Coluna de domingo: Quando um ídolo mancha o currículo



Pessoal, bom domingo de Carnaval a todos. Abaixo a Coluna Saque publicada hoje (2/3) no LANCE!

No dia 24 de novembro do ano passado, escrevi um texto sobre a saída da Giba do Funvic/Taubaté e a transferência para o Al Nasr, dos Emirados Árabes, com o seguinte título: Um ídolo, uma escolha e um questionamento. Abaixo, o trecho final que encerrava a minha coluna:

“Ele, que já foi o maior jogador do mundo, encaminha-se para um fim de carreira em uma liga amadora. Giba disse ao LANCE! que o dinheiro não pesou, mas sim o desafio de ajudar a desenvolver o esporte no Oriente Médio. Se é isso mesmo, será que aqui no Brasil, com uma história riquíssima, uma legião de fãs e influência sobre patrocinadores, ele não teria um fim de carreira mais digno?”

Três meses se passaram desde então, terminou o “prazo de experiência” do contrato, algo que é praxe naquele mercado, e Giba não continuará no país. Ele alegou, em nota oficial, falta de respeito “com um atleta que deu ao mundo tantas alegrias e conquistas“.

E assim soma mais uma passagem frustrante em seu glorioso currículo. Havia sido assim no Pinheiros/Sky, no Bolívar (ARG) e no Funvic/Taubaté, seus últimos clubes antes da aventura árabe.

Na mesma nota oficial,  Giba ameaça, assim que voltar para o Brasil, anunciar o fim de sua trajetória como jogador: “sua forma física e a vontade continuam crescente (sic), mas os obstáculos fazem Giba, agora, pensar em colocar um ponto final em sua carreira”.

Infelizmente, para uma legião de fãs mundo afora, Giba parece mesmo que dará adeus em baixa.

CBV

As denúncias apresentadas pela ESPN Brasil são sérias e merecem apuração. O esporte sempre deve ser passado a limpo.



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