Coluna de domingo: As dúvidas sobre o futuro de um ícone



Coluna Saque publicada no LANCE! neste domingo, 12/5, Dia das Mães. Aproveitando a citação, um feliz dias para todas elas.

Sabe aquele sujeito que esteve por muito tempo na crista da onda? Foi peça-chave da Seleção Brasileira por uma década, sendo o capitão em parte do período. Faturou todos os títulos possíveis e imagináveis. Dono de um dos maiores salários do vôlei mundial. O mais assediado pelas torcedoras. Garoto-propaganda de várias empresas ligadas ao esporte. Um ícone que superou também dramas pessoais (venceu a leucemia na infância e enfrentou uma suspensão por uso de maconha quando atuava na Itália). Não foi à toa que o número de sua camisa, a 7,  virou um sinônimo de sucesso.

Talvez eu nem precisasse escrever, mas o dono do brilhante currículo descrito acima é Giba, que atualmente tenta surfar as ondas da incerteza sobre o futuro. Aos 36 anos, ele é uma das grandes incógnitas do mercado para a temporada 2013/2014. Sofreu com lesões antes da Olimpíada de Londres, correndo até o risco de corte.

Pouco jogou e se despediu da Seleção com uma amarga medalha de prata, com pouco tempo em quadra. Aventurou-se, depois, no Campeonato Argentino, em um projeto audacioso e badalado do Bolívar, que terminou com derrotas e não cumprimento de cláusulas contratuais. Junte também uma turbulenta separação, que ganhou espaço em tablóides e sites de fofoca. Esse histórico físico/emocional recente faz com que a presença de Giba na próxima Superliga seja uma baita interrogação. Para a imagem da competição, não tenho dúvidas de que a presença dele seria positiva. Mas o físico está zerado e a cabeça está novamente no lugar? Ele ainda tem vontade de jogar em alto nível e ser o cara de tempos atrás?

Se Giba responder sim aos itens acima, eu ainda apostaria nele.



MaisRecentes

Minas espera Hooker ainda em outubro



Continue Lendo

Vaivém: Vôlei Nestlé confirma apresentação de peruana



Continue Lendo

Vaivém: Polonesa é esperada em Barueri



Continue Lendo