CBV admite falha em final da Superliga



A Confederação Brasileira de Vôlei não ficou satisfeita com a operação da final deste domingo entre Vôlei Nestlé e Rexona-Sesc, na Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro.

A principal falha se deu no processo de entrada dos torcedores no ginásio. Muito deles chegaram em cima da hora, provocando filas na entrada e fazendo com que vários perdessem o início da decisão da Superliga.

Para a CBV faltou uma tomada de decisão mais rápida para aumentar o fluxo de entrada. Neste caso, mais funcionários deveriam ter sido deslocados para o setor ou mais portões poderiam ter sido abertos, já que a opção de afrouxar o processo de segurança, como a revista de bolsas, é obrigatório.

Jeunesse Arena recebeu mais de 12.500 pessoas ontem (Inovafoto)

Jeunesse Arena recebeu mais de 12.500 pessoas ontem (Inovafoto)

No Brasil é cultural a chegada de fãs em cima da hora para acompanhar eventos esportivos. Ontem, no Rio, com a chuva, o fato se acentuou.

Para o CEO da CBV, Ricardo Trade, o Baka, o acontecido compromete a “experiência” que deveria ser proporcionada para estimular o torcedor, principalmente aquele que leva a família, a ter o desejo de retornar em outro jogo.

Ontem, a entidade dividiu a operação do jogo com a concessionária do ginásio.  Hoje, uma reunião para avaliação acontece na sede da CBV. Um dos tópicos do encontro será a análise das reclamações dos fãs feita no SAT (Serviço de Atendimento ao Torcedor), montado no entorno da Jeunesse Arena. Certamente lições serão tiradas para a final da Superliga masculina, no dia 7 de maio, no Mineirinho, em Belo Horizonte, entre Sada/Cruzeiro e o vencedor de Sesi e Funvic/Taubaté.



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