Coluna de domingo: Dúvida sobre o time a ser batido?



Pessoal, boa tarde. No ar a coluna Saque desta semana, que excepcionalmente foi publicada na segunda, já com o resultado final da Copa dos Campeões feminina.

– Foi uma temporada quase perfeita.

A definição sobre o 2013 da Seleção Brasileira feminina é de José Roberto Guimarães. E a palavrinha quase só está ali pois o treinador é perfeccionista e também não quer que suas jogadoras se “achem” no início da trajetória até a Rio-2016.

O ano terminou na manhã deste domingo com uma vitória por 3 a 0 sobre o Japão, garantindo o título da Copa dos Campeões. Foi a quinta conquista em cinco competições disputadas. Uma supremacia que beira mesmo a perfeição, quando os números são analisados.

Vejam só. No hexagonal final do Grand Prix (5 jogos), no Sul-Americano (5 jogos) e no Torneio de Montreux (3 jogos), a Seleção não perdeu NENHUM set. Nos cinco jogos da Copa dos Campeões, o Brasil foi derrotado em apenas dois sets, um a mais do que no triunfo no Torneio de Alassio, disputado em três partidas. 2013 termina, após 36 jogos, com apenas uma derrota do Brasil, para a Bulgária, na fase de classificação do GP, por 3 a 1. Um aproveitamento de 97,2%.

– O Brasil só bateu em bêbado?, pode me perguntar alguém que não acompanha tão de perto o vôlei. Não. Neste ano, a Seleção, líder do ranking mundial, enfrentou as sete seleções que a perseguem no top 10.

2014 é ano de Mundial, única grande competição que o Brasil nunca venceu. Parece que chegou a hora.

 

 



  • William Santos
    • Alanda

      Willian, vc escolheu o blog errado para postar o link. O protagonista da notícia pertence a outro blog…. não sei se vc notou…..kkkkkkk

  • Evelyn

    As irmãs Pavão, Monique e Michelle, conquistaram um lugar cativo na seleção brasileira por méritos próprios, concentradíssimas e serenas entram determinadas e cumprem muito bem seu papel. Tecnicamente as irmãs Pavão estão acima da média, executam os fundamentos com perfeição, tem um ajuste fino e excelente visão de jogo.
    Tranquilas ao extremo, não rifam a bola, sabem tratá-la com carinho. Taticamente são praticamente perfeitas, estão sempre bem posicionadas, não deixam a bola cair, e conseguem sacar com eficiência aonde querem dificultando o passe adversário.
    Elas são jogadoras muito confiáveis e estáveis, estrearam em 2013 na seleção brasileira no Torneio de Montreaux e já fizeram bonito. Sem altos e baixos, conquistaram seu espaço na seleção com bastante competência e objetividade. Parabéns às irmãs Pavão.
    Quero parabenizar também a capitã Fabiana Claudino, eleita MVP da Copa dos Campeões pela importância que ela tem dentro do grupo.
    Russas culpam cansaço por fracasso!
    “Estávamos um pouco cansadas depois dos últimos três dias e não pudemos jogar o nosso normal”, lamentou a levantadora e capitã russa,Pankova.
    Fala sério, choro de perdedor, que desculpa mais esfarrapada!!!
    Só as russas estão cansadas é? Por acaso as outras seleções estavam de férias?
    Então o preparador físico delas é um incompetente.
    O fato é que as russas nunca dessem do salto, nunca admitem a superioridade alheia e sempre dão essa desculpa do cansaço, de muitas viagens etc…
    Acontece que a Rússia fica muito mais perto do Japão que o Brasil.
    E cansaço por cansaço, as brasileiras eram para estar muito mais cansadas que as russas, afinal de contas as brasileiras foram campeãs de 5 torneios seguidos. Enquanto as russas perderam para as brasileiras e arrumaram as malas mais cedo e foram descansar em vez de disputar as finais do Grand Prix.
    Outra coisa, o Brasil é muito mais time, entra e sai jogadora e o time continua forte, tem um banco forte. As russas não podem perder uma Goncharova-Obmochaeva que já sentem falta.
    Malik e Sokolova não eram titulares no Grand Prix, será que estão cansadas também?
    Enquanto o Brasil é bicampeão olímpico, as russas ficam chupando dedo.
    Enquanto o Brasil ganhou 5 torneios seguidos em 2013, a Rússia só ganhou o Europeu.
    IMPORTANTÍSSIMO: Vale lembrar que a Rússia só ganhou o Europeu/2013 porque o Brasil não disputa esse torneio, porque se o Brasil ficasse na Europa, nem o Europeu as coitadas das russas ganhariam.
    Portanto: CHUPA RÚSSIA!!! Parem de ser arrogantes e dessam do salto queridas!!!

