CBV anuncia times da Superliga e confirma feminino maior do que o masculino



A tão aguardada lista de inscritos para a próxima Superliga foi anunciada pela CBV no início da noite.

E um fenômeno raro acontece: mais times femininos do que masculinos na temporada 2013/2014: 13 a 11. A diferença numérica merece uma reflexão, já que temos no país uma gama maior de jogadores do que jogadoras.

Volta Redonda acabou sendo a maior surpresa, ao ficar fora entre os homens. Nas últimas semanas, aconteceram algumas reuniões entre clube, CBV e atletas em busca de uma solução para pendências salariais, que, se resolvidas, permitiriam a inscrição dos cariocas.  O Grupo de Atletas também se posicionou, exigindo a resolução dos problemas. E, pelo jeito, a entidade não aceitou as propostas feitas pelo Voltaço, que até já havia acertado com alguns atletas para a próxima Superliga.

No mais, o Vôlei Futuro, por intermédio de uma nota oficial, lamentou não ter conseguido patrocinadores para manter o time masculino. Foi um projeto vitorioso e que começou a naufragar após um vice-campeonato duas temporadas atrás. Estamos dizendo de um segundo lugar, não o nono, décimo… Por isso me estranha tal situação em Araçatuba, uma cidade que respirou vôlei nos últimos anos. Como já escrevi aqui antes, a diretoria deu sinais de que o time continuaria, chegou a liberar o então técnico Cezar Douglas a sondar o mercado de atletas… Mas, a esperança aos poucos foi se transformando em desânimo, até as confirmações desta terça.

A outra baixa é a de Floripa, como já discutido ontem. O discurso de Renan Dal Zotto foi zerar as dívidas da temporada passada, antes de iniciar uma nova com problemas antigos. Espero que o “ano sabático” sirva para que a dupla possa se reerguer para 2014/2015, já que o desemprego preocupa com apenas 11 times na elite masculina.

No feminino, a lista confirma que o Sollys/Nestlé mudou de nome. Agora passa a ser Molico/Nestlé. Essa mudança de posicionamento da empresa para reforçar um novo produto é compreensível na questão mercadológica. Mas ela serve também para reforçar a tese (de alguns) de não citar o nome do patrocinador nas transmissões da Globo, devido às constantes trocas de marca. O que pensam sobre isso?

Por fim, vale ressaltar a volta do Nordeste ao cenário nacional, com a inscrição do Maranhão, e a volta do Centro-Oeste com Goiânia e Brasília. Um cenário diferente e importante no feminino.

Abaixo a lista dos inscritos

SUPERLIGA MASCULINA 13/14

Sesi-SP – São Paulo (SP)

Funvic/Taubaté – Taubaté (SP)

São Bernardo Vôlei – São Bernardo do Campo (SP)

Vôlei Brasil Kirin – Campinas (SP)

Sada/Cruzeiro  – Belo Horizonte (MG)

UFJF – Juiz de Fora (MG)

Vivo/Minas – Belo Horizonte (MG)

Moda Maringá – Maringá (PR)

RJX – Rio de Janeiro (RJ)

Agel/Monte Cristo – Goiânia (GO)

Kappesberg/Canoas – Canoas (RS)

SUPERLIGA FEMININA 13/14

Minas Tênis Clube – Belo Horizonte (MG)

Banana Boat/Praia Clube – Uberlândia (MG)

Vôlei Amil – Campinas (SP)

Molico/Nestlé – Osasco (SP)

Pinheiros – São Paulo (SP)

São Bernardo Vôlei – São Bernardo do Campo (SP)

Sesi-SP – São Paulo (SP)

São Cristóvão Saúde/São Caetano – São Caetano do Sul (SP)

Jacareí – Jacareí (SP)

Rio do Sul/Equibrasil – Rio do Sul (SC)

Unilever – Rio de Janeiro (RJ)

Brasília/Vôlei – Brasília (DF)

Maranhão Vôlei/CTGM – São Luis (MA)

 



  • @alcidesxavier

    Pra mim não passa de desculpas da emissora, em não querer pronunciar o nome do Patrocinador. Independente se muda ou não, afinal são eles, os patrocinadores que sustentam o time no todo. Inclusive, pagando as taxas administrativas a CBV!

  • lukas

    Molico/Nestlé – Osasco

  • Mario Madureira

    Molico/Nestlé é de Osasco (SP), não São Paulo capital.

  • Gustavo L B

    Há alguma falha na gestão da Supreliga, porque o NBB terá 21 equipes e a Superliga apenas 11?
    A Superliga é tão mais cara que o NBB? O publico gosta mais de basquete do que de volei? Não Seria a hora dos clubes formarem uma liga, assim como fizeram os clubes de basquete?

    • bsb

      O vôlei sem duvida tem maior apelo e torcida, mas com os elencos que algumas equipes formam para as outras tentarem competir se torna muito caro. Acho que falta apoio mesmo para termos mais times. Essa é a minha opinião.

    • Raffael

      O volei masculino nos ultimos anos inflacionou o mercado. Eram salários absurdos, tinha atleta ganhando o que muitos times pequenos gastavam em uma unica temporada. Isso fez com que os clubes não tivessem mais condições de sustentar esses salários, e os atletas não queriam mais baixar os mesmos. Ex.: Florianópolis fechou as portas depois que o Giba foi pra lá receber sem jogar, e com isso o time não passou das oitavas e o patrocinador se sentiu lesado e se mandou. Volei Futuro quis montar um timaço e pra isso teve que abrir os cofres pra tirar os grandes atletas da Europa e deu no que deu…a camisa do Volei Futuro parecia um macacão de formula 1 de tantos patrocinadores, mas mesmo assim não tinha dinheiro suficiente pra quitar suas dividas. São Bernardo há uns 3 ou 4 anos fez um bom time, com o Dante sendo sua principal estrela, e as vesperas do inicio da Superliga o mesmo se mandou e o time terminou em 8º. O grand eproblema é que temos péssimos administradores no volei, querem o resultado imediato e se calam em reuniões com a CBV.

  • Polaco

    os times masculinos estão acabando a cada ano, os times deveriam se uniar e criar uma liga própria como ocorreu no Basquete , acabar com o vinculo com a CBv e principalmente a Globo jogos na TV aberta já ! forte abraço Daniel e uma boas férias.

  • Iuri

    Daniel, vale apenas ressaltar que o time do Centro oeste é do masculino. Ficou meio ambíguo no último parágrafo do texto.
    E acho que esse time de Brasília, mesmo com jogadoras mais velhas, vai dar o que falar e pode tombar alguns grandes.
    Pra mim, essa é a superliga mais equilibrada pelo menos dos últimos 10 anos ou mais…Osasco deu uma caída e não é mais o super favorito dos últimos anos, Rio de Janeiro melhorou seu nível, Campinas subiu absurdamente e agora finalmente tem um time digno e o Praia deu aquele up necessário pra tirar o Sesi das semifinais. Esse último pra mim, é o mais fraco de longe entre os grandes.
    BSB e Jacareí vêm aí no segundo pelotão pra tentar alguma coisa e acho que podem até render bem.

    • Iuri

      Quis falar “o time de Goiânia”

    • bsb

      Não vejo o Sesi com uma equipe tão ruim, só apenas não é a mais forte. Ter centrais como Bia e Fabiana são ótimas e está bem servida de líbero e de levantadora nem se fala então. Acho que se a Daroit e a Ju Costa mostrarem o seu melhor volei a equipe fica forte, a dúvida é na saída de rede.

    • Victor

      Tem o Pinheiros tbm.. acho melhor que o Sesi na verdade..

  • Ruan

    Sei que a maioria dos fãs de vôlei não gosta do fato de a televisão não usar o nome dos patrocinadores, mas eu concordo. Como podemos pedir que o público se identifique com as equipes, popularizando assim o esporte, se eles não conseguirem formar uma conexão emocional com o time? É inimaginável que uma pessoa que não goste ou não tenha interesse por vôlei passe a acompanhar o esporte se for pra torcer por uma marca. “Vai Molico!”, “Vai Unilever”, “Sou Amil”… isso não existe. As pessoas se identificam com o lugar onde moram: “Aqui é Osasco!”, “Vai Rio!”, “Mostra pra eles, Campinas!” A Globo tem muitos defeitos, mas neste aspecto concordo com ela, se eu fosse diretor de televisão também não usaria esses nomes feios que o patrocinador inventa. Já é mais do que suficiente o exaustivo marketing visual. Lembro que na semifinal do ano passado entre Campinas x Osasco, a torcida do Campinas passou uma bandeira gigantesca escrita Vôlei Amil, que até tirou minha concentração do jogo. O marketing visual é sim, suficiente. O basquete não usa esses nomes feios e está se tornando mais popular porque as pessoas se identificam com os times: Uberlândia, Franca, Limeira, Basquete Cearense… O vôlei pode aprender uma lição do basquete.

    • Isso não ocorre somente no volei, no basquete também.
      O time de Brasília não tem o nome Brasilia: é UNICEUB / BRB / Brasília. Já foi Universo Brasília.
      O Basquete Cearense na verdade se chama Sky / Basquete Cearense.
      O Uberlândia é o melhor exemplo: o nome correto é Unitri Universo.
      Se o problema é criar identidade, que se diga na televisão Molico Osasco e Unilever Rio.
      As empresas gastam seu dinheiro para manter o esporte e devem ter seu nome falado.

  • Welmer Sales

    Daniel, caso outro time, que não o time do Maranhão, ganhe a Liga Nacional este jogará a Superliga?

  • bsb

    Eu particularmente não gosto de número impar de times na SL, já que sempre teremos um time sem jogar, principalmente na ultima rodada que pode ser decisiva. Mas melhor termos 11 times inteiros do que 12 sendo que alguns quebrados. É uma pena os projetos do V. Futuro e Floripa darem um tempo, mas melhor assim e que possam se reerguer ao invés de fazerem papel de coitados como foi na ultima edição.
    Bom vermos a SL se expandindo esperava ver até mais, como um time de alagoas no feminino (depois de ver o ginásio cheio no Domingo em Natal para a seleção feminina fiquei pensando o quanto temos em potencial, em estrutura e torcida, mas não em apoio para mais equipes) e a contraponto disso o número de mais da metade dos times 7 no total serem de SP, enquanto outras 3 regiões como Nordeste, SUL e Centro-oeste juntas tem 3 times, é uma desigualdade e falta de apoio dos governos e empresas locais.

  • giorgio fiori júnior

    Boa tarde Daniel t bem!!!

    Vi em uma de suas reportagens que Giba e Dante ainda indefinidos, acredita que o

    Sada Cruzeiro pode contratar um deles caso participe do Mundial de Clubes aqui em BH?

    Obrigado, abraços

  • Gilberto

    Daniel, a saída do Vôlei Futuro e do Florianópolis da Superliga bem como a não viabilização de outros times, como Volta Redonda, me fez recordar uma carta publicada neste blog do dirigente do Cruzeiro.
    Na carta/desabafo Vittorio Medioli fala do poderio econômico de 2 times e da monopolização da base da seleção, o que afugenta patrocinadores e diminui a possibilidade de ter mais times e atletas na competição. A imposição da Rede Globo e as relações desta emissora com CBV. E o calendário equivocado que deixa os clubes mais de 06 meses inativos.

  • Guga

    Essa quantidade toda no feminino só faz decair mais ainda o nivel do campeonato, de que importa ter 50 times se já sabemos quem irá para a final já no primeiro dia do evento.. Trágico

  • R.TIGRE

    Guga, acho que vc está sendo muito pessimista… Independente da atuação da arbitragem, a história dos 2 jogos não mudaria. Ou seja, o Brasil venceria os EUA de qualquer forma, pois se mostrou superior sempre.
    Aliás, a campanha do Brasil nessa Liga Mundial é digna de elogios, visto que é a primeira vez que o Brasil pega um grupo tão forte e se classifica tão bem, com 25 pontos, 6 pontos à frente da Bulgária, segunda colocada, que marcou 19 pontos.
    Foram 9 vitórias em 10 jogos, com uma única derrota contra a França, que ficou em terceiro lugar no grupo.
    O Brasil ficou invicto nas partidas fora de casa, inclusive derrotando os atuais campeões lá na Polônia.
    Considerando-se que o grupo era composto por Brasil, Polônia, Bulgária, França, EUA e Argentina, um verdadeiro “GRUPO DA MORTE”, o desempenho do Brasil foi excelente.
    Das equipes classificadas para a final o Brasil fez, de longe, a melhor campanha e entra para a fase final com o melhor índice técnico entre as seleções participantes:
    1. Brasil – 25 pontos;
    2. Canadá – 23 pontos;
    3. Itália – 19 pontos, pontos “average” – 1.064;
    4. Rússia – 19 pontos, pontos “average” – 1.056;
    5. Bulgária – 19 pontos, pontos average” – 1.012;
    6. Argentina – já classificada por ser a anfitriã das finais.
    Vale ressaltar que o Brasil ganhou um reforço de última hora, que é o líbero Alan. Uma vez que, segundo as regras da FIVB, para uma equipe inscrever 14 jogadores, um dos jogadores além dos 12 tradicionais obrigatoriamente tem que ser um líbero. Isto significa que se levar somente 12 jogadores, pode levar um líbero só. Mas para levar 14, tem que levar 2 líberos.
    Considerando-se que Mário Jr. tem seus altos e baixos, e está muito longe do que acostumamos a assistir com o Serginho em quadra, é muito interessante ter o Alan como opção para a posição de líbero.
    O que me surpreendeu bastante também foi a atuação da equipe de universitários do Canadá, que deixou vários países com Ligas profissionais para trás para conquistar a única vaga do grupo C.
    Prestem atenção no levantador Dustin Schneider, o cara é muito habilidoso, sendo o cérebro e o craque deste jovem time do Canadá.

  • R.TIGRE

    É óbvio que eu preferiria ver o Volta Redonda na Superliga, visto que o estado do Rio de Janeiro estará capenga na próxima Superliga, pois apesar do RJX ter sido campeão, com a quebradeira do Eike, o time não terá forças para disputar o título novamente.
    Mas é claro que defenderia a participação do Volta Redonda com uma ressalva: que fossem saldadas as dívidas trabalhistas com os profissionais que não receberam seus salários.
    É triste a forma como o Volta Redonda saiu da Superliga, mas vendo pelo lado positivo, é uma vitória conquistada pelos atletas que ganham força com isso, e abrem precedentes para que outros times sejam punidos da mesma forma, caso não honrem seus compromissos com os profissionais contratados.
    Aliás, em relação às 2 vagas que a CBV tem direito no Campeonato Mundial, seria interessante que fossem ocupadas por Sada/Cruzeiro e Vivo/Minas, pelos seguintes motivos:
    1. O Cruzeiro não foi convidado para disputar o Sul-americano, pois teria vaga garantida por ser a equipe anfitriã do Mundial;
    2. No Sul-americano o VIVO/MINAS ficou com a segunda posição, à frente do RJX que ficou em terceiro;
    3. O RJX é uma equipe de aluguel, ao contrário do VIVO/MINAS que é uma equipe tradicionalíssima no voleibol brasileiro;
    4. O RJX com a crise do EIKE não conseguiu manter a equipe que foi campeã de Superliga, perdendo muitos jogadores importantes. Além disso, tem um futuro muito incerto, ao contrário do VIVO/MINAS que sabemos que é uma equipe que não vai acabar da noite para o dia.

    • Marcelo

      O time do rjx atualmente é mais forte e definido do Minas amigo. E o campeao da superliga merece a vaga sim.

  • Maria

    Será que o trauma do feminino de não conseguir ganhar da Russia foi transferido para o masculino?

  • R.TIGRE

    É constrangedor dizer isso, mas BRUNO REZENDE foi responsável direto pela derrota no TIE BREAK!!!
    A seleção brasileira estava fazendo um quinto set formidável até o Bruno “azedar” o jogo e jogar um balde de água fria nos ânimos dos colegas com as suas lambanças seguidas.
    Definitivamente não dá para o Sr. Bruno querer brincar na frente dos excelentes meios-de-rede russos Nikolay Apalikov e Dmitriy Muserskiy, um gigante de 2,18m, carrasco do Brasil na final Olímpica, quando marcou impressionantes 31 pontos.
    Foi muita irresponsabilidade do Bruno pôr o Éder na “fogueira” contra o gigantão russo. Com passe na mão e jogando rápido já é difícil passar pelo cara, ainda mais espremido entre a antena e o ponteiro, fica mais difícil ainda.
    Como foi bem frizado pela Débora, ainda acabou com toda a moral que o Éder tinha conseguido com aquele bloqueio espetacular antes de ser posto na fogueira.
    É fato que o Bruno ajudou muito no bloqueio, na defesa e no saque, mas cometeu muitas escolhas erradas no levantamento prejudicando a distribuição do jogo.
    Bruno tem que rever seus conceitos, não é a primeira vez que ele faz isso: ele tem a mania de repetir a jogada para o cara que acabou de errar ou que foi bloqueado. Isso está manjadíssimo todo mundo já percebeu.
    Outra coisa que o Bruno insiste é em dar a bola para o cara que acabou de fazer uma defesa difícil para bater totalmente desequilibrado. Um dos exemplos disso foi a bola que Walace bateu todo desequilibrado e sem abrir o suficiente para dar a passada correta depois de ter feito uma defesa difícil e acabou levando um tocaço.
    Isso é vôlei de quadra e não de praia onde só tem 2 jogadores… Bruno não pode ficar insistindo em repetir bolas para quem errou ou para quem está desequilibrado ou mal-posicionado após uma defesa difícil.
    Em relação ao Dante, não dá para ele ser titular da seleção mais não… Ontem Dante teve apenas lampejos de voleibol, jogou muito mal, inclusive no passe. Lucarelli e Mário Jr. estavam cobrindo a maior parte da quadra e Dante, protegido, ficava com uma pequena parte da quadra, mesmo assim conseguiu dar uns passes B horríveis e errar 2 passes diretos, sendo que ele só passou 11 bolas. Maurício Borges entrou melhor, com o gás da juventude, pena que foi muito no final da partida.
    Lamentável também o corte de Maurício Souza, o melhor bloqueador da Superliga, ele fez muita falta contra a Rússia, ele contribuiria muito mais para a seleção que o Isac que está voltando de contusão. Poderia ter entrado no lugar do Éder, por exemplo, no tie break, depois daquelas fatídicas 2 bolas seguidas. Pois o Bruno com aquelas 2 bolas tirou o Éder do jogo.
    Gostei da entrada do Luiz Filipi “Chupita” como oposto, pelo menos mostrou mais raça e sangue nas veias que o Vissoto.
    Realmente é inevitável a comparação de Mário Jr. com Serginho, mas sinceramente, quem foi mal-acostumado com as atuações espetaculares e a garra do Serginho é muito difícil engolir a atitude de mosca-morta do Mário Jr.

    O que dizer daquele espetáculo de mau-gosto proporcionado pelo tal TIN-TIN??? Spiridonov ultrapassou, e muito, os limites do bom senso e o juiz deixou passar batido… Ficou baratíssimo para ele.

  • Rafael Tenorio

    O volei brasileiro de clubes eh uma piada de mau gosto. O segundo esporte nacional so ter 11 ou 12 equipes na principal divisao e ridiculo! Enquanto nao surgirem efetivamente clubes de volei e nao apenas projetos que acabam junto com o patrocinio isso nunca vai acabar. Apenas a titulo de comparaçao o rugby que e um esporte muito menos importante e sem divulgaçao quase nenhuma no Brasil tem um campeonato com 10 times e times que nao ficam sendo extintos apos 2 ou 3 campeonatos pois sao clubes tradicionais que existem em funçao do esporte e nao de patrocinadores.

  • Lukas

    as cores do uniforme do Molico/Nestlé-Osasco sera: azul claro, vermelho e amarelo.

MaisRecentes

Sada/Cruzeiro sofre com o “próprio veneno” no Mundial



Continue Lendo

Copa Brasil com TV apenas na final



Continue Lendo

Os seis jogos finais do turno da Superliga masculina



Continue Lendo