Coluna de domingo: A final de sempre e o problema olímpico



Pessoal, Feliz Páscoa para todos vocês. Abaixo, minha coluna publicada hoje, dia 8 de abril, no LANCE!.

Unilever e Sollys/Nestlé vão decidir, no próximo sábado, pela oitava vez seguida a Superliga. Mais do mesmo. Filme repetido. Eu já sabia. Final mais do que esperada. Escolha à vontade sua definição predileta para o maior clássico do país, sem esquecer de que ambos os times merecem a posição que ocupam no cenário nacional.

No balanço das decisões, as cariocas levam ampla vantagem: 5 a 2. Independentemente do que acontecer no Maracanãzinho, a mudança no placar acima é o que menos me importa.

Na última semana, entrevistei José Roberto Guimarães (textos estão aqui no meu blog). Ele, que iniciará nos próximos dias os treinos para a Olimpíada de Londres, vai pegar um grupo que, individualmente, preocupa para a campanha em busca do bi. Na atual Superliga, nenhuma selecionável titular chama a atenção por viver fase espetacular. Pior. Pilares do ciclo olímpico anterior estão longe da melhor forma, tecnicamente falando.

Vejam o exemplo de Mari, na minha opinião a principal jogadora da Olimpíada de Pequim. A ponta da Unilever está sem confiança no ataque, seu melhor fundamento, e continua sem constância no passe, o seu pior. Já Sheilla e Fabi, companheiras de time e Seleção, se recuperam depois de início apagado, mas também estão distantes do que já mostraram em outras ocasiões. Sem falar na indefinição na posição de levantadora. Fabíola, do Sollys, terá chance de mostrar no sábado que amadureceu para assumir de vez a titularidade da Seleção.

A final da Superliga é a chance para as selecionáveis deixarem um pouco da descofiança de lado. Não só a minha, mas também a de Zé Roberto.

 



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