China vira tie-break de forma incrível e classifica o Brasil



O Brasil está na semifinal do Grand Prix. E, numa ironia do destino, deve agradecer à China, a algoz nas quartas de final da Rio-2016.

As donas da casa derrotaram, nesta sexta-feira, a Holanda por 3 sets a 2, parciais de 25-23, 23-25, 25-23, 20-25 e 18-16.

Para quem falava em entrega da China para eliminar o Brasil, segue apenas o roteiro do tie-break: a Holanda abriu 14 a 10. Teve seis match points. E as donas da casa, já classificadas e em primeiro lugar na chave, viraram de forma impressionante. Uma reta final de jogo marcada por longos rallies, mudanças de pontos após checagem do desafio eletrônico e emoção de sobra.

Chinesas garantiram classificação do Brasil (FIVB Divulgação)

Chinesas garantiram classificação do Brasil (FIVB Divulgação)

É o tal espírito esportivo, como deveria ser sempre, né? Uma lição de dignidade e grandeza deste time chinês. Ontem várias pessoas lembraram da marmelada chinesa no Campeonato Mundial de 2002, que perdeu um jogo de propósito para cruzar exatamente com o Brasil, fragilizado pela ausência das principais jogadoras que eram contrárias ao técnico Marco Aurélio Motta. Já davam como certo uma repetição da entregada. 15 anos depois, a China de uma forma bem digna passou uma borracha naquele erro.

Ting Zhu, craque da Rio-2016 e melhor jogadora do mundo na atualidade, terminou a partida com 33 pontos.

Neste sábado, Brasil x Sérvia abrirão as semifinais, às 4h da manhã (horário de Brasília). No jogo de fundo, China x Itália.

Um reencontro China e Brasil seria um grand finale mais do que especial no domingo, hein?

 

 



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