e Wallace no auge. E depois? Tudo é incerto.
    4. 21 pontos e Golden-Set na fase final: Até agora não sei qual das duas é pior. Regras ridículas graças a detentora REDE GLOBO. Graças a Deus tá dando tudo errado. Os jogos estão tendo mais de 2 horas do mesmo jeito e com Golden-Set(que aconteça muitos na fase final, menos com o Osasco) o tempo aumentará e eles voltarão ao normal na proóxima temporada.
    5. A frieza de Thaisa: Até agora não estou entendendo a quantidade de vôlei que Thaisa está jogando. É claro que hoje nossa meio-de-rede, assim como Lucão, é a melhor jogadora da seleção brasileira. Titular absoluta, saca muito e quase não erra no ataque. Bola de segurança da Fabíola e da Dani Lins. Mas tá merecendo mais destaque, desde o jogo contra a Campinas tá voando, tá seca e fria em quadra e aprendendo a encarar igual a Bracocevic(a Fabi ficou p… com ela no clássico). Vamos precisar muito dela pra igualarmos a Cuba em títulos olímpicos.
    Pra 2014 espero que sejamos tricampeões mundiais com os homens, que alcancemos o título inédito com as mulheres e que o Osasco consiga bater de frente com o VakifBank Istambul no mundial.

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