Coluna de domingo: Direto do túnel do tempo



Pessoal, boa tarde. Após curtir o fim de sábado e o início de domingo com os filhos, uma pausa para o blog. Está no ar a Coluna Saque publicada neste domingo, dia 17, no LANCE!

De novo, mais uma vez, novamente. O filme mais repetido dos últimos tempos no esporte brasileiro vai acontecer no dia 7 de abril, no Ibirapuera, em São Paulo.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir pela NONA vez seguida a Superliga feminina. As cariocas levam vantagem com cinco títulos no duelo com as paulistas de Osasco. No geral, os dois principais rivais do país já fizeram 69 jogos na História do torneio. E a Unilever leva a melhor outra vez: 38 a 31. Nesta temporada, um 3 a 2 para cada lado, com o time que jogou em casa levando a melhor.

Os dois páragrafos acima não têm nada de originais. Foram os mesmos que usei no ano passado para relatar a final da Superliga feminina. Logicamente, atualizei as estatísticas de cada um, além do local e data do novo encontro.

Difícil falar algo diferente, né? São os times que mais investem, que possuem a base da Seleção atual (e também da geração anterior da Seleção), que talvez protagonizam a maior rivalidade do vôlei mundial… E, também, são os times que transformam a competição quase em um jogo de cartas marcadas, já que outros times são criados e depois fecham as portas com a mesma constância do que Unilever e Sollys/Nestlé disputam as decisões.

Tamanha repetição já não faz tão bem ao esporte. E, de uma vez por todas, deve forçar a CBV a mexer em seus critérios de ranqueamento. Se o mecanismo foi criado para equilibrar e evitar concentração de grandes jogadoras em um mesmo time, não está mais funcionando. Precisa de acertos para devolver um pouco do elemento-surpresa à competição nacional.

 



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