Coluna de domingo: Líderes podem ser mandantes na decisão



Coluna Saque publicada neste domingo, 22 de dezembro, no LANCE!.

Sada/Cruzeiro e Molico/Nestlé faturaram o “título” do primeiro turno da Superliga 2013/2014. E a conquista até então simbólica pode se transformar em trunfo nos playoffs da competição.

A CBV discute dar um peso maior para os critérios técnicos antes de escolher o local do jogo único da final da Superliga. O martelo ainda não foi batido, mas é possível assim que a cidade de São Paulo receba a decisão do torneio feminino e Minas Gerais, possivelmente a capital Belo Horizonte, o masculino. Ibirapuera e Mineirinho são os ginásios favoritos, neste cenário.

Eu, como vocês sabem, não sou defensor da final em partida única. Gostaria de ver uma disputa em melhor de três jogos, pelo menos, para definição do título. Times teriam mais espaço na mídia, torcedor poderia, ao menos, ter uma chance de ver o time do coração atuando em seu próprio ginásio…

Mas, como vocês também sabem, a posição da Rede Globo, detentora dos direitos de TV, é bem diferente da minha. Atualmente é possível, meses antes de o campeonato terminar, saber que na data X acontecerá o jogo decisivo e assim fica fácil definir a grade de programação da emissora para transmissão das duas finais.

Sabendo então que minha opinião (e de mais alguns espalhados por aí) não irá mudar os rumos da Superliga enquanto o atual contrato vigorar, vejo a utilização de critérios técnicos como um avanço para manutenção deste formato. Você premia a boa participação de dois times na primeira metade da competição, sempre mais morna e pouco atrativa. Se os dois times “premiados” vão chegar à final, eu já não sei. Mas, se chegarem, terão algum tipo de vantagem. E por merecimento.



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