  • Alex Bredariol Grilo

    Acho que o Brasil chega com moral para o Mundial, mas é bom não esquecer que em 2007 o Brasil teve uma temporada pífia, mas que reverteu e conseguiu ser campeão olímpico em 2008.

    Em 2012 os EUA eram o time a ser batido nas olimpíadas, mas o Brasil conseguiu ser bicampeão.

    Então, mesmo estando jogando mais bola que as outras seleções, tem que sempre melhorar.

  • Wasley

    Eu teria um pouco mais de cuidado ao dizer que o Brasil é o time a ser batido. Minha ressalva é apenas a seleção dos EUA. Esse time é o mais promissor (acho que mais do que o da China e o da Rússia) e não contou com jogadoras importantes e experientes nesta temporada.

    • Raffael

      No atual cenário o Brasil é o time a ser batido sim, pois conquistou tudo o que disputou e isso da aval pra essa análise. Sabemos que não é imbatível, que EUA e Rússia completos são times que podem e irão fazer frente ao Brasil. Gostei muito do retorno da Wal, e se ela quiser, e parece que quer, estará entre as 14 ( 4 centrais ) no mundial do ano que vem. Gostei muito das gêmeas tambem que em momento algum comprometeram naquilo que lhes foi proposto e uma boa temporada nessa superliga será de extrema importância pra que elas tenham pelo menos esperança de disputar o mundial( acho que Monique tem mais chance pois temos poucas opostas no mercado nacional, ao contrario de ponteiras).Lins e Thaisa só não estarão no Mundial em caso de contusão pois são partes da espinha dorsal desse time.

      • Wasley

        Rafael, compreendo o seu comentário e concordo em parte. A minha ressalva é apenas o fato dos EUA não contarem com a base que foi medalha de prata em Londres (e, naquela ocasião, eles eram o time a ser batido). Mesmo com uma equipe inexperiente, vejo-as com mais perigo que as chinesas (que também têm um time muito bom). O Brasil não contou com jogadoras importantíssimas como a Thaísa, a Dani Lins, a Gabi e a Juciely nesta última competição, mas tem o grande diferencial (diante de todas as seleções) de contar com outras jogadoras tão boas quanto. Isso é o que tem feito a diferença. Os EUA, a Rússia e a China não contam com esta gama de jogadoras. Acredito que no próximo ano, teremos uma noção melhor do que nos espera nas Olimpíadas e sobre o real potencial dos EUA. Talvez a Rússia conte com Gamova para o Mundial, mas para as Olimpíadas é pouco provável. As chinesas precisam de jogos importantes para se desenvolverem mais.

      • Bernardo

        Meu caro, sonhar é bom, mas não exagere! De todas as seleções candidatas a títulos nas principais competições, o Brasil é o que menos está renovando as suas jogadoras. Tinha a obrigação de ganhar todos os 5 títulos que levou, pois arrastou quase todo o grupo campeão olímpico em 2012, com algumas exceções em dados momentos.

        Basta imaginar o que poderão fazer as demais seleções ao mesclarem o grupo de novas jogadoras que estão despontando no momento com as mais experientes…

        Rússia e China, de fato, botando a garotada jovem pra jogar, estarão fortíssimas a partir do Mundial de 2014. Mas penso que os EUA, com certeza, como já foi dito acima, provavelmente será a seleção mais credenciada para bater o Brasil, especialmente pelo trabalho diferenciado que fazem na base e o modelo tático que sempre apresentam.

