Coluna de domingo: Direto do túnel do tempo



Pessoal, boa tarde. Após curtir o fim de sábado e o início de domingo com os filhos, uma pausa para o blog. Está no ar a Coluna Saque publicada neste domingo, dia 17, no LANCE!

De novo, mais uma vez, novamente. O filme mais repetido dos últimos tempos no esporte brasileiro vai acontecer no dia 7 de abril, no Ibirapuera, em São Paulo.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir pela NONA vez seguida a Superliga feminina. As cariocas levam vantagem com cinco títulos no duelo com as paulistas de Osasco. No geral, os dois principais rivais do país já fizeram 69 jogos na História do torneio. E a Unilever leva a melhor outra vez: 38 a 31. Nesta temporada, um 3 a 2 para cada lado, com o time que jogou em casa levando a melhor.

Os dois páragrafos acima não têm nada de originais. Foram os mesmos que usei no ano passado para relatar a final da Superliga feminina. Logicamente, atualizei as estatísticas de cada um, além do local e data do novo encontro.

Difícil falar algo diferente, né? São os times que mais investem, que possuem a base da Seleção atual (e também da geração anterior da Seleção), que talvez protagonizam a maior rivalidade do vôlei mundial… E, também, são os times que transformam a competição quase em um jogo de cartas marcadas, já que outros times são criados e depois fecham as portas com a mesma constância do que Unilever e Sollys/Nestlé disputam as decisões.

Tamanha repetição já não faz tão bem ao esporte. E, de uma vez por todas, deve forçar a CBV a mexer em seus critérios de ranqueamento. Se o mecanismo foi criado para equilibrar e evitar concentração de grandes jogadoras em um mesmo time, não está mais funcionando. Precisa de acertos para devolver um pouco do elemento-surpresa à competição nacional.

 



  • Lucas

    A superliga desse ano foi muito fraca !
    Nao aguento mais Sollys Osasco e Unilever em finais de superliga

  • daniel

    A questão do super time do Osasco é muito simples de ser resolvida. As jogadoras precisam ser pontuadas de maneira correta. Como que Fernanda Garay e Adenízia só valem 6 pontos? E Camila Brait apenas 4 pontos?

