Coluna de domingo: Preliminar do Mundial hoje em São Paulo



Pessoal, bom dia. Mais cedo do que o normal, está no ar a Coluna Saque publicada neste domingo, no LANCE!. A antecipação se deve ao jogo deste Dia do Pais, no Ibirapuera.

Brasil x Estados Unidos, hoje, no Ibirapuera, pelo Grand Prix. Brasil x Estados Unidos, frente a frente novamente no dia 12 de outubro, na final do Campeonato Mundial da Itália. O jogo na capital paulista é uma realidade. Já a decisão da principal competição da temporada é um
palpite deste colunista baseado na performance desta dupla a 45 dias da abertura do Mundial.

A Seleção Brasileira voa até agora no GP. Cinco vitórias em cinco jogos, sendo 3 a 0 sobre Rússia e Itália, além de 3 a 1 sobre a China. Três outras potências da atualidade que sucumbiram diante de um Brasil confiante, maduro e que dá sinais claros de que chegará tinindo para a disputa do único torneio que ainda não venceu. Nada de apenas uma estrela, o mesmo destaque jogo após jogo. Mas sim uma base titular homogênea, que mostra equilíbrio em todos os fundamentos e tem autocrítica suficiente para saber que ainda deve evoluir.

Já os Estados Unidos simplesmente venceram, um mês atrás, este mesmo Brasil em quatro amistosos disputados na Califórnia e no Havaí. É preciso admitir que era início de preparação do Brasil, com atletas em outro patamar físico e de entrosamento. Mas o 4 a 0 fez o sinal de alerta ser aceso.
As performances dos EUA chamaram a atenção. Sob o comando de Karch Kiraly, o maior jogador de vôlei de todos os tempos segundo a FIVB, as americanas passaram a imprimir uma velocidade na distribuição de jogo acima do normal. Um problema e tanto para qualquer bloqueio/sistema defensivo do planeta, que ficam ainda mais confusos diante de um arsenal ofensivo americano de dar inveja a qualquer equipe do mundo. Murphy, Larson, Akinradewo e hoje ainda sem Harmoto e Fawcett.

Fatores que me fazem ter, hoje, a certeza de que as duas melhores seleções do planeta fazem uma prévia da final do Mundial da Itália.



  • Leo

    Concordo totalmente, Daniel. E o jogo de hj foi prova disso. Que jogo. Lances emocionantes, técnicos, altos rallies. Foi lindo. Ao meu ver, o jogo so não se esticou mais pq o time americano errou muito e Kirally demorou muito pra colocar Robinson.
    Parabens ao Brasil, belo jogo. E pra quem caiu em criticas sobre Sheilla, chorem inimigas! Kkkkkkkkk

  • filhodedavid

    Daniel discordo de vocÊ, acho que a final será Brasil e Rússia novamente, não se esqueçam que os EUA perderam para a Rússia na primeira fase e olha que a Rússia também está com o time misto. VocE^acha que a Rússia com Gamova e Sokolova vai levar de trÊs a zero assim fácil, dúvido! Me lembro que no mundial de 2010 a Rússia não disputou o Grand Prix se preparando para o Mundial, os EUA foram os campeões em cima do Brasil, mas no Mundial os EUA levaram uma coça do Brasil, e com um timaço Hooker e Logan Tom, quase não se classificaram para as semi-finas, pois perderam um jogo para a Itália e quase não se classificaram, quando chegaram nas semi foram atropeladas pelas russas com grande atuação de Gamova, Sokolova e Kocheleva.

  • Edu

    O pessoal anda teimando em algumas teses.A primeira, essa não e a melhore nem a verdadeira Russia.A realidade e que essa a melhor Russia em competição.O ZRG revelou que Gamova foi persuadida por muitos rublos ou euros, como queiram , a se reintegrar a seleção .A mesma oferta foi feita a Sokholova que quer receber exatamente o mesmo que ofereceram a colega para voltar.Algumas jogadoras da antiga geração não se dão com as da nova geração num conflito de egos que da quadra invadiu os vestiário.E as que renunciaram a seleção não tem intenção em voltar pois são são regiamente pagas, algumas na casa acima de um milhão de euros por temporada de sete meses ao ano.Em outro aspecto, os EUA tem como premissa levar pela primeira vez na história os dois títulos conjuntos de vólei na quadra.Decidiram depois do ciclo de Londres renovar de forma quase completa, apos o bi- vice sua seleção e tem feito um trabalhado disciplinado,organizado e quase que impecável nesses dois anos.Sem espaço para a administração de elencos e jogos.Somente duas jogadoras do ciclo passado de Londres permanecem na equipe .Hooker,pelo histórico, esta descartada. Kirally afirmou, de forma polida e educada ,aqui em SP, que ela tem prioridades como mãe e depois na retomada na carreira.A seleção americana atual é menos talentosa que a antiga ,porém, é extremamente jovem, atlética e esta evoluindo em torno de uma jogadora extraordinária na posição que é a Jordan Larson. Então , por favor, abandonem a teoria conspiratória.Essa semana enfrentamos a melhor seleção disponível dos EUA e Russia.Para finalizar, uma singela discordância ,caro Daniel, Kirally foi o maior de todos os tempos porque ele foi o mais completo jogador da história do vólei no critério dominar com facilidade e maestria todos os fundamentos.As estatísticas da FIVB apenas confirmam isso.De nossa parte, o mais completo jogador no mesmo critério, foi ,até hoje, o Renan Dal Zotto.Apesar dos vários títulos conferidos de melhor do mundo ao fenomenal Giba.

  • Sidnei Gama

    Olá, Daniel!
    Vc acha que a Hooker ainda retorna à seleção do EUA no atual ciclo olímpico?

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