        As suas jogadoras mais experientes ainda são jovens e ainda podem evoluir muito, como Larson, Akinradewo, Hodge, Hooker e a própria Logan. Não há nenhuma seleção com tanta gente boa assim no momento.

        Tudo isso pode não se verificar, mas na teoria, a hegemonia brasileira está por um fio e pode ser só uma questão de tempo, verdade seja dita!

        • Raffael

          Nossa, dizer que a Logan é jovem me faz parar por aqui…

        • Caco

          Logan Tom é mais velha do que qualquer outra ponta da seleção brasileira atualmente. Terá 35 anos nas Olimpíadas do Rio.
          Lindsey Berg é 5 mais velha do que a Dani Lins.
          Larson tem a mesma idade da Garay. Natália, Tandara e Gabi, as nossas reservas e jovens da posição, são mais confiáveis do que Kristin, Hodge e Hill, as jovens dos EUA.
          Akinradewo tem a mesma idade da Thaisa.
          Fabiana é apenas 1 ano e meio mais velha do que a Harmotto. E, “cá pra nóis”, não troco a brasileira pela americana nem se ela fosse 4 anos mais nova do que a nossa capitã. Fabiana foi a segunda melhor bloqueadora de Pequim e a maior bloqueadora de Londres, enquanto Christa não passou nem perto em Londres. Está simplesmente em outro nível.
          Hooker é a única que podemos dizer ser mais jovem realmente do que a brasileira da sua posição. Porém, acho que a Sheilla soube envelhecer. Em 2008, no auge da sua forma física, distribuía pancadas pela quadra adversária. Quando começou a envelhecer para a posição, passou a usar mais sua condição técnica.
          Em 2016, Hooker estará com a mesma idade da Sheilla em Londres. Porém, é uma atleta que depende muito mais da sua condição física do que a brasileira. Destinee já não estará no auge da sua forma física como em Londres. Por ser muito mais técnica do que a americana, mesmo envelhecendo, Sheilla conseguiu manter o nível, apesar de não ser alta para a posição de oposto e já estar com 30 anos. Hooker não tem a técnica da brasileira. Por isso, sentirá muito mais o peso da idade.
          Como você poder ver, as americanas não são mais jovens como você pensa, apenas menos experientes do que as brasileiras, o que conta a nosso favor.
          Acho o banco brasileiro para Rio 2016 mais forte também, o que não me preocupa quanto à renovação ou substituição de atletas.
          Brasil: Natália, Gabi, Camila Brait, Walewska, Juciely, Adenízia, Monique, Michelle, Fabíola, Pri Daroit, Ellen, etc.
          EUA: Glass, Hodge, Murphy, Myashiro, Gibbmeyer, Kristin, Hill, Dani Scott, Banwarth, etc.

  • Mauricio

    Sinceramente, vejo que 2013 foi um ano com competições mundiais de baixíssimo nível técnico. Ano pós-olímpico é normal haver uma queda de qualidade nos jogos em função dos testes com novas jogadoras, mas nesse foi demais. Rússia/Eua/Itália/China, nenhuma escalou força máxima. Só pra ter uma idéia, nessa copa as melhores atacantes foram Sakoda e Onuma. Olha, são boas jogadoras, bem técnicas, mas pra serem destaque no ataque? Brasil manteve a base do bi-olímpico pra esse ano substituindo no maximo 2 peças e todas as outras testaram novas formações. Isso pra mim desqualifica a afirmação de time a ser batido. Em 2014 teremos todas as seleções completas novamente. Significa jogar contra Hooker, Akinradewo, Sokolova, Gamova, Kosheleva, Brakocevic, Mihajlovic.

