Coluna de domingo: A fórmula que dá mais chance aos menores



Quem nunca deu um sorrisinho maroto ao ver uma zebra DAQUELAS nas quadras, campos, piscinas e pistas? Para mim é uma das essências do esporte.

No vôlei, com abismos financeiros entre grandes e pequenos, está cada vez mais difícil ver uma zebraça DAQUELAS. No cenário nacional, a Copa Brasil se transformou no ambiente perfeito para os tais azarões aparecerem.

No torneio masculino, o poderoso Sesi, com seu esquadrão de selecionáveis, caiu na primeira rodada, em casa, ao perder para o Canoas. É até cruel comparar os investimentos entre os dois. Por isso a zebra DAQUELAS dos gaúchos merece muitos aplausos. No feminino, o Dentil/Praia Clube, que sonhava com voos muito altos na temporada 2014/2015 ao investir em Tandara & Cia., foi atropelado na mesma fase pelo bom Pinheiros, com direito a um sonoro 25 a 11 na abertura do triunfo por 3 a 0. Outro duelo que comprova que apenas um orçamento bem mais polpudo não é garantia de sucesso diante de rivais bem treinados. Por pouco, outra diferença abissal de investimento não aumentou a minha lista. O Molico/Osasco precisou de cinco sets para vencer, em casa, o Brasília, evitando uma precoce eliminação na primeira fase. Seria uma zebraça DAQUELAS, por mais que o time candango conte em seu elenco com atletas com passagem pela Seleção (Paula Pequeno e Michele).

Todo o cenário acima só ganha dramaticidade em uma competição de tiro curto, eliminatória, como a Copa Brasil. Na Superliga, um tropeço ou outro pode ser compensado no decorrer da longa fase classificatória, algo semelhante ao sistema de pontos corridos do Brasileirão de futebol.

E esse fato me faz ver mais graça atualmente na Copa do que no início do segundo turno da arrastada Superliga.



  • “Doidinha por vôlei”

    Aí está a prova de que a Superliga é fraca. Basta fazer uma Copinha mata-mata “furreca” que escancara o baixo nível das equipes. Numa competição de rodízio, todos contra todos, dificilmente acontecerá zebras neste vôlei de um Ranking que foi burramente alterado ao longo dos anos pelo tal de Renato D’Ávila (por onde ele anda?) e deixou de nivelar as equipes como era na época do Nuzman. Dá-lhe CBV!

    • Billy

      Não acho que a Superliga seja fraca(mas respeito a sua opinião).Acompanho vários campeonatos de vôlei mundo afora(e todos são parecidos).Lamentável é ter tantos canais de esportes(na tv paga) e ter poucos campeonatos sendo transmitidos.Não sei como até hoje não transmitem a liga turca de vôlei feminino e as ligas russas de vôlei feminino e masculino em nenhum canal.Temos que recorrer á internet.Enfim… Abraços.

      • Fernando

        Concordo com o Billy, os campeonatos mundo a fora são mais ou menos no mesmo nível do Brasil, o Turco por exemplo só tem dois times (o Vakifbank e Fener), o Russo só tem (krasnodar, Kazan e Moscow), a Champeons Leogue é o melhorzinho,pois, conta com os melhores times de cada país europeu participante.

        • “Doidinha por vôlei”

          Mas quem é que disse que os campeonatos russo, italiano e turco são fortes? No vôlei campeonatos fortes somente os Mundiais e os Jogos Olímpicos ou seja; os campeonatos de Seleções, que ainda assim têm seus joguinhos fracos. A Superliga não é forte, é fraca sim! E precisa melhorar e para isto basta pegar o 1º ranking e colocá-lo novamente em prática que com certeza vai torná-la melhor e mais equilibrada. Hoje a Superliga é fraca e pior mal organizada, igualmente aos campeonatos, turcos, italianos e russos. PONTO! Campeonatos equilibrados só os de futebol na Inglaterra, e claro os campeonatos americanos da NBA, da NFL e da MLB, ah! sim ia me esquecendo e a grande Copa do Mundo de Futebol, inegavelmente, apesar do apagão (kkkkkkkkk) dos 7 x 1.

        • Edu

          Caríssimo, o melhor time dessa temporada do volei turco feminino é o Eczasibasi que esse ano recrutou a melhor ponteira passadora desta década Jordan Larson para o elenco e o Ominski, no voleibol russo feminino, esta lutando competitivamente para ficar entre os três primeiros da Liga e continuar permanecendo na Champions League mesmo com o temperamental e intempestivo Terzic como treinador.

      • Fernando

        Assisti a Liga Turca e Russa pelo Youtube, e era transmitida por canal brasileiro, vou verificar qual canal transmitiu e te aviso.

        • Billy

          Fernando eu acompanho vôlei pela tv desde o ínicio da década de 80 e não me lembro de algum canal no Brasil ter transmitido as ligas russas e turca-apenas mini-torneios isolados em anos anteriores(será que estou enganado ou esquecido!?).Mas se souber e me responder eu te agradeço da mesma forma,ok! Abraços.

      • “Doidinha por vôlei”

        Você parece gostar de polêmica meu caro Billy, como tenho aversão a ela, vou respeitar seu comentário, é uma questão de opinião. A minha sem polemizar continua sendo a mesma: A Superliga é fraca hoje em dia devido às alterações que foram feitas no Ranking através dos anos. Uma competição que no feminino tem há 10 anos uma mesma final e no masculino. Uma equipe é campeã há várias temporadas, ganhando inclusive outras competições como Copa do Brasil, Sul-americano etc. Uma competição que por vários anos no feminino os play offs foram os mesmos e com os mesmos resultados. E para ser forte teria que ter uma divisão de acesso com ascensão e com rebaixamento. A Superliga “B” é pura fantasia, antigamente havia um Torneio Classificátório para quem quisesse entrar na Superliga, hoje Times e mais times entram pela janela, como podemos considerar forte uma Superliga que mais parece torneio de “esquina”, o tri-campeão CIMED abandona tudo, o campeão RJX sei lá que sigla uma hora era RJX e depois só RJ e após ser campeão, acabou, seria o XYZ, como assim? Você se lembraria do time do Maringá que abandonou, é largou mesmo a Superliga no meio dela, um fato patético, protagonizado pelo Sr. Paulão, o mesmo que hoje gerência um time do RS e que não pagou aqueles jogadores até hoje. Isto também aconteceu com o Volta Redonda a pouquíssimo tempo, nesta mesma Superliga que você diz ser forte! De 2000 para cá ela vem caindo ano após ano, é fato constatável. E antes que você diga alguma coisa, nada a ver com os sucessos das Seleções, isto é trabalho à parte dos grandes ZRG e Bernardinho. Veja as Superligas e/ou Ligas Nacionais dos anos 80 e 90. Haviam algumas hegemonias sim, mas tinham sempre 5/6 equipes tanto no feminino quanto no masculino em condições de vencer não um jogo apenas mas o campeonato. Os campeonatos eram muito mais disputados veja meu caro Billy, o Bradesco (Atlântica Boa Vista) e a Pirelli eram favoritos e aí de repente o campeão foi o Minas, e logo depois o Frangosul, ah! e o Suzano derrotando numa semi final o poderoso OLYMPiKUS por 2 jogos a zero e no feminino os favoritos eram Supergasbrás e Leite Moça e aí vence o Fluminense, vence o Bradesco (com um time bem jovem), vence o Colgate São Caetano. Sem saudosismo algum mas para lhe mostrar do equilíbrio que existia e quando os campeões olímpicos retornaram o Nuzman fez o ranking que na sua essência proporcionou o equilíbrio necessário e teve seu início 1993/94 e hoje infelizmente mexeram muito neste ranking e aí: Dá-lhe Rexona (Unilever a mesma equipe) , Dá-lhe Osasco

        • Billy

          Doidinha por vôlei¨ eu não gosto de polêmica não,é impressão sua.Às vezes é normal termos opiniões diferentes.Neste seu último comentário por exemplo eu concordo com tudo o que você(brilhantemente)escreveu.Quando discordei de você quando você disse que acha que a superliga esteja fraca,não estou querendo polemizar(é apenas a minha opinião-isolada ou não).Gosto de todo mundo do blog(menos de um tal Luiz-que ás vezes me respondia com comentários que me afrontavam ás vezes e eu respondia à meu modo-a moderaçãp deste blog publicava ou não).Tenho respeito e admiração por todos aqui,portanto não me leve à mal,ok!? Abraços à você e à todos os torcedores e admiradores do nosso vôlei que frequentam este blog.

          • “Doidinha por vôlei”

            Valeu Billy, um forte abraço e vamos continuar firmes aqui com o Daniel, sempre com o nosso amor pelo vôlei. Trocando idéias e colocando nossas opiniões democraticamente.

        • Fernando

          Nunca torci para o Rio de Janeiro, porem, acho o trabalho do Bernardinho sensacional, ele é um técnico de preparação técnica mesmo. Ano passado e esse ano, o Rio não tinha e não tem um elenco de peso. A Natália estava vindo de uma atuação mediana do Campinas e a Gabi com 20 anos, ainda sendo lançada.

          No Brasília por exemplo a Dani Scott (ótima central) foi dispensada contra a vontade para a contratação de outras jogadoras, segundo ela, no Brasília tinham jogadoras que ficavam até de manhã na Balada!.

          Se você for na página da Globo, você vai ver um monte de jogadoras na praia, curtindo! Acredito que no Brasil esteja faltando mais preparação técnica das jogadoras, nem tudo é só elenco.

          Ano passado o Campinas tinha elenco e força pra ir pra final, mas o time era uma bagunça só, o Rio de Janeiro venceu a semi pela técnica, organização e estratégia.

          Conforme citado, os campeonatos de volei mundo a fora, funcionam igual no Brasil, são campeonatos de 1,2 ou no máximo trÊs times. O Futebol no exterior não está longe disso.

          • Billy

            Fernando sempre achei e continuo achando o Bernardinho um treinador excepcional(embora muitos o critiquem às vezes-afinal não dá prá agradar à todos,não é mesmo!?).Ele é muito perfeccionista e costuma tirar leite de pedras nas equipes que costuma montar.Não o conheço pessoalmente,mas ele ele tem a minha total admiração por tudo o que já construiu na sua carreira até hoje.Gosto do ZRG também,mas prá mim o Bernardinho é o melhor técnico do mundo de todos os tempos(embora ainda não tenha um tri-olímpico no currículo como o ZRG tem,mas prá mim ele é superior à todos).Se o técnico do extinto Campinas(feminino) fosse o Bernardinho tenho quase certeza que o time seria o campeão da Superliga.Enfim…

  • Robert

    Daniel fale um pouco sobre a copa Brasil que não vai valer vaga pra competição sul americana nesta temporada. Rexona e moliço já estão classificados e fiquei surpreso quando li uma matéria ontem falando sobre isso.abraços!

    • Robert

      Molico*

  • Léo

    Gosto da Copa Brasil, mas bem que ela poderia estar valendo alguma coisa né?
    Ano passado ela dava vaga no sul americano.

  • Carlos

    Desculpe, Daniel, mas vou discordar de você. Uma zebra seria um tropeço isolado. Por exemplo, uma derrota do Cruzeiro para Juiz de Fora (no confronto que ainda vai ocorrer na segunda fase), pois o Cruzeiro lidera com folga a Superliga e o Juiz de Fora talvez nem se classifique para os play-offs. Pois seria um resultado que contrariaria tudo o que se tem observado das equipes nessa temporada. Não é o caso dos confrontos que você menciona na reportagem. O Sesi tem colecionado tropeços para Montes Claros, Juiz de Fora, entre outros times de menor investimento, na Superliga. Para um time que vem oscilando tanto, não é tão surpreendente uma eliminação em um confronto de jogo único, para um time que não está tantas posições abaixo na tabela de classificação da Superliga. O Praia também vem se apresentando bem abaixo do esperado durante toda a temporada e está abaixo do próprio Pinheiros na tabela de classificação da Superliga, tendo inclusive perdido também o confronto direto no primeiro turno da Superliga. Não pode ser considerado zebra, pois é um resultado normal pelo que o time vem apresentando. No caso de Osasco, o time estava desfalcado (por opção do técnico, mas estava) e jogando com várias formações diferentes ao longo da partida (aliás isso tem acontecido muito, desde as derrotas para Sesi e Rio no final do primeiro turno), o que aumenta a instabilidade no time. Ivna estar escalada de ponteira e Mari de oposta, mas Mari assumindo o passe (diga-se de passagem, fazendo um trabalho bastante razoável), não seria a escalação natural.

    Resumindo, concordo que a Copa Brasil propicia o surgimento de zebras, principalmente pelo fato de o regulamento prever confrontos em jogo único, mas os resultados ocorridos (ou quase, no caso do confronto entre Osasco e Brasília) não podem, na minha opinião, ser considerados zebras.

    • Fernando

      Concordo, os elencos escalados em Brasilia e Molico, estavam quase equivalentes, com ligeira vantagem para o Molico.

