Coluna de domingo: Caminho para mudança é irreversível



Coluna deste domingo, último dia de março, publicada no LANCE!. Uma excelente Páscoa para todos vocês.

CBV, clubes, jogadores, público e boa parte da mídia concordam em um ponto: a Superliga precisa mudar. E, felizmente, já é certo que a 20ª edição da competição, na temporada 2013/2014, vai marcar o início das transformações.

Algumas reuniões entre entidade, representantes dos clubes e grupos de atletas já aconteceram. Outras estão marcadas e irão ocorrer após o término da Superliga. Nelas, os lados envolvidos buscam encontrar um denominador comum para tantos pedidos. O principal encontro reunirá todos os lados e servirá para avaliação do torneio que está em andamento e definirá os caminhos que serão seguidos nos próximos anos.

O calendário está no topo da lista de prioridades. Clubes e atletas querem que a Superliga seja mais longa e a tabela mais racional. O patrocinador ficará exposto durante mais tempo e haverá períodos mais “humanos” de descanso para jogadores e jogadoras entre os jogos, principalmente na fase classificatória. Concordo em gênero, número e grau.

O ranking é outro ponto polêmico. Clubes reclamam, mas quase sempre deixam de lado o bem comum e votam na pontuação dos atletas pensando apenas nos interesses próprios. Não dá mais para ser assim.

Enquanto discute o futuro, a CBV também se preocupa com as finais da atual Superliga. A promessa é de que o público irá se surpreender. É esperar para ver. Já o auxílio eletrônico para a arbitragem foi confirmado e será testado em São Paulo esta semana. Outra pequena e necessária vitória do esporte.

Pelo bem do vôlei no Brasil, o caminho para as mudanças precisa ser irreversível.

 



  • Ledma

    A grande vitória será falar o nome do patrocinador nas transmissões e se fosse possivel a troca da globo pela band..

  • daniel

    Quanto ao ranking, se os jogadores não forem pontuados de maneira correta de nada vai adiantar. Seria interessante saber a opinião de quem acompanha o vôlei sobre a pontuação dos atletas. Na minha avaliação valem 6 e 7 pontos os seguintes jogadores:

    Masculino: 7 pontos: William, Bruno, Marcelinho, Ricardinho, Lucão, Sidão, Wallace, Leandro Vissoto, Filip, Lorena, Murilo, Lucarelli, Leal, Serginho.
    6 pontos: Sandro, Raphael, Éder, Henrique, Gustavo, Theo, Rivaldo, Giba, Dante, Thiago Alves, Filipe, Quiroga, Mário Jr.

    Feminino: 7 pontos: Fofão, Dani Lins, Thaísa, Fabiana, Adenízia, Juciely, Sheilla, Tandara, Sarah Pavan, Jaqueline, Fernanda Garay, Nathalia, Herrera, Fabi, Camila Brait.
    6 pontos: Fabíola, Walewska, Danielle Scott, Ramirez, Joycinha, Paula Pequeno, Logan Tom, Elitsa Vasileva.

  • bsb

    Pela grandeza que a SL tem já está mais que na hora de ocorrerem mudanças. Precisamos de uma liga consistente em que os times tenham condições de se mantarem por anos disputando a SL e não somente por um periodo. Precisamos de maior organização e festividade, a SL é muito grande e precisa de maior seriedade.

  • willian

    Daniel, uma pergunta sobre um post antigo seu, falando sobre mudanças na superliga e no pensamento “antiquado” que a CBV ainda mantém.Porque os clubes não possuem o mesmo vínculo que o futebol tem quando formam jogadores na base?Porque aquele jogador não é considerado cria do clube e quando negociado com outros clubes não repassa uma parte da grana pro clube?Isso não ajudaria na crise que os clubes nacionais estão enfrentando hoje?E também uma coisa importante que teria que mudar é o repasse da grana dos direitos autorais que a globo paga pra os clubes ne?

  • Matheus

    É isso ai !
    Seria muito bom falar o nome do patrocinadores nas transmissões pelo menos no SPORTV !!
    e Esporte Interativo
    Nosso vôlei merece sempre o melhor , somos referencia mundial nesse esporte , acorda BRASIL

  • Eduardo

    Daniel, o Dante vale 7 né, ele é um monstro quando ta em forma.

  • PALHAÇADA ESSE RANKING

    Se essa palhaçada de ranking continuar, e tivermos um novo ranking, teremos uma debandada de jogadoras e jogadores para o exterior. Ex.: Sheila não vai voltar para o Unilever e não temos times brasileiros com suporte financeiro para bancá-la. Conclusão: Exterior. E por aí vai.

    • Michel Pereira de Oliveira

      Transcrevo aqui o meu comentário em outro blog acerca da palhaçada de alçar aos 07 pontos as atletas campeãs olímpicas em Londres:

      Curioso é que apenas o título olímpico de 2012 parece ter validade, no intuito único de prestigiar determinados clubes insurgentes. Analisando o novo critério percebe-se que somente as jogadoras que se sagraram campeãs em Londres valerão 7 pontos. Daí me pergunto: Apenas um título olímpico tem valor? O ouro de Londres foi mais importante que o de Pequim? As jogadoras que foram pioneiras em nos trazer o ouro ficam ilesas ou têm o título desprestigiado? O critério é para reconhecer o valor das campeãs olímpicas ou apenas pra satisfazer os interesses da panelinha insatisfeita com o timaço do Osasco?
      Se forem atribuir pontuação 7 a ambas as equipes que nos trouxeram o ouro teremos não apenas o Osasco, mas também o Rio e o Sesi com equipes recheadas de campeãs olímpicas de 7 pontos:
      Rio: Fabi (bi), Natália (Londres), Fofão e Valesquinha (Pequim).
      Sesi: Fabiana (bi), Dani Lins e Tandara (Londres), Carol Albuquerque e Sassá (Pequim).
      Osasco: Jaqueline, Thaisa e Sheila (bi), Adenízia e Fernanda Garay (Londres).
      Acho que antes de apenas boicotar o Osasco a CBV deveria levar esses ‘detalhes’ em consideração #indignado

  • Rodrigo T. Matos

    CONCORDO, DANIEL!!! É UM CAMINHO IRREVERSÍVEL!!! AS EQUIPES PRECISAM DE APOIO FINANCEIRO, SENÃO MUITAS EQUIPES TENDEM A FECHAR AS PORTAS.

  • Vivi

    Pra inicio, a final mineira tem q ser em Minas Gerais.
    Nada a ver final mineira no RJ.

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