    • Caco

      Lembre-se que o Brasil também não estava completo e que o Brasil já bateu todas essas seleções com Hooker, Akinradewo, Sokolova, Gamova, Kosheleva, Brakocevic e Mihajlovic.
      É impressionante como sempre o Brasil está completo na opinião dos brasileiros, enquanto as outras equipes não estão.
      Em 2010, perdemos duas jogadoras importantíssimas para o Mundial (Paula, MVP em Pequim, e Mari, MVP do Grand Prix de 2009). Ambas vinham em uma ótima sequência e eram fundamentais para o time. Ninguém falou que estávamos desfalcados.
      Em 2011, perdemos Jaqueline naquele acidente em Guadalajara e Natália por causa do tumor na perna e novamente ninguém destacou que estávamos desfalcados. Mari e Paula voltaram, mas já não eram mais as mesmas.
      Tivemos desfalques importantes durante todo o ciclo olímpico, sem contar as aposentadorias da Fofão e da Walewska, mas a galera desceu o pau durante as derrotas sem ninguém se lembrar disso.
      Imaginem se a Rússia tivesse perdido Sokolova e Kosheleva para o Mundial de 2010, como nós perdemos Paula e Mari.
      Imaginem se a equipe americana tivesse perdido a Tom e a Larson para as Olimpíadas de Londres.
      O ano que vem será muito mais difícil, mas isso não significa que não somos o time a ser batido porque o Brasil é forte sempre.
      Mesmo desfalcados fomos vice no Mundial, chegando invictos à final. A Rússia não passou das quartas nas Olimpíadas. Vencemos as Olimpíadas, enquanto as americanas ficaram em quarto no Mundial.
      O Brasil está no pódio sempre, disputa quase todas as finais, enquanto as outras equipes se revezam pra ver quem pegará o Brasil na final desde 2006. A Rússia caiu nas quartas nas últimas 2 Olimpíadas, o que significa estar entre o quinto e o oitavo lugares. Os EUA foram nono e quarto nos dois últimos Mundiais. Só o Brasil frequentou as finais dos dois maiores campeonatos de vôlei do mundo nos dois últimos ciclos olímpicos. Quando não ganhamos, só perdemos para o campeão. Isso quer dizer que o campeão teve que nos vencer para ganhar. Se isso não significa ser o time a ser batido, eu não sei o que é então…

      • Mauricio

        Bem, no meu texto não me referi à 2010, nem 2011. Falei do nível técnico das competições neste ano e do costume de dar chance às mais novas em ano pós-olímpico. E tudo o que você escreveu abaixo com relação a resultados de competições e desfalques, por acaso, eu também sei por que acompanho a seleção.
        A seleção feminina tem todo o mérito da supremacia imposta em 2013, mas soberania em um ano não pressupõe soberania noutro. Nem de um ouro em um GP ou Mundial podemos esperar outro em seguida. Lembro dos comentários aqui apontando o favoritismo absurdo da equipe americana nas vésperas de Londres. O ouro certo. O resultado…
        Já são 20 anos que o Brasil se tornou uma das grandes equipes e o Mundial ainda não veio. Ano que vem vai ser uma bela disputa.

