Coluna de domingo: Não existe mesmo mais bobo no vôlei



Pessoal, boa tarde. Última coluna Saque antes da Copa do Mundo está no ar. O assunto era óbvio…

O clichê adaptado do futebol já virou verdade no vôlei após a poderosa Seleção Brasileira masculina perder, em casa, para o Irã, por incontestáveis 3 sets a 0, ontem. Se o sinal de alerta já estava aceso para o Brasil após perder três de quatro partidas anteriores, também como mandante, para Itália e os reservas da Polônia, ele ganhou ainda mais força neste fim de semana.

Na sexta-feira, os iranianos – que já se destacam nas categorias de base, mas ainda buscam espaço entre os adultos no cenário mundial – estiveram muito perto do triunfo. Botaram pressão nos atuais tricampeões do mundo e chegaram a ter 13 a 11 no tie-break. Perderam, a ponto do técnico sérvio Slobodan Kovac dizer que “o Brasil não ganhou. Fomos nós que perdemos”.

Para quem achou a frase petulante, o sábado tratou de provar que fazia sentido.

O Brasil seguiu irreconhecível em todos os fundamentos, a ponto de ter sido dominado pelo Irã nos três sets da partida de ontem. E os problemas não são muito diferentes dos citados neste mesmo espaço semanas atrás: passe ruim, quantidade irritante de erros no saque, virada de bola deficitária no ataque e uma apatia contagiante. E assim a Seleção fica refém de lampejos individuais para virar um set, por exemplo. Foi assim que Leandro Vissotto impediu a derrota na sexta-feira, repetindo o que Chupita havia feito num dos duelos com a Polônia. Pouco, muito pouco para este time, ainda que eu ainda releve, em parte, ser início de temporada, com foco no Campeonato Mundial, em setembro, e com jogadores longe do estágio físico ideal.

Se perder realmente traz lições, o Brasil tem muito a aprender neste início de Liga Mundial…



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