  • Desabafo de uma jogadora do Sollys/Nestlé/Osasco

    Estou aqui hoje para desabafar várias coisas que estavam entaladas na minha garganta.
    Treinamos muito focadas em conseguir nosso objetivo: vencer o time Zé Roberto por 3×0 da maneira mais rápida possível na casa do adversário.
    É bom deixar bem claro que não tenho nada contra as jogadoras do Amil/Campinas, mas estava muito tempo com o Zé entalado na garganta, e imagino o que as jogadoras do Amil devem estar passando, pq já passamos pelos mesmos dissabores com o Zé na seleção.
    Zé é um cara difícil de assumir seus erros, qdo o time ganha é porque as jogadoras seguiram o seu plano tático e quando perde é pq as jogadoras não seguiram, ou seja, ele se considera o responsável pelas vitórias e as jogadoras são as responsáveis pela derrota, o verdadeiro Sr. Infalível!
    Zé não sabe perder, e para desviar o foco da sua incompetência para evitar levar uma surra de fáceis 3×0 dentro da própria casa, veio com essa polêmica de Ranking de atletas.
    Há “9 anos” temos a mesma final e o ranking não tem nada a ver com isso, nada impediria a final Sollys/Nestlé/Osasco x Unilever, a não ser “investimento” nos outros times.
    Na verdade nem deveria haver ranking, mas sim patrocinadores para bancar grandes talentos em seus times.
    Enquanto os times forem chamados de Osasco, Rio de Janeiro, Campinas, Uberlândia etc… Qual é o retorno que esses patrocinadores tem na mídia? Com certeza muito menos do que se fossem chamados de Sollys/Nestlé, Unilever, Amil, Banana Boat/Praia Club.
    Como atrair novos patrocinadores se o nome do patrocinador é ocultado?
    Como pode a Globo ter os direitos de transmissão da Superliga, não transmitir os jogos e impedir que outras emissoras da TV aberta possam transmitir os jogos?
    Os times são efêmeros, do mesmo jeito que aparecem somem, como aconteceu com Vôlei Futuro, Montes Claros, São Bernardo e muitos outros…
    Somos muito gratas ao Luizomar que não deixou nosso time acabar e correu atrás de novos ivestimentos e patrocinadores.
    Portanto dêem mais importância ao que realmente mantêm o vôlei vivo que são os investimentos e os patrocinadores, e esqueçam essa polêmica de ranking, que até hoje só prejudicou os atletas que ficam impedidos de jogarem no Brasil e acabam tendo que buscar alternativas no exterior, pois com ranking ou sem ranking, quem realmente investe no vôlei é que tem ido para as finais há 9 anos na Superliga Feminina.
    Voltando à nossa determinação em vencer esse jogo em Campinas por 3×0, vários foram nossos motivos, dentre eles:
    1. O Zé já prejudicou muito o time do Sollys, não bastasse essa inveja que ele tem do Sollys com a desculpa do ranking, em 2011 ele impediu que o Sollys fosse Campeão Mundial, pois o desfalcou totalmente levando as jogadoras para disputar um PAN. O fato de ele levar o time completo para o PAN foi por uma vingança pessoal, pois ele não engoliu ser derrotado por Cuba no PAN/2007 no Rio e queria a revanche em Guadalajara, com isso ele não pensou nem no Mundial de Clubes do Sollys, nem em poupar as atletas para a Copa do Mundo, logo em seguida. Se o time do Sollys não estivesse extremamente desfalcado, teria total condições de enfrentar as equipes europeias de igual para igual no Mundial;
    2. Na Copa da Mundo as atletas chegaram desgastadas fisica e psicologicamente porque enquanto os EUA levou o time B para o PAN para poupar as titulares para a Copa do Mundo, Zé queria sua revanche para Cuba no PAN, acabou que os EUA se classificou para as olimpíadas e nós não, e tivemos que ir para a repescagem sulamericana, para buscar a vaga que já poderia ter sido conquistada na Copa do Mundo;
    3. Vingar o corte da Fabíola, que se dedicou muito à seleção e sempre foi muito querida pelo grupo, deixou de disputar o Mundial pelo Sollys e acabou sendo cortada das olimpíadas, um corte seco, sem explicações e sequer um “muito obrigado pelos serviços prestados” no saguão do aeroporto;
