Cimed aumenta investimento no vôlei



R$ 10 milhões em quatro anos. Esse será o investimento até 2020 do Grupo Cimed no vôlei brasileiro, em contrato já em vigência com a CBV.

A empresa, que marcou época no esporte ao patrocinar um time masculino de vôlei na década passada, em Florianópolis, estendeu o vínculo com a entidade para o vôlei de praia. Assim, a marca da farmacêutica estará estampada nos uniformes das duplas masculina e feminina. Até então o acordo com a CBV priorizava o vôlei, com as Seleções e a Superliga.

– Além da logo estampada nos uniformes, também entramos com patrocínio direto e ações de ativação, como placas durante os jogos, logo em backdrops de entrevista e exposição do selo de parceiro oficial no portfólio de produtos da marca – explica Daniel Freire, gerente de marketing esportivo do Grupo Cimed.

Marca está nos backdrops usados pela Seleção (Divulgação CBV)

Marca está nos backdrops usados pela Seleção. Neste caso, na convocação de José Roberto Guimarães (Divulgação CBV)

João Adibe, presidente do Grupo Cimed, explicou ao blog o novo posicionamento:

– O esporte é uma paixão nacional e está no DNA do Grupo Cimed. Eu gosto de vencer e acredito que a vitória seja o resultado da dedicação ao trabalho em alta performance, tanto dentro da empresa quando na quadra, no campo ou nas pistas. Por isso enxergo na parceria com o vôlei brasileiro uma oportunidade atrelar a marca de uma empresa vencedora com seleções vencedoras, tanto no masculino quanto no feminino, na quadra e na praia. Assinamos um contrato de quatro anos, porque acreditamos em patrocínios de médio a longo prazo para gerar bons resultados para todos – disse Adibe.

Até a Olimpíada de 2020, em Tóquio, a Cimed pretende promover várias ações de ativação do patrocínio.

– Estão previstas ações de relacionamento comercial com clientes e força de venda através de distribuição de ingressos para os jogos, visitas aos treinos e concentrações de jogadores; sampling de amostras e produtos durante as competições; promoções com consumidor final (inclusive para Tóquio, em 2020); cross-branding com outros patrocinadores em eventos e disponibilização de suplementos e medicamentos para os atletas e comissão técnica – finalizou Adibe.

Marca na camisa do líbero Serginho, do Sada/Cruzeiro (Divulgação CBV)

Marca na camisa do líbero Serginho, do Sada/Cruzeiro, durante a final da última Superliga (Divulgação CBV)

Na última temporada, a Cimed também foi copatrocinadora do Sada/Cruzeiro. O investimento no campeão brasileiro e mundial foi de R$ 5 milhões. O contrato está em vigência, com previsão de encerramento em junho, sem previsão de renovação.



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