        • Caco

          O fato do nível técnico não ter sido o melhor este ano é normal em ano pós-olímpico. Se o Brasil foi bem e as outras seleções não foram, isso significa que as outras estavam abaixo, não é? Se o Brasil está acima, isso significa no mundo dos esportes que é o time a ser batido, diferentemente do que você afirmou anteriormente.
          Você disse que as outras seleções testaram novas formações. E o Brasil não testou? Gabi, Monique, Michelle, Pri Daroit não costumam atuar no time principal.
          Rússia, EUA, China e Itália testaram mais porque, não sei se você percebeu, mas essas equipes mudaram de técnico. É natural que um novo treinador teste mais e tente encontrar o seu time ideal.
          Por que o Zé faria isso? Ele trabalha na seleção feminina desde 2004. Ele precisa apenas dar continuidade ao seu vitorioso trabalho.
          Além do mais, Rússia tinha apenas dois desfalques nas palavras do próprio treinador: Kosheleva e Goncharova. Isso significa que estavam menos desfalcadas do que o Brasil. A Rússia olímpica era um time mais velho do que o Brasil: Gamova, Sokolova, Artamanova, etc… Algumas dessas jogadoras não estarão no Rio e eles precisam urgentemente encontrar alternativas para isso.
          Sem Gamova e com Sokolova muito abaixo do seu age, sinceramente não vejo a seleção russo com a mesma força de 2006 e 2010.
          A equipe americana testou bastante. Porém, eles sempre fazem isso em ano pós-olímpico e nunca venceram uma grande competição. Logan Tom e Berg estão ficando velhas. Hooker virá de uma gravidez. Foluke, uns dizem que estava dando um tempo, outros que está com um problema referente a doping e alguns que está contundida.
          Acho que os EUA atingiram o seu ápice em 2012, o mesmo do Brasil em 2008. Não acredito que conseguirão manter o mesmo nível de 2012 e, agora, terão que lidar com a necessidade de trocar peças importantes, sem poder contar com substitutas à altura. Acho Tom muito melhor do que Kristin, Hill e Hodge. Prefiro Berg à Glass porque a última, apesar de talentosa, é muito inconsistente. É difícil saber como Hooker virá depois do parto, já que foco não é o seu forte. Ela sempre arruma um jeito de dar uma escapadinha dos times em que joga.
          É bem verdade que supremacia em um ano, não quer dizer o mesmo para o ano seguinte. Porém, o contrário é até mais verdadeiro porque um ano ruim também não significa um ano seguinte bom.
          A Sérvia é um ótimo exemplo. Tiveram um ótimo 2011. Infelizmente, sofreram com inúmeras lesões em 2012. Voltaram com a maioria das titulares em 2013 e tiveram um ano muito abaixo do esperado. Chegaram às finais do Grand Prix porque pegaram muita moleza na fase de grupos e caíram precocemente no europeu. É muito difícil manter o nível por muito tempo.
          Em todos esses últimos 8 anos somente o Brasil conseguiu. É, por isso, que discordo quando você desqualifica a expressão “time a ser batido”. Sempre imaginamos todas as atletas na sua melhor forma e, quando alguma está faltando em time, achamos que a equipe teve um resultado pífio por causa disso. A verdade é que 2013 nos mostra que a Rússia terá muitos problemas para lidar com a ausência da Gamova e, principalmente, o envelhecimento da Sokolova. Mesmo que a Gamova volte, lembre-se que elas nunca nos bateram sem a Sokolova e esta está em uma péssima forma desde o ano passado no Vitra.
          2013 também nos mostra que os EUA, diferentemente do Brasil, não podem contar muito com o seu banco. Ficar sem Tom para eles é muito diferente do que ficarmos sem Jaque, Natália, Mari ou Paula como já nos ocorreu. Por isso, acho sim o Brasil o time a ser batido e não desqualifico a expressão. Isso não significa que não podemos ser batidos. Apenas quer dizer que essa seleção, quando não ganha, é segundo, ou seja, o campeão sempre tem que nos bater pra vencer.

          • Mauricio

            Pri Daroit, Monique, Michelle foram titulares no TIME em que planeta em GP e Copa dos Campeões? Pq ganhar Montreux e Alassio com elas não é nenhum absurdo. A Monique jogou muito bem o GP, mas quando as coisas apertavam vinha a Sheilla do banco, que ajudou a definir o GP sendo titular na fase final.

            A Rússia não ter Goncharova/Kosheleva, além de uma das novas centrais de 1,97 lesionada, é o mesmo que não ter Garay/Sheilla hoje. Sealguem acredita que o Brasil continua imbativel sem essas duas, hoje, olha…

            E todas essas equipes, independente de troca de técnico ou manutenção dele, dão chances às novatas em ano pós-olímpico.