    4. Vingar o corte da Camila Brait, na minha opinião foi o corte mais dolorido de todos, pois o Zé foi de uma insensibilidade tamanha, levou a garota até Londres, fez ela sentir o gostinho de estar no palco dos jogos, respirar os ares olímpicos, para cortá-la de forma absurda. Absurda porque Camila no auge da forma física e técnica perdeu a vaga justamente para a Natália que sabíamos que, pelos treinos, estava longe das condições físicas ideais para estar no grupo olímpico. Não tenho nada contra a Natália como pessoa, ela é ótima companheira, muito alegre e divertida, mas não era o momento dela e, sim, o da Camila. Até pq durante o Grand Prix o Zé vinha escalando 2 líberos se revezando: Fabi entrava quando o saque estava na posse do adversário e Camila entrava quando nós estávamos sacando, da mesma forma que Talmo revezava Verediana e Juliana no SESI e Marco Aurelio revezava suas líberos na Turquia. E esse revezamento entre Fabi e Brait estava dando muito certo e sendo muito legal para o time, dividia a pressão e responsabilidade da posição de líbero entre as duas, além do que Fabi passava muita da sua experiência para a Brait.
    4. Apesar de gostarmos muito da Natália, nos incomodava a atitude do Zé em deixar público que esperaria por ela até o último minuto, criando uma espécie de idolatria, um mito de Salvadora da Pátria, fazendo parecer que Natália era muito mais importante que as demais atletas da seleção, isso gerou um clima muito ruim no resto do grupo pois havia a sensação de menosprezo das demais jogadoras em relação à idolatria da Natália, que estaria numa posição de intocável;
    5. Mostrar a ele que quem ganhou o Ouro foi a “união do grupo” e não simplesmente à soberba do Zé, o técnico do EUA, Hugh McCutcheon, contribuiu muito mais para o Ouro olímpico que o Zé, que mais atrapalhou do que ajudou. O fato é que se os EUA não tivessem feito o favor de vencer a Turquia, estaríamos eliminadas na primeira fase. Ao meu ver antes de perder o Ouro na final contra a gente, os EUA perderam o Ouro no jogo contra a Turquia nos classificando para a última vaga das quartas-de-final;
    6. Na verdade nos sentimos muito mais valorizadas e confortáveis jogando com o Luizomar do que com o Zé, não tenho dúvidas que se o Luizomar fosse o técnico da seleção já teríamos conquistado a nossa classificação para as olimpíadas na Copa do Mundo. Também não passaríamos aquele sufoco na fase de classificação das olimpíadas tendo que ficar torcendo para a derrota da Turquia para não sermos eliminadas. Entramos nas olimpíadas muito tensas devido aos acontecimentos recentes, a fase de cortes foi muito tempestuosa, porque o Zé não cortava por critérios técnicos ou físicos, os critérios dele eram muito subjetivos e ele não dava nenhuma explicação, simplesmente cortava e em momentos mais obscuros, seja no saguão do aeroporto, seja já em Londres ou na lavanderia de Saquarema. O fato é que por mais que estivéssimos bem física ou tecnicamente, isso não era garantia de nada, pois não havia um critério definido e coerente para os cortes. Ficamos realmente muito contrariadas com os cortes injustos e inesperados de nossas companheiras do Sollys: Fabíola e Camila Brait.
    7. Zé tem um perfil ditador, ele não tolera jogadoras criativas e com personalidade e acaba as cortando se não rezarem pela sua cartilha, isso ficou explícito com a dispensa da cubana Ramirez de sua equipe.
    Luizomar é um paizão pra gente. Com ele conseguimos jogar o melhor do nosso vôlei, com isso conseguimos ganhar em 2012 o Campeonato Paulista, a Superliga, o Sul-americano e o Campeonato Mundial.
    Como a própria Adê declarou após o 3×0 em Campinas: “Muito do sucesso desse grupo se deve ao trabalho do Luizomar. Ele é um técnico muito dedicado e que faz com que a equipe jogue tranquila e apresente muita união em quadra. O trabalho dele é fundamental para que o Sollys seja tão vitorioso”.
    Nosso principal objetivo agora é a conquista de mais uma Superliga, vamos enfrentar novamente a Unilever que se reforçou e vem com um timaço, vai ser um grande jogo e lutaremos muito pela vitória, mas independente disso, esse 3×0 em Campinas foi muito esperado e, acima de tudo, muito comemorado!

