Camponesa/Minas quebra longa invencibilidade em Osasco



O Camponesa/Minas encerrou uma série de 25 partidas de invencibilidade do Vôlei Nestlé no Ginásio José Liberatti, em Osasco, pela Superliga. Neste sábado, vitória de virada das visitantes por 3 sets a 2, parciais de 21-25, 19-25, 32-30, 25-15 e 15-13.

A série invicta em casa do Vôlei Nestlé na competição nacional já durava três temporadas. Na última edição da Superliga, o time ganhou 14 jogos, sendo 11 na fase de classificação, um nas quartas e dois na semifinal. Na disputa anterior, 2015/2016, venceu mais oito partidas em seu ginásio. Neste ano eram três vitórias diante de sua torcida, contra Renata Valinhos, Pinheiros e BRB/Brasília. O último resultado negativo em casa na competição havia acontecido no dia 18 de dezembro de 2015.

Com o resultado, o time paulista segue na terceira colocação, com 18 pontos (seis triunfos e duas revezes). Os invictos Dentil/Praia Clube e Sesc possuem oito vitórias cada, com as mineiras na frente com 24 pontos, um a mais do que as cariocas. O time de BH subiu para 15, em quarto lugar, podendo ver o Hinode/Barueri ultrapassá-lo caso faça três pontos (vitórias por 3-0 ou 3-1) no complemento da rodada contra Brasília.

Sobre o jogo, a análise irá até o início do quarto set, quando a RedeTV! cortou a transmissão para mostrar a Série B do Brasileiro de futebol.

Para tentar manter a sequência invicta, Osasco teve uma surpresa muito agradável em quadra. A líbero Kika ganhou uma oportunidade de última hora, já que a titular Tássia teve um problema no aquecimento. Ela mostrou personalidade no passe, ajudou em algumas passagens na defesa. Talvez até levasse o Troféu VivaVôlei/Cimed em caso de vitória do Vôlei Nestlé.

Com Leyva e Luizomar de Moura tendo retornado ao Brasil no fim de semana após a participação do Peru nos Jogos Bolivarianos, Mari Paraíba saiu jogando, enquanto Spencer Lee foi o treinador, apesar da presença de Luizomar no banco. E a atuação coletiva do Vôlei Nestlé foi bem consistente até o fim do terceiro set. Match points foram desperdiçados, inclusive. E fica a lição: não se pode dar chance para equipes do quilate do Minas.

O Minas, instável nos sets iniciais e com erros em excesso em todos os fundamentos, teve Carol Gattaz e Hooker saindo do banco e jogando efetivamente a partir do segundo set. E as duas ajudaram demais na reação. A central anotou 15 pontos, enquanto a oposto colaborou com 12. Pri Daroit e Rosamaria, com 18, lideraram a equipe de BH na pontuação. Rosa levou o VivaVôlei.

Já as maiores pontuadoras da partida foram Tