CBV e Associação de Clubes. O primeiro round



A CBV diz não reconhecer a recém-criada Associação de Clubes. A nota oficial está na íntegra, divulgada no meio desta tarde de quarta-feira, está logo abaixo.

Antes de qualquer apuração sobre a posição da entidade máxima do vôlei brasileiro, algumas constatações:

– A posição da CBV não me surpreende

– Isso não quer dizer que ainda há um racha

– É provável que representantes dos dois lados se sentem em volta da mesma mesa em busca de um entendimento. A CBV não iria estender o tapete vermelho para este grupo recém-lançado

– Caso os clubes mostrem força, a CBV pode optar por um entendimento. Ou partir para uma ruptura total, algo que não vejo como interessante para a atual Superliga

“A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) comunicou nesta terça-feira aos clubes participantes da Superliga masculina e feminina que não reconhece a Associação de Clubes de Vôlei (ACV) formada recentemente. Segundo o presidente da CBV, Walter Pitombo Larangeiras, o Toroca, a Confederação foi informada da formação desta associação pela imprensa, desconhecendo, portanto, seu estatuto e seus objetivos.

Desta maneira não é possível saber se os interesses da mesma estão alinhados aos objetivos do voleibol brasileiro. Para que qualquer associação seja reconhecida pela CBV, entidade máxima do voleibol brasileiro, reconhecida pela Federação Internacional de Voleibol e pelo Comitê Olímpico Internacional, a mesma deve ter suas ações em consonância com o Planejamento Estratégico do Voleibol brasileiro, elaborado pela CBV”, explicou Toroca, em seu comunicado.

O presidente deixou claro para os 26 clubes que participam da Superliga que a CBV é, entretanto, favorável à criação de associações de técnicos, atletas, árbitros e clubes em prol do fortalecimento do esporte. Ressaltou apenas que para as mesmas serem reconhecidas pela CBV precisam ter seus interesses alinhados ao da instituição”.

Agora é esperar o segundo round deste embate, que espero e torço, ser benéfico para o vôlei brasileiro.

 



  • Edu

    Caro Daniel, parece que a CBV também decidiu retirar três times para fazer o numeral doze na próxima Superliga feminina.O critério séria técnico e principalmente de capacitação financeira das equipes que ficaram no final da tabela de classificação.Confirmando essa realidade o mercado se estreita ainda mais para as jogadoras atingidas na decisão e encurta mais a duração do campeonato.

  • Edu

    Corrigindo, o atual campeonato teve catorze times, onde escrevi quinze.A CBV pretende retirar dois para atingir os doze da próxima superliga feminina.

  • Rodrigo Costa

    Mas na verdade sairão 3, pq um time dos 12 será o que ganhou a vaga na Superliga B (salvo engano, foi o Sao José).

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