  • lucas alves

    é simples é só nao assistir a final.

  • Desabafo de uma jogadora do Sollys/Nestlé/Osasco

    Estou aqui hoje para desabafar várias coisas que estavam entaladas na minha garganta.
    Treinamos muito focadas em conseguir nosso objetivo: vencer o time Zé Roberto por 3×0 da maneira mais rápida possível na casa do adversário.
    É bom deixar bem claro que não tenho nada contra as jogadoras do Amil/Campinas, mas estava muito tempo com o Zé entalado na garganta, e imagino o que as jogadoras do Amil devem estar passando, pq já passamos pelos mesmos dissabores com o Zé na seleção.
    Zé é um cara difícil de assumir seus erros, qdo o time ganha é porque as jogadoras seguiram o seu plano tático e quando perde é pq as jogadoras não seguiram, ou seja, ele se considera o responsável pelas vitórias e as jogadoras são as responsáveis pela derrota, o verdadeiro Sr. Infalível!
    Zé não sabe perder, e para desviar o foco da sua incompetência para evitar levar uma surra de fáceis 3×0 dentro da própria casa, veio com essa polêmica de Ranking de atletas.
    Há “9 anos” temos a mesma final e o ranking não tem nada a ver com isso, nada impediria a final Sollys/Nestlé/Osasco x Unilever, a não ser “investimento” nos outros times.
    Na verdade nem deveria haver ranking, mas sim patrocinadores para bancar grandes talentos em seus times.
    Enquanto os times forem chamados de Osasco, Rio de Janeiro, Campinas, Uberlândia etc… Qual é o retorno que esses patrocinadores tem na mídia? Com certeza muito menos do que se fossem chamados de Sollys/Nestlé, Unilever, Amil, Banana Boat/Praia Club.
    Como atrair novos patrocinadores se o nome do patrocinador é ocultado?
    Como pode a Globo ter os direitos de transmissão da Superliga, não transmitir os jogos e impedir que outras emissoras da TV aberta possam transmitir os jogos?
    Os times são efêmeros, do mesmo jeito que aparecem somem, como aconteceu com Vôlei Futuro, Montes Claros, São Bernardo e muitos outros…
    Somos muito gratas ao Luizomar que não deixou nosso time acabar e correu atrás de novos ivestimentos e patrocinadores.
    Portanto dêem mais importância ao que realmente mantêm o vôlei vivo que são os investimentos e os patrocinadores, e esqueçam essa polêmica de ranking, que até hoje só prejudicou os atletas que ficam impedidos de jogarem no Brasil e acabam tendo que buscar alternativas no exterior, pois com ranking ou sem ranking, quem realmente investe no vôlei é que tem ido para as finais há 9 anos na Superliga Feminina.
    Voltando à nossa determinação em vencer esse jogo em Campinas por 3×0, vários foram nossos motivos, dentre eles:
    1. O Zé já prejudicou muito o time do Sollys, não bastasse essa inveja que ele tem do Sollys com a desculpa do ranking, em 2011 ele impediu que o Sollys fosse Campeão Mundial, pois o desfalcou totalmente levando as jogadoras para disputar um PAN. O fato de ele levar o time completo para o PAN foi por uma vingança pessoal, pois ele não engoliu ser derrotado por Cuba no PAN/2007 no Rio e queria a revanche em Guadalajara, com isso ele não pensou nem no Mundial de Clubes do Sollys, nem em poupar as atletas para a Copa do Mundo, logo em seguida. Se o time do Sollys não estivesse extremamente desfalcado, teria total condições de enfrentar as equipes europeias de igual para igual no Mundial;
    2. Na Copa da Mundo as atletas chegaram desgastadas fisica e psicologicamente porque enquanto os EUA levou o time B para o PAN para poupar as titulares para a Copa do Mundo, Zé queria sua revanche para Cuba no PAN, acabou que os EUA se classificou para as olimpíadas e nós não, e tivemos que ir para a repescagem sulamericana, para buscar a vaga que já poderia ter sido conquistada na Copa do Mundo;
    3. Vingar o corte da Fabíola, que se dedicou muito à seleção e sempre foi muito querida pelo grupo, deixou de disputar o Mundial pelo Sollys e acabou sendo cortada das olimpíadas, um corte seco, sem explicações e sequer um “muito obrigado pelos serviços prestados” no saguão do aeroporto;
    4. Vingar o corte da Camila Brait, na minha opinião foi o corte mais dolorido de todos, pois o Zé foi de uma insensibilidade tamanha, levou a garota até Londres, fez ela sentir o gostinho de estar no palco dos jogos, respirar os ares olímpicos, para cortá-la de forma absurda. Absurda porque Camila no auge da forma física e técnica perdeu a vaga justamente para a Natália que sabíamos que, pelos treinos, estava longe das condições físicas ideais para estar no grupo olímpico. Não tenho nada contra a Natália como pessoa, ela é ótima companheira, muito alegre e divertida, mas não era o momento dela e, sim, o da Camila. Até pq durante o Grand Prix o Zé vinha escalando 2 líberos se revezando: Fabi entrava quando o saque estava na posse do adversário e Camila entrava quando nós estávamos sacando, da mesma forma que Talmo revezava Verediana e Juliana no SESI e Marco Aurelio revezava suas líberos na Turquia. E esse revezamento entre Fabi e Brait estava dando muito certo e sendo muito legal para o time, dividia a pressão e responsabilidade da posição de líbero entre as duas, além do que Fabi passava muita da sua experiência para a Brait.
    4. Apesar de gostarmos muito da Natália, nos incomodava a atitude do Zé em deixar público que esperaria por ela até o último minuto, criando uma espécie de idolatria, um mito de Salvadora da Pátria, fazendo parecer que Natália era muito mais importante que as demais atletas da seleção, isso gerou um clima muito ruim no resto do grupo pois havia a sensação de menosprezo das demais jogadoras em relação à idolatria da Natália, que estaria numa posição de intocável;
    5. Mostrar a ele que quem ganhou o Ouro foi a “união do grupo” e não simplesmente à soberba do Zé, o técnico do EUA, Hugh McCutcheon, contribuiu muito mais para o Ouro olímpico que o Zé, que mais atrapalhou do que ajudou. O fato é que se os EUA não tivessem feito o favor de vencer a Turquia, estaríamos eliminadas na primeira fase. Ao meu ver antes de perder o Ouro na final contra a gente, os EUA perderam o Ouro no jogo contra a Turquia nos classificando para a última vaga das quartas-de-final;
    6. Na verdade nos sentimos muito mais valorizadas e confortáveis jogando com o Luizomar do que com o Zé, não tenho dúvidas que se o Luizomar fosse o técnico da seleção já teríamos conquistado a nossa classificação para as olimpíadas na Copa do Mundo. Também não passaríamos aquele sufoco na fase de classificação das olimpíadas tendo que ficar torcendo para a derrota da Turquia para não sermos eliminadas. Entramos nas olimpíadas muito tensas devido aos acontecimentos recentes, a fase de cortes foi muito tempestuosa, porque o Zé não cortava por critérios técnicos ou físicos, os critérios dele eram muito subjetivos e ele não dava nenhuma explicação, simplesmente cortava e em momentos mais obscuros, seja no saguão do aeroporto, seja já em Londres ou na lavanderia de Saquarema. O fato é que por mais que estivéssimos bem física ou tecnicamente, isso não era garantia de nada, pois não havia um critério definido e coerente para os cortes. Ficamos realmente muito contrariadas com os cortes injustos e inesperados de nossas companheiras do Sollys: Fabíola e Camila Brait.
    Luizomar é um paizão pra gente. Com ele conseguimos jogar o melhor do nosso vôlei, com isso conseguimos ganhar em 2012 o Campeonato Paulista, a Superliga, o Sul-americano e o Campeonato Mundial.
    Como a própria Adê declarou após o 3×0 em Campinas: “Muito do sucesso desse grupo se deve ao trabalho do Luizomar. Ele é um técnico muito dedicado e que faz com que a equipe jogue tranquila e apresente muita união em quadra. O trabalho dele é fundamental para que o Sollys seja tão vitorioso”.
    Nosso principal objetivo agora é a conquista de mais uma Superliga, vamos enfrentar novamente a Unilever que se reforçou e vem com um timaço, vai ser um grande jogo e lutaremos muito pela vitória, mas independente disso, esse 3×0 em Campinas foi muito esperado e, acima de tudo, muito comemorado!