          • Caco

            Mauricio, é impressionante a dificuldade que você tem para lembrar os desfalques da seleção brasileira e supervalorizar a ausência de algumas atletas de outras seleções.
            Respondendo a sua questão, Goncharova, Kosheleva e Zaryazhko jogaram SIM o Grand Prix na partida contra o Brasil. O Brasil estava sem Sheilla, Thaisa, Fabi e Fabiana. A Rússia estava completa. Vencemos por 3X2, a seleção americana venceu por 3X1 e quase a seleção polonesa as venceu também. Está satisfeito? Se não está, gostaria de lembrá-lo, já que você supervaloriza a presença dessas jogadoras, que a nossa seleção universitária quase bateu a seleção russa, com Goncharova e Zaryazhko no Universíade desse ano. A competição era importante para a Rússia porque estavam em casa. A SELEÇÃO BRASILEIRA JOGOU SEM NENHUMA JOGADORA DO TIME PRINCIPAL. Jogamos com Tássia, Bruna, Régis, Amanda, Mayhara, Natasha e Roberta, ou seja, as reservas da Unilever e algumas titulares do Praia. lol Elas precisaram do tie-break para nos vencer. Está satisfeito? Se ainda não, poderia lembrá-lo também que o Dinamo Moscow, equipe de Goncharova e Kosheleva, perdeu para o Igtisadchi Baku na última rodada da Champions e ocupa apenas a segunda colocação de seu grupo que é bem mediano, por sinal. Satisfeito? Se ainda insiste em não estar, gostaria de lembrá-lo que o Dinamo Moscow, cujas principais estrelas são Goncharova e Kosheleva são, atualmente, o maior freguês do Dinamo Kazan, time da Gamova. kkkkkkk
            Me desculpe, mas você está supervalorizando demais essas atletas. Perderam para o Brasil no Grand Prix com Monique, Juciely, Gabi e Adenízia. Imagina se tivéssemos em quadra Sheilla, Fabizona, Thaisa e Jaqueline. Precisaram do tie-break para vencerem as reservas da Unilever e você ainda acha que fazem falta? rsrsrs
            Quem realmente vai fazer falta são Gamova e Sokolova. Porém, a primeira disse que se aposentou e a segunda está sentindo o peso da idade desde a temporada passada no time turco.

      • Periico

        Mari foi MVP no Grand Prix de 2008. No ano seguinte foi a vez de Sheila

        • Caco

          Valeu, Periico! Me confundi.

  • Aline

    Querido “ASA NEGRA”, pessimista de plantao… Que eu saiba o Brasil ganhou de todas essas selecoes completissimas, que eu saiba nem Hooker, nem Sokolova, nem Mihajlovic, nem Costa Grande, nem Kim, nem Saori Kimura, nem Darnel, nem De La Cruz, ou qualquer outra Mega-Estrela do volei mundial impediu o Brasil de ser Bi-Olimpico. O Brasil e o melhor do mundo pq nao depende de estrelas, o Brasil ganha no conjunto, no grupo forte, na inversao do 5×1, na qualidade tecnica e tatica de suas jogadoras. Entra e sai jogadoras na selecao brasileira e o nivel permanece alto.
    O Brasil nunca teve as jogadoras mais altas e mais fortes, mas tem jogadoras versateis que dominam mais de um fundamento e dao volume de jogo.
    O que faz ganhar um jogo e nao deixar o adversario fazer ponto, nao deixar a bola cair e nisso o Brasil eh otimo,pois tem uma relacao bloqueio-defesa fenomenal, amortecendo grande parte das bolas propiciando um contra-ataque.
    As opostas brasileiras Sheilla e Monique nao sao jogadoras que viram a bola so na porrada, elas tem CEREBRO, tem visao de jogo, sabem trabalhar a bola, variar os golpes, explorar um bloqueio. Alem disso, Sheilla e Monique tem um excelente fundo de quadra, dfendem muito bem e sacam com eficiencia.
    Para isso elas nao precisam ser girafas, elas precisam ter cerebro e qualidade tecnica.
    Se fosse considerar o porte fisico, as jogadoras da Rep.Dominicana e que deveriam ter ganhado 5 torneios seguidos esse ano.
    As dominicanas sao as mais musculosas,as mais porradeiras, as que tem maior impulsao, maior forca fisica e saltam mais alto.
    Em atributos fisicos, a equipe dominicana eh a melhor do mundo, sao atleticamente perfeitas. Mas nao conseguem bons resultados, pq querem resolver tudo na base da porrada, com alto indice de erros.
    O saque dominicano eh uma BOMBA de tao forte, mas qto saques elas acertam. Por outro lado, a Michelle entra pra sacar um tatico e tem um aproveitamento muito maior que as dominicanas.
    O bloqueio dominicano e alto, tem jogadoras como a Martinez com 2,00m e a Valdez com 1,96m, mas nao tem passe e defesa boas para complementar o bloqueio e o contra-ataque eh desorganizado.
    Ja as tailandesas sao a melhor defesa do mundo, mas tem o bloqueio baixo…
    O Brasil eh forte em todos os funamentos, uma equipe eqilibrada.
    Nao precisa ter estrelas, precisa ter time.

