Coluna de domingo: Qual gringa pode fazer a diferença?



Amigos e amigas, boa tarde. Republico aqui minha coluna Saque deste domingo, 2/12, que saiu no LANCE!.

Diferentes idiomas em uma Superliga restrita ao eixo Sul-Sudeste podem fazer a diferença na temporada 2012/2013.
 
 Após três rodadas, alguns times femininos já provaram que a expressão fiel da balança se encaixa perfeitamente aos reforços estrangeiros.

Na mineira Uberlândia, de sotaque tão característico, o castelhano da ponta Herrera é quem dita o ritmo. A cubana é a principal responsável pela surpreendente liderança do Banana Boat/Praia Clube, com 100% de aproveitamento. Na última sexta-feira, um sonoro 3 a 0 no Sesi, das campeãs olímpicas Fabiana, Dani Lins e Tandara. Herrera fez 14 pontos e se distanciou das principais concorrentes como a maior pontuadora da Superliga até agora, com 61 acertos. Em breve, um outro idioma vai estrear no time: o inglês da americana Dani Scott, central com cinco Olimpíadas no currículo, e que pode dar um equilíbrio ainda maior para esse trem bão, que tem potencial para se colocar na briga por um lugar no top 4.
 
Já em Campinas, no meu querido interiorrrrrrrrr paulista, a búlgara Vasileva chegou chegando. Impressionou no primeiro jogo como titularrrrrrrr do Vôlei Amil, vai serrrrr a principal atacante do time dirigido por José Roberto Guimarães e tem potencial para ser a melhor do campeonato. Ramirez, cubana com sangue quente e mão pesada, é um perigo como coadjuvante e fará ótima dobradinha com Vasileva. A vitória sobre o favorito Sollys/Nestlé, na estreia, deu um recado aos rivais.
 
Por fim, no Rio de Janeiro, a Unilever provou no triunfo sobre as campineiras que a canadense Sarah Pavan e a americana Logan Tom entendem perfeitamente o português de Fofão. O remodelado time de Bernardinho pode fazer frente ao Sollys e suas selecionáveis. Dono de sete conquistas, ele sabe muito bem o caminho das pedras.
 
Yes, nós temos um campeonato em aberto.



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