CBV negocia para cariocas jogarem na Rio Arena



Uma luz no fim do túnel para o problema de “falta de ginásios” no Rio de Janeiro para jogos de vôlei (leia sobre o problema aqui: http://blogs.lance.com.br/volei/legado-vou-fingir-acreditar/). A CBV está negociando com a GL Events, proprietário da Rio Arena (ex-Arena HSBC), a utilização do local para jogos importantes de Rexona-Sesc e Fluminense na Superliga feminina, além do Sesc, na Superliga B masculina.

As conversas entre a entidade e a empresa já duram um mês e a expectativa é um desfecho breve e favorável. Apesar de a CBV não ser responsável pelos mandos de quadra na fase de classificação, ela julgou importante tomar as rédeas da negociação, já que o impasse entre Odebrecht e Governo do Rio tornou inviável a opção de utilizar o Maracanãzinho.

Rexona na comemoração do título na ex-HSBC Arena (Divulgação)

Rexona na comemoração do título na ex-HSBC Arena (Divulgação)

Os clubes envolvidos já estão cientes e aceitam mudar a logística para levar algumas partidas para o local, ao lado do Parque Olímpico, em Jacarepaguá. A questão principal é o custo de atuar na Rio Arena. O Rexona, por exemplo, gasta cerca de R$ 40 mil para atuar no Ginásio do Tijuca Tênis Clube. E sabe que os valores para atuar no ginásio gerido pela GL são bem maiores.

O lado positivo na mudança é a questão estrutural. A Rio Arena comporta até 15 mil pessoas, inclusive com camarotes. No Tijuca, após adequações de segurança, a limitação caiu de três para dois mil lugares. Na Hebraica, palco de jogos do Fluminense, o limite é mil pessoas. O ginásio utilizado inclusive nos Jogos Olímpicos também é climatizado.

Em abril de 2015, o ginásio recebeu a final da Superliga entre os rivais Rio de Janeiro e Osasco, já que o Maracanãzinho estava fechado. O jogo marcou a despedida de Fofão e o décimo título nacional da equipe de Bernardinho.



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