    • Mauricio

      Brasil ainda não ganhou da Sérvia completíssima. Em 2011 eles não jogaram no GP, se encontraram na Copa do Mundo e o Brasil suou pra ganhar das juvenis. Em Londres, tinha Mihajlovic e o resto todo quebrado. Vamos ganhar ou perder delas ano que vem? Eu sinceramente não sei. O que mais atrapalha aquela seleção é o técnico. Isso não é desmérito do Brasil, pelo contrário. Mas também não garante que em 2014 vamos ganhar de todos. E olha, acompanho volei desde 1996 e Brasil SEMPRE FOI E AINDA É CONJUNTO, defesa, tática como você descreveu, mas só conseguiu ser campeão olímpico quando tinha jogadoras pra botar a bola no chão. Sheilla e ,principalmente, Mari e PP4 em Pequim, e Thaisa e Sheilla, de novo, mas dessa vez MÍTICA em Londres. E sim, quem diria, a Jaqueline na final.

      • Sloan

        Concordo com Mauricio. O Brasil não jogou com as seleções completas, ganhou de todas, foi merecido?! Foi, obvio. Mas as seleções estavam todas desfalcadas! As estrelas ou as melhores não estavam do outro lado da rede. O Brasil jogou com as não-titulares quando estava tranquilo, quando não, chama Sheilla… Não vou ficar achando q a Seleção está imbativel proximo ano Mundial, temos q botar o pé no chão, as demais seleções vão se arrumar e voltar com as melhores e as novinhas tbm. Duvido q a Russia deixe ganharmos fácil o Mundial e duvido q a Seleção americana não venha com tudo, e ainda tem as Sérvias

  • Aline

    A versao masculina da Copa dos Campeoes iniciou com muito equilibrio, jogos durissimos, nenhum 3×0 e muito bom voleibol.
    Tive q ver os 3 jogos, dormi nos inrervalos entre os jogos e pus despertardor pra trabalhar…
    No primeiro jogo,claasico europeu, muita rivalidade equilibrio, Muserski foi bem no ataque, mas no bloqueio nao conseguiu acompanhar a velocidade imposta pelo levantador Travica. A Italia com sua nova dupla de ponteiros, Kovar e Lanza, que substituiram Parodi e Savani, se deu melhor. No bloqueio, o capitao Birarelli foi o destaque da partida.
    Em BrasilxIran, adorei a atuacao de Mauricio Borges,q foi o melhor atacante brasileiro, virando bolas dificeis de contra-ataque, defendeu muito tbem.
    O jogo foi duro e quase foi para o TIE BREAK. O Brasil conseguiu fechar o quarto set em 25×23 evitando o tie break, gracas as substituicoes promovidas pelo Bernardinho, que inverteu o 5×1 pondo o oposto Evandro Guerra e o levantador Rapha nos lugares de Bruno e Wallace.
    Com isso Evandro marcou o ponto 24 com um bloqueio pela saida de rede e o ponto 25 explorando o bloqueio em um ataque veloz pela entrada de rede.
    O maior destaque do Iran foi o excelente libero Zarif com suas defesas acrobaticas a la Seginho e seu passe perfeito. O oposto Ghafour, o central Mousavi e o ponteiro Mobasheri que veio do banco e entrou no lugar de Zarini tambem tiveram atuacao destacada.
    Foi um confronto digno de Velasco x Bernardinho. O Iran evoluiu muito e tem totais condicoes de conquistar um lugar no podium, fez frente ao Brasil e endurecera tbem a partida contra Italia e Russia.
    Japao e EUA fizeram mais um 3×1, o Japao, como era de se esperar, deu show de defesas, mas nao conseguiu converter boa porte de suas belas defesas em pontos, pois seus contra-ataques paravam no bem armado bloqueio dos EUA.
    Fazendo uma analise da primeira rodada, parece que JapaoXEUA foi uma disputa para ver quem ficava com o ultimo lugar da competicao, Brasil, Iran, Italia e Russia brigam por medalhas.
    Brasil e Italia comecaram muito bem a competicao, derrotando adversarios de peso, o equilibrio entre Brasil, Iran, Italia e Russia e grande e colocacao no podium pode ser decidida no saldo de sets ou de pontos.
    Os jogos contra EUA e Japao sao perigosos, pois perder sets para essas equipes pode custar um degrau no podium.

  • daniel

    Hoje, o Brasil é o único time que pode ir para o Mundial com qualquer desfalque, e que sejam muitos, e mesmo assim vai para brigar pelo título. EUA sem Hooker e Rússia sem 2 das 4 torres seriam apenas coadjuvantes. Somos o time a ser batido com qualquer formação. Por isso, esbravejamos tanto com as atuações ridículas em 2011 e parte de 2012. Mas isso já é passado e hoje o time só merece elogios. ZRG, que meteu os pés pelas mãos algumas vezes no último ciclo, está dando show.

    • Raffael

      Exato!!! Brasil perdeu esse ano uma dar melhores ponteiras de composição do mundo que é a Jaqueline, e pro lugar dela colocaram uma menina recém promovida da base (Gabi) e logo em seguida uma oposta de origem que até hoje os carcarás de plantão insistem em chamar de eterna promessa (Natália) e ainda assim o Brasil engoliu todos os adversarios. Se a Russia perdeu sua GIRAFA, tinha que colocar outra GIRAFA no lugar dela, senão a coisa desanda. As brasileiras tem muita facilidade de se adaptar a novas funções dentro da equipe. Onde voce encontra no cenário mundial Central Passadora fora a escola falida de Cuba no seu 4×2 que não funciona mais??? Walewska e Valeskinha fazem isso com louvor. Oposta que tenha um bom fundo de quadra e que não vive apenas de porrada??? Sheilla e Monique dispensam comentarios. E por aí vai…são tantas qualidades que eu poderia ficar o dia aqui escrevendo.

  • Luiz

    bateu em velhinhas bêbadas, isso sim.

  • Wasley

    Calma, gente. Eu creio que ninguém desmereceu a qualidade da seleção brasileira quando disse que o Brasil não era o time a ser batido. Apenas, que haveria a necessidade de um tempo maior para a confirmação disso. A seleção brasileira é excelente realmente e merece todos os elogios. Espero que isso continue até o final deste ciclo olímpico (e até continue após).

    • Mauricio

      Exato. Ninguém está contestando o trabalho, os méritos e o talento da SFV. Mas as outras seleções não usaram força máxima nesse ano. Isso está bem claro. Em 2009 foi bem parecido, ainda que o GP tivesse sido bem disputado. A Itália, que abdicou de jogar o GP, foi 100% para a Copa dos Campeões e tirou o ouro da nossa seleção, que estava abatida de ter disputado 7 torneios com a mesma base e e desfalcada de Fabiana.

      • Sloan

        Onde eu assino! ;P

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