    • Afonso RJ

      Tem certas pessoas que simplesmente não suportam o sucesso alheio…

      • Ramirez x Zé Roberto

        A cubana Ramirez era a maior craque do time do Amil/Campinas, acontece que ela não é submissa, não é uma pateta que deixa o técnico crescer pra cima dela, logo não se encaixa no estilo do Zé Roberto. Zé Roberto atua como um Senhor de Engenho gosta de escravizar e robotizar suas jogadoras limitando totalmente suas ações. Zé Roberto detesta ser contestado, ele nunca admite estar errado. Ele detesta também jogadoras independentes e criativas que não estejam “vampirizadas” por ele. Esses foram um dos motivos da dispensa da Ramirez ,assim como foi o corte da Fabíola, da Mari, da Juciely das olimpíadas, pois todas essas jogadoras são independentes e de personalidade forte, são criativas e não são vaquinhas de presépio do Zé Roberto. Ramirez será destaque em qualquer time do mundo, porque é uma jogadora completíssima e com enorme potencial de ataque.

    • Marcos

      Caramba.
      Gostei muito. Não concordo com muitas coisas, mas a pessoa que escreveu isso entende bastante e escreve muito bem, parabéns.
      Não acredito que seja realmente uma jogadora, pois dificilmente iriam se expor dessa forma, mas, independente disso, parabéns pelo texto, digno de uma coluna especializada, parabéns.

  • Afonso RJ

    Realmente essa superliga feminina foi chatíssima. Até os “deuses do vôlei” conspiraram para isso, pois certamente a contusão da Herrera tirou muito da competitividade do time do Praia. Nesses play-offs então, nem se fala. Trando os jogos entre Pinheiros x Sesi e Amil x Praia nas quartas, os demais embates – incluindo as semifinais – foram jogos chatíssimos com os resultados mais do que previsíveis. E a “grande final” é também bastante previsível, apesar de provávelmente ser um jogo um pouco mais disputado do que a maioria da atual temporada.

    Quanto ao ranqueamento, já expressei minha opinião que nos moldes atuais está sendo funesto para a competição. Muito se argumenta que a falta de competitividade é culpa das próprias equipes, por incompetência na hora de contratar, por investimentos parcos, por falta de continuidade do projeto, por incompetência de administradores ou comissão técnica e vários outros motivos. Tudo isso é verdade, mas há casos como o Amil, por exemplo, em que se dispõe de um investimento alto, uma comissão técnica sabidamente competente, mas que se vê tolhida na formação de uma equipe mais competitiva pela regra do ranqueamento. E assim como a Amil resolveu enfrentar o desafio, possivelmente outros bons investidores potenciais tenham “pensado duas vezes”, como bem assinalou o Zé Roberto.

    • giovani

      principalmente os jogos do rio foi um dos mais chatos o time nao é vibrante e a torcida do rio é fraca é de velorio.

      • Afonso RJ

        Concordo que a maioria das torcidas tem vibrado pouco. E não é só aqui no Rio. Mas isso se deve na maioria das vezes à previsibilidade do resultado. Teve um comentário em um outro post aqui no blog de uma pessoa que esteve num jogo do Minas contra o Sollys em BH, que testemunhou que a torcida tristemente olhava enquanto seu time era sistematica e inexoravelmente massacrado sem a menor chance de reação. Por mais apaixonado que seja, chega uma hora que qualquer um desanima. Afinal o torcedor não é masoquista e muito muito menos burro. E sua constatação só vem corroborar o fato que esse desnível acachapante entre os times está afastando público e consequentemente patrocinadores.

  • Luiz

    Eu não sei se é porque o Vôlei Futuro acabou ou se é porque algumas jogadoras estão jogando fora, mas sinto que esta superliga foi um saco furado. A farinha foi toda embora. Muito chato. Agora é torcer para o Sesi e o Minas chegarem a final do masculino, senão, vai ser a tampa do caixão.

  • anna

    Daniel,

    que história foi essa do Zé, dizendo que a Adenizia é beneficiada por outro CNPJ??

    • Roberto

      Anna, o que acontece, é que quando este time passou de Finasa-Osasco para Sollys-Osasco, eles criaram um outro CNPJ formando assim uma nova instituição. A Adenisia é cria do extinto Finasa, portanto ela não poderia permanecer com a mesma pontuação, em outras palavras, é como se você tivesse dois CPFs diferentese; e a CBV, de forma absurda, fechou os olhos para essa situação criando esse imbróglio todo. Você não pode ter dois CPFs diferentes, pode? E foi exatamente o que este time fez.

      • anna

        Oi Roberto! Obrigada, até cheguei a ler em outro blog mesmo..

        Incrível como sempre se dá um jeito nas coisas né..

  • paula

    Essa “jogadora” do Sollys que comentou falou, falou e não explicou nada. A única conclusão desse texto todos foi o sofrimento pq as amigas Brait e Fabiola não foram pra Londres. Parece que nem felizes pelo ouro em Londres estão.. Verdade, o Luziomar é um otimo tecnico. Mas com um time desse, só atleta top, e nesse entrosamento (muito trazido pela seleção), até eu era campeã mundial!
    Fato é que, independente de quem é a culpa (Globo, patrocinador, Ze, Luziomar), para nós, amantes de vôlei, e quem dá a ainda pouca audiência e público para o esporte no Brasil, a SL feminina está um saco! Não há mais emoção, não há a menor graça.
    Atletas tao boas na base, como Gabi (sollys) e Samara, não sei qual o prazer que têm em falar que são “campeãs”. Nao jogam nada o ano inteiro. Seriam muito melhor aproveitadas, e brilhariam em times “menores”, como a Gabi do Uni no Mackenzie ano passado. Eu como jogadora não acharia a menor graça em ser menos que coadjuvante e vibrar com um título que eu não participei. A Gabi ainda deu sorte pq a Logan se machucou. E ta aí, aos 18, e destruindo as adversárias. A culpa também é das jogadoras, nessa obsessão por título. Imagina um time reforçado com essas bases, que comem banco??

  • Deya

    Vamos ser realistas o Rio esta na final por que tem a comissão técnica, pois esse time sempre sofreu com passe mais conseguiu chegar, e outra o Rio só montou esse bom time por que teve que trazer duas estrangeiras com pontuação zerada e quanto ao ranking isso é problema da CBV, e veja como é engraçado falam tanto do Bernardinho mais pelo menos o cara mostra o que é enquanto o Zé se faz de coitado. Esses times estão na final pq sempre foram competentes e se outros times não montam o que se pode fazer e outra um técnico bicampeão olímpico sofrer com um time sabendo que já conhecendo as jogadoras da seleção. A diferença entre o Zé e o Bernardo é que o técnico do Rio é estudiosa vê todos os detalhes das adversárias por isso o admiro tanto. E

  • Deya

    Daniel caso a Sarah e a Logan continuem no Rio elas continuaram zeradas?

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