Coluna de domingo: A Superliga de Fernanda Venturini, Hooker e Murilo



Pessoal, a coluna Saque publicada neste domingo, 11/12, no LANCE!

A aguardada Superliga 2011/2012 começou. 24 equipes na disputa e ao menos dez com chance real de título, o que transforma a competição, principalmente no masculino, numa das mais imprevisíveis do planeta.

Confesso que, mais do que badalar o equilíbrio como marca registrada, estou ansioso para acompanhar alguns atletas em especial.

No torneio feminino, Fernanda Venturini deixou a aposentadoria de lado para defender a Unilever, comandada pelo marido Bernardinho. Aos 41 anos, tem à disposição algumas das principais atacantes do país (Sheilla, Mari e Natália). Com certeza, os cinco anos  de afastamento vão pesar no início, mas o talento da levantadora pode fazer a diferença. Mas faço um alerta aos fãs: não alimentem qualquer esperança da volta dela à Seleção sob o comando de José Roberto Guimarães para a Olimpíada de Londres.

Outra estrela que promete brilhar muito (e esta sim estará nos Jogos Olímpicos) é a oposto Hooker. Titular da seleção dos Estados Unidos, ela chega ao Sollys/Nestlé como principal contratação da temporada brasileira e brigará pelo prêmio de craque da Superliga.  Além de jogar muita bola, a americana sabe usar o marketing (não só pelas redes sociais) ao seu favor. Não gosto da expressão clichê, mas pode fazer história por aqui.

Entre os homens, a Superliga poderá servir para alguns selecionáveis reconquistarem a confiança perdida. Torço para que Murilo, ponteiro do Sesi, seja um deles. Depois de um 2010 fantástico, com participação decisiva na conquista do Campeonato Mundial da Itália, ele viveu algumas frustrações na vida pessoal e o rendimento em quadra não foi mais o mesmo. Com ele bem, a Seleção é outra. Com ele bem, o Sesi é favorito ao bicampeonato, por mais que a chance de eu queimar a língua seja bem grande nesta competição masculina.



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