      Em relação ao Praia Clube, não sei o que tem acontecido com o time, está mais fraco que o ano passado. Ao meu ver eles estão precisando de uma ponteira definidora, ou que a Ramirez volte a jogar logo. Pois a Ju Costa e Sassá estão bem fraquinhas no ataque.

  • Bernardo

    Quando estava assistindo ao jogo entre Osasco e Brasília e vi que metade do time paulista estava de fora da partida percebi ali que o Osasco já estava classificado para o sulamericano por ser sede, o que eu não esperava era saber que o outro time era o Rio de Janeiro, por ser atual campeão brasileiro. Isto demonstra toda a desorganização da CBV e falta de continuidade numa fórmula que tinha dado certo, com o campeão da copa brasil se classificando para a competição continental. Mas enfim esperar o que da CBV a favor do vôlei, nada.

    • Roberto

      Fórmula que tinha dado certo só na sua cabecinha. O que a CBV fez foi corrigir esse erro grotesco, bisonho, e assim prestigiar realmente a competição mais importante do Brasil que é a Superliga, e não um torneio de fim de semana. O que realmente tem que parar é com esses convitaços, e só participar das competições aqueles clubes que fizerem por merecer em quadra e não no checão, se é que você me entende, torcedor do Osasco.

  • Billy

    Mudando de assunto,tenho acompanhado as performances da Hoocker(Eua) e da nossa Joycinha(brasileira) e elas estão com atuações incríveis na Coréia.É realmente uma pena que a Joycinha não tenha mais interesse em defender a seleção brasileira,pois ela esta muito efetiva no ataque(melhor que a Sheila,Natália e Tandara-na minha opinião,além de ser mais alta do que as três(ela tem 1.91m).E quanto à Hoocker ela continua com ataques fortíssimos e agora esta muito regular no saque(com saques viagens fortíssimos e devastadores para qualquer recepção adversária no mundo).Se o Karch Kiraly promover a volta dela à seleção dos Eua(e ela aceitar),escrevam o que eu estou dizendo: dificilmente o Brasil terá êxito em vencer os Eua nos próximos confrontos.Fora o crescimento da Rússia e da emergente China,etc…

    • Logan Tom

      Também tenho acompanhado o Campeonato Coreano. A Hooker dispensa comentários né??? Podem dizer que é indisciplinada, mas que a nêga é boa de bola, isso ela é!! Agora a Joycinha é um ponto de interrogação pra mim. Algumas atuações fantásticas, outras bem apagadinhas. Não me passa a imagem de uma jogadora de decisão. Suas altas pontuações nos jogos se devem exclusivamente à quantidade de bolas que ela recebe: a cada 10 bolas levantadas, 7 a 8 são pra Joycinha.

      • Billy

        Concordo com você Logan Tom.A Hooker tem realmente um histórico de indisciplinada.Mas ela em forma é prá deixar qualquer adversário no mundo no mínimo preocupado.Além de alta e saltar muito,ela é uma máquina de pontuar.Você notou como esta potente e regular o saque viagem dela atualmente? Torço muito para que ela receba de novo convites dos clubes brasileiros e que possa voltar a atuar na nossa Superliga novamente nos próximos anos.Além do que, ela já demonstrou que gosta do Brasil e dos torcedores daqui. Quanto á Joycinha-realmente,às vezes ela tem atuações irregulares,mas hoje esta mais madura e experiente(na minha opinião).Sempre gostei dela e continuo admirando-a como jogadora.ABRAÇOS.

  • Paula Cerqueira

    Aproveitando para falar do Praia.
    O mais curioso é ver q Ricardo Picinin tenta várias formações. Porém, a pior jogadora do Praia Clube continua intocável. A SASSÁ, é péssima em todos fundamentos. Passa mal, ñ bloqueia (baixa e pesada), ñ ataca… quando ele vai perceber q, com Sassá d titular Praia ñ vai a lugar nenhum.

  • Fernando

    O problema do Praia Clube é aquela mesma coisa de sempre, o time só tem praticamente 1 atacante, e opostas Cubanas sempre machucadas (Herrera ano retrasado e a Ramirez agora),é um time que sempre que precisa nunca está completo.

    O negócio é dar ritmo à americana Webster, contar com a recuperação da Ramirez, pois, caso contrário o time vai ficar totalmente dependente da Tandara e vai ficar amargar o 5º lugar novamente, se duvidar o 6º pois, o Minas está na jogada.

    • Logan Tom

      Aleluia!! Alguém pensa como eu!! Eu não consigo entender o porquê de terem ido buscar essa americana Webster lá nos States pra chegar aqui e colocar a garota no banco. O próprio Picinin afirmou em algumas entrevistas que a Webster era a “nova Hooker”. Se a Ramirez tava lesionada porque não dar ritmo de jogo à menina??? Outra coisa: até quando vão deixar a Letícia Hage no banco??? Defendi a volta da Karine ao vôlei brasileiro, até porque gostava do estilo de jogo dela e até achava parecido com o da Fabíola, mas decepcionei: os levantamentos pras pontas são muito óbvios. Quando a bola chega pra jogadora atacar, o block já tá montado só esperando pra dar um toco. Uma Tandara só não faz verão!! #decepção

      • Fernando

        Isso é verdade. A Webster é alta e tem um bom bloqueio, quando a bola vem alta ela consegue atacar bem.

        As bolas da Karine estão muito lentas e parece que o Praia Clube está jogando lento, facilitando e virando presa fácil de outros times. A Sassá coitada de cada 10 bolas só acerta uma, e o passe que era a especialidade dela, está cada vez pior. Pqe não treinar a Webster no passe e ataque alternando com a Tandara e Ramirez, o que não dá é pra deixar a Tandara penando sozinha na quadra.

  • Edu

    Luizomar sofreu riscos desnecessários e foi até negligente.Pouca gente, infelizmente, esta informada que o Osasco novamente vai sediar o Sulamericano de clubes, um fresta direta para tentar a classificação para o Mundial.Então a Copa do Brasil fica como um caminho desobrigatório para essa competição.No entanto, pelo volume de investimentos, estrutura é dever desse time disputar todos os títulos e defender esse particularmente,o maior ganho na temporada 2014 de forma exuberante e invicta.Competindo não apenas por obrigação a empresa que o sustenta e a prefeitura de Osasco que lhe cede a sua estrutura física. Mesmo com um Brasilia mais reforçado nesta temporada o Osasco não deveria ter colocado um time tão suplente.Explicitando o que talvez é sua maior deficiência: o desiquilíbrio técnico na montagem de elenco para esta temporada.Adenizia exposta mais com sua técnica semi tosca de voleibol independente da excelente qualidade de caráter.Ivna, uma jogadora quase que preguiçosa em se aperfeiçoar tecnicamente.Executa os movimentos de forma mecanizada e automatizada e quando uma marcadora mais inteligente imediatamente lê seus movimentos de ataque recebe um sem números de tocos fáceis que fragilizam o emocional.Outra demonstração da falta de aperfeiçoamento técnico e a da central Lara que executou três vezes consecutivas da mesma forma burocrática e impensada china sem alguma variação recebendo bloques seguidos da Paula Pequeno no simples.A levantadora Diana domina boa técnica mas apresenta fases visíveis de panico e intranquilidade.Na comparação com a reserva do ano passado,Ana Maria, aquela jogadora estaria agarrando com unhas,dentes e todos os apliques possíveis a oportunidade de jogar tantas partidas como titular expulsando a acomodação da situação de banco.Mari até que fez uma partida boa.Mas parece administrar o momento para se retirar de vez do voleibol profissional já que a chance de jogar a próxima Olimpíada virou fumaça com a demissão do Giovanni Guidetti da seleção alemã.E, francamente,pelo seu jogo atual nem na sub 18 da Alemanha teria lugar no time titular. Somente talvez persista atuando no volei profissional por lhe permitir adquirir com trabalho e honestidade os carros esportivos que publicamente afirma amar dirigir.A boa expectativa foi a entrada da Marjorie que demonstrou gana e vontade em assumir algum lugar no time.Pelo que demonstrou naquela partida fica até imcompreensivel que ,teoricamente, seja a quarta central.E dependendo da sua regularidade , mesmo que seja até difícil pela autonomia e histórico dentro da equipe, retire algum tempo da Adenizia na melhor formação da equipe.Quanto ao arrasto dessa superliga feminina ela é compensada na razão do baixo nível técnico desse ano.Um exemplo foi o jogo entre São Bernardo e Brasilia.A equipe do São Bernardo tentou 12 vezes fazer um jogada de fundo de pipe e não conseguiu nenhuma na partida.Dez, ela ficou na rede.Outras duas ela ficou no bloque por a bola se deslocar muito baixa e fraca.Ou seja , uma falta absoluta de 100% de execução de um movimento técnico de forma correta e simples.Outro fato é a loucura de horários desse calendário e horários.Jogo no meio da semana ás 14:00,15:45,17:30.No final de semana 10;30,16:00,18:00.Fora os da fase noturna que podem ser 19:00,20:00,21:30.Nem é preciso dizer que mais da metade das partidas tem recebido um público que não preenche 30% dos ginásios e com entrada gratuita na maioria das vezes.A insanidade final , desta vez da CBV, foi colocar para o Mato Grosso, e num ginásio, presumo, não climatizado a final da Copa do Brasil esta semana.Enquanto vivemos semanas de temperatura alta e intenso calor se coloca essa competição num dos estados brasileiros de temperatura mais desgastante.Mas quem se surpreende mais com a CBV e suas decisões administrativas.

    • Fernando

      Em relação a CBV você está certíssimo, estou ficando enojado a cada dia mais com esta pífia instituição que só está ferrando com o Voleibol.

      Com todos esses milhões desviados pela máfia da CBV, poderiam investir em formação de jogadores e melhorar o nível, que vem decaindo ano após ano.

      Sorte que pra seleção estão aparecendo aos poucos uma que outra jogadora (Gabi, Rosamaria, Bia, Carol,Macris)

  • Renan

    Vale lembrar que o Molico/Nestlé jogou muito desfalcado! Sem Dani, Thaísa e Carcaces.
    E que nesse confronto a central Marjorie que desbancou Lara e a ponteira Gabi jogaram muito. E o Luiz colocou Ivna de ponteira e Mari na saída.

  • LEO

    Praia só tem decepcionado essa temporada. O jogo não flui, as jogadoras se abalam, o técnico é tão passivo! Uma pena. Periga perder o patrocínio se continuar assim. Parabéns ao Wagão e ao excelente Pinheiros. Queria vê-los na final, mas o Rio tá que tá! Não custa torcer. Abusei a cara do Luizomar, sinceramente! A entrevista dele ao final do jogo contra o Brasília me enojou. Tomara que perca pro Sesi.

    • Fernando

      Provavelmente irá perder pro Sesi, pqe as pontas do MOLICO estão uma m… a Gabi é uma anã, a Ivna só vai parar no bloqueio do SESI, e elas forçaram o saque de modo que a Thaisa fique marcada com a Fabiana na rede, daí só sobra as pontas, no duelo de ponteiras o SESI sai na frente, essa matemática tem dado várias vitórias a favor do SESI.

      Molico infelizmente será engolido.

  • Edu

    A saída do Praia nas quartas de final da Copa do Brasil não me causou alguma surpresa.Causaria surpresa maior o técnico conseguir voos maiores.Ele é muito fraco e aquém das necessidades do Praia.A saída do Spencer talvez tivesse sido necessária para a oxigenação e desgaste dos métodos de trabalho no clube.Mas a composição do elenco foi primária.Contrataram uma americana parecida com a Hooker.Alta como a Hooker.Longilínea como a Hooker e ponteira como a Hooker.O problema maior e que ela não tem nem na unha do pé a técnica da Hooker.Falar que a Ramirez iria ficar um tempo prolongado lesionada já deixou de causar surpresa há muito tempo.Como a Ju Costa deixar de alegar suas contusões e menos importância as suas imensas tatuagens. Demosntrando realmente que deixou de ser algo promissor.Karine, diga-se de passagem , uma das raras jogadoras brasileiras realmente poliglota e culta, esta sentindo o pesar da carreira.Talvez sua maior virtude para o grupo seria preparar adequadamente o caminho para a Juliana Carrijó, ainda inábil e com uma deficiente biomecânica de levantamento.No entanto, sua passagem como titular tem evidenciado uma jogadora lenta e de distribuição baixa e completamente previsível de jogo.Tandara é o desafogo do time.Mas já reclamou que anda sobrecarregada já que anda recebendo mais de 30% a mais de bolas para virar.Ou seja, um corpo acima de 90 kg se deslocar tanto a mais em salto provoca maior desgaste.Sassa e uma jogadora de boa técnica mais longe hoje de merecer titularidade numa das grandes equipes da superliga.Poderia estar numa das ascendentes ou menor onde sua experiência transferida as colegas teria melhor valia.

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