Coluna de domingo: O X da questão no atual campeão



Pessoal, bom dia. Está no ar a coluna Saque publicada neste domingo, 3/11, no LANCE!. Boa semana a todos!

As principais notícias econômicas da última semana tiveram mais uma vez o empresário Eike Batista como personagem. Suas empresas X viram pó no mercado de ações, para desespero de investidores (alguns deles parecidos como seres humanos como nós, caros leitores). Empréstimos de vários bilhões de reais vencem com bancos públicos e privados e são renegociados, tentativa desesperada de evitar calotes históricos. E assim o sujeito que foi o homem mais rico do país vê seu império ruir pouco a pouco.

E essa “briga pela sobrevivência” vale também para um projeto bem pequeno para as cifras de MMX, OGX, MPX e LLX da vida. O RJX, atual campeão da Superliga masculina, volta a ser foco de rumores e tem o futuro em xeque. Nas últimas semanas, José Inácio Salles, gestor do projeto, correu atrás de parcerias e co-patrocinadores para honrar compromissos assumidos, já que os cifrões prometidos pela OGX minguaram, além de já buscar fôlego para 2014/2015. De time mais caro e rico do país (valores ultrapassaram R$ 13 milhões/ano), para time que assinou contratos apalavrados com atletas já com a Superliga para começar. A tensão foi grande!

Se neste ano o risco de ficar sem nenhum centavo de Eike era algo real (no fim das contas o corte foi entre 50 e 60%), para a próxima temporada é bom pensar em um time sem o X na nomenclatura oficial. E olha que deve ser até um bom negócio!



  • Homem Sábio

    Manter um ótimo time de voley custa 13 milhões/ano?
    Não é tão caro.
    Falta é vontade.

  • João Paulo Xavier

    Montar um ótimo time de vôlei por 13 milhões é muito caro e explico. Muito se compara com o futebol e suas cifras muito mais elevadas, mas o retorno é muito maior para o patrocinador. Exposição em tv aberta, as pessoas conhecem até os pernas de pau de um time de futebol, entre outros fatores. Mesmo assim o Flamengo não consegue um patrocínio de 30 milhões/ano e o que move o vôlei é só patrocínio, as receitas de direitos de tv e matchday que existem no futebol praticamente não existem no vôlei. Ou seja, as empresas “X” pagam a metade do patrocinador do Flamengo para não ter nem 20% da exposição da marca. Péssimo negócio, muito caro sob a ótica do retorno. Mercado do vôlei está altamente inflacionado e não é de hoje, fato que é o causador da falência de vários times nos últimos anos.

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