Características de argentino se encaixam com projeto do Minas



A repercussão da contratação de Horacio Dileo pelo Vivo/Minas não foi das melhores.

Muitas das críticas dos torcedores recaem sobre a falta de um grande trabalho na carreira do hermano.

E isso é fato. Basta ver a lista dos times treinados por Dileo. Por isso, no post da apresentação, eu o chamei de aposta. E procurei ouvir depois alguns argentinos para ter uma melhor noção do que esperar dele.

Não dá para tapar os olhos para as últimas experiências de Dileo. Ele foi assistente de Daniel Castellani (que era o grande desejo dos mineiros) no Fenerbahce, da Turquia, na última temporada. Lá, conquistou a inédita tripleta, com Liga, Copa e Supercopa. Além disso, tem no perfil um item que os dirigentes do Minas Tênis Clube adoram e valorizam: conhecimento do trabalho nas categorias de base.

Além da seleção colombiana, ele foi treinador de todas as categorias menores da Argentina no feminino. Também comandou a seleção juvenil masculina do país.

Segundo o jornalista Santiago Gabari, do SomosVoley, Dileo é “um técnico muito trabalhador e responsável. Em seus últimos anos (Chubut e Colômbia), demonstrou que gosta de desafios e projetos”.

A última característica se encaixa muito bem com o Vivo/Minas, não acham?



  • Rubens

    Fico feliz em saber que é um cara que valoriza e sabe trabalhar com as categorias de base. Era uma das preocupações da diretoria do Minas em contratar um substituto pro Marcelo que soubesse trabalhar com os garotos, já que o projeto do clube é dar ainda mais espaço pra valores da base. E dar segurança pro Lucarelli e Otavio continuarem crescendo mesmo sem o Marcelo. A hipótese até de efetivar o Pelé, técnicos de todos esses garotos quando na base mostra bem o que o Minas procurava.

    E muito possivelmente a indicação de Horacio partiu até mesmo do Castellani, que chegou manter contato com o clube.

  • Fabio Rodrigues

    A contratação desse nome não foi a toa, certamente vem depois de indicações por conta do perfil procurado pelo Minas. Indicações ate do proprio Quiroga e Castellani que trabalharam com ele na Turquia. Está claro que nao foi a primeira opção do clube, porem certamente uma opção pesquisada, não apareceram do nada.

    Toda sorte a ele e ao grupo

  • Raffael

    O Minas não da em mais nada no volei brasileiro. Ja se passou o tempo deles, não querem investir pesado e assim fica dificil concorrer com os grandes investidores…tem que se contentar com isso mesmo, em revelar alguma coisa e perde-los antes mesmo de completarem 20 anos…pro volei brasileiro é otimo, mas pro clube e pra torcida não…

  • Carlos E

    As críticas relacionadas ao feminino eu entendo. Mas elas não cabem no masculino que esteve por exemplo, nas ultimas semis da liga. Não adianta falar que semi final na é nada, pq na superliga masculina é sim. É um lugar onde por exemplo o grande investidor Sesi não esteve esse ano. Acabou a época que a superliga masculina tinha final certa com Cimed e Minas como era em outros tempos. é um campeonato forte e disputado e onde o clube “renasceu” depois de uma campanha triste que foi a do 7º com uma equipe até bem cara, mas que só deu tristeza.

    Eu não tô assimilando a reclamação que começou a vir de alguns agora, pois o time que o Vivo/Minas montou é forte e só parar pra pensar.
    Ao contrário do que alguns querem fazer parecer, a torcida pelo menos aquela que acompanha e apoia ao time, voltou aos ginásios nessa ultima superliga e aprovou totalmente tudo que o time fez, ao contrario do que alguns que só sabem reclamar querem mostrar.

    Há dois anos , depois de uma campanha lamentável, o time masculino do Minas começou se reerguer e tá certamente no caminho certo. Nesse caso não é questão de decadência, estão é retomando um caminho.

  • ana maria

    Daniel, muito obrigada pelo espaço de seu blog. É muito legal ler o povo trocando informações, comentando, criticando. Além disso o nível é bom embora haja pessoas destrutivas em seus comentários. Vamos torcer cada vez mais pela equipe de nosso coração e, mesmo que não chegue às finais que possamos reconhecer o esforço de um trabalho bem feito. E isso a gente vê na equipe do MInas. A questão é que o mundo do volei mudou, com equipes que tem investimento mais ostensivo. Admiro esses clubes brasileiros como o MInas, PInheiros, Flamengo…pra falar em alguns que são quase uma universidade do esporte. Falta muito? Falta sim, especialmente na formação do atleta para além do esporte.

  • Rafa

    Até ri desse comentário desse Raffael. Acho que ele não assistiu à última superliga, onde Minas e Cruzeiro, investimentos menores, subiram no pódio. Enfim, concordo com o resto do pessoal. Essa não foi uma contratação sem fundamentos. É um risco, mas um risco calculado. É bom notar que o Minas está mantendo um time base no adulto e com a ajuda dos jogadores da base. O time foi muito bem montado nas últimas temporadas pelo Marcelo e ele deixou um time excelente nas mão do Horácio. Boa sortes pra nós!! =D
    VAMOS MIINAAAAS!!

    Aé, Daniel, algo novo sobre o time feminino do Minas??
    Adoro o blog!! Tudo de bom pra você!!

    • Fabio Rodrigues

      concordo com todas as palavras.

    • Raffael

      Não mudo minha opinião. O Minas deixou de ser grande, pode beliscar uma semifinal ou outra, mas só. Nessa superliga 2011\2012 chegou as semis, mas daqui a 3 anos ninguem sabera disso. O que manda é investimento. Daqui ha 10 anos todo mundo sabera que a CIMED foi um dos melhores times do Brasil. “FOI”, porque o investimento se foi, e aparecerão outros investidores em outros times e outras cidades. Pro Minas voltar a ser GRANDE, tem que por a mão no bolso e trazer atletas de nivel internacional, senão a coisa não anda.

      • Fabio Rodrigues

        não precisa mudar, só precisa saber que sua visão sobre ser grande ou não está totalmente deturpada.

        • Raffael

          hummmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm……conte-me mais sobre ser grande e pequeno…

          • Fabio Rodrigues

            Você analisa do jeito que quiser, se pra ser considerado grande pra voce basta contratar estrelas internacionais,ok. Mas o mais engraçado no fim disso tudo, em bons ultimos anos de liga, apenas o Sesi com as ditas estrelas internacionais ganhou o título. No mais, o título veio do conjunto, veio do trabalho. Não to falando que ter estrelas é sinal de fracasso, não mesmo, altos investimentos são sempre bem-vindos. Mas não é isso que determina o sucesso de um time no campeonato. Os exemplos foram dados à exaustão. Se voce acompanha superliga masculina sabe muito bem disso. Enfim, opinião é opinião, mas a realidade também é a realidade.

MaisRecentes

Vaivém: Vôlei Nestlé confirma apresentação de peruana



Continue Lendo

Vaivém: Polonesa é esperada em Barueri



Continue Lendo

A zebra aparece em Belo Horizonte



Continue Lendo