CBV limita participantes da Superliga e cria novo torneio de acesso



Após reunião com os clubes e o novo conselho gestor da Superliga, a CBV anunciou uma mudança importante para as próximas edições da principal competição nacional.

A partir da temporada 2014/2015, os torneios masculino e feminino terão 12 equipes cada: os oito primeiros colocados da edição anterior e o campeão da Superliga B estarão automaticamente garantidos, enquanto as três vagas restantes serão disputadas em um torneio classificatório, havendo a possibilidade de um convite.

Até então, o número era definido pela quantidade de interessados que cumprissem as regras estipuladas pela CBV. Já vimos edições com 15, outras com 10. Nem mesmo o campeão da Superliga B não tinha vaga certa.

A entidade também confirmou notícia publicada na Coluna Saque, em dezembro. O critério técnico será levado em conta na escolha das sedes das finais. As partidas serão realizadas no estado das equipes que terminarem a primeira fase no topo da classificação. E aí cabe uma explicação. A CBV vai esperar mesmo até o fim da primeira fase (os dois turnos) para definir o local das finais. Então, não bastará vencer o primeiro turno. Esta decisão foi tomada na reunião de hoje.

ATUALIZADO ÀS 20H10



  • Cleverton

    Boas medidas mas para aqueles que mantem o investimento no vôlei: os patrocinadores? Toda a mudança para o bem do esporte é bem-vinda mas se não pensar primeiro nos patrocinadores, de nada adiantara tais medidas pois do jeito que anda, vai ser difícil arrumar recursos para montar ao menos um time médio para ambos os sexos com

  • Iuri

    Daniel, eu entendo primeira fase como turno + returno…não? Assim, a confirmação sairia só lá por volta de março…

    • Daniel Bortoletto

      vai esperar a primeira fase toda. CBV confirmou

  • Paulo

    Acho que esse torneio classificatório vai ser tipo uma repescagem para os que forem “rebaixados”, como era a antiga Liga Nacional, lembro que a duas temporadas atrás o São Caetano ficou em último na SL, disputou a Liga, foi campeão e se manteve na elite.

  • Iuri

    Por esse texto da própria CBV, fica claro que primeira fase conta o returno, afinal de contas eles mesmos falam da liderança atual do Sesi, ignorando o fim do turno.

    “Durante a reunião, ficou definido o critério de escolha das sedes das finais da atual edição da Superliga. As partidas serão realizadas no estado das equipes que terminarem a primeira fase no topo da classificação. Hoje, o Sesi-SP lidera o torneio masculino, enquanto o Molico/Nestlé (SP) está em primeiro no feminino.”

    • Daniel Bortoletto

      vai contar o returno mesmo

      • Carlos Silva

        Decidir o palco final da Superliga com o campeonato em andamento me parece muito suspeito. Até em função do momento que a competição feminina passa: o Osasco é o líder absoluto (e invicto) com 7 pontos de diferença para a Unilever, 2a colocada. Por quê não fizeram sorteio? Seria mais transparente. Agora devido a posição do time paulista, mesmo tendo returno, é de se concluir que a CBV/GLOBO, etc. queiram favorecer a equipe de SP em detrimento as demais. Onde vamos parar, hein??

  • jota jota

    Aposto com quem quiser que na próxima superliga se tiver 10 equipes vai ser muito.
    Não esta valendo a pena investir em volei.
    A cbv não serve pra nada, serve somente para receber o dinheiro da Globo.

    • Katia Fernandes

      Bom, eu também duvido e por esta razão que eu comentei que não se sabe se times que estão disputando a Superliga hoje, irão ter condições de continuar na próxima temporada.

  • Ricardo

    Daniel, não entendi muito bem a questão do convite. Tal convite seria uma maneira para dar oportunidade a um time novo de disputar a Superliga ou um convite para disputar o torneio classificatório? Achei um pouco confusa essa maneira de seleçâo, pois dizer que os 8 melhores times estarâo na próxima liga é um pouco demais pois sempre tem time que não consegue disputar a próxima temporada. Neste caso, como fica? Abrem-se novas vagas para o torneio classificatório ou inclui novos times na Superliga? Não sei não, mas acho que desse jeito dificulta o investimento em novos times. Não que eu seja favorável ao surgimento constante de novos times, só que infelizmente, a Superliga precisa disto, pois os times que já fazem parte dela não tem a menor constância. Hoje existem, amanhã não mais.

  • Tem algumas pessoas que postam seus comentários sem procuram se inteirar do que acontece.
    Nenhum TV brasileira seja fechada ou aberta paga direitos de televisionamento da superliga masculina e feminina.
    Isso deveria acontecer como acontece no futebol.

    • jjKrj

      É CLARO QUE A GLOBO PAGA.
      A CBV NÃO REPASSA NENHUM CENTAVO PARA OS CLUBES, QUE FICAM NA DEPENDÊNCIA DOS PATROCINADORES.
      A GLOBO CHEGOU A PASSAR OS DIREITOS DA SUPERLIGA PARA O ESPORTE INTERATIVO, SÓ QUE COMEÇOU A DAR AUDIÊNCIA… Isso INCOMODOU A GLOBO E FEZ COM QUE ELA TIRASSE A SUPERLIGA DO ESPORTE INTERATIVO.

  • Rodrigo

    não gosto de final em jogo único mas não seria mais simples seguir o exemplo do NBB? A final é feita com o mando da equipe de melhor classificação da fase classificatória e não precisa ser necessariamente o líder… basta ser a equipe que fez melhor campanha comparada à que vai fazer a final…

  • acho interessante este quesito, pode motivar o desenvolvimento de equipes menores e dar espaço a jovens talentos, além de que pode fazer que equipes tradicionais busquem valorizar a superliga em todos os anos, ou seja, não joguem um ano simplesmente por jogar, pois tem a questão do rebaixamento.

    Além de que a depender do período de disputa deste classificatório pode incorporar mais ao calendário de algumas equipes.

    Já que temos que ter uma final em jogo único, acho esse método mais justo.

    PERGUNTA : Daniel, quartas semi será em melhor de 2 ou 3 partidas?

    • Daniel Bortoletto

      quartas e semi ainda são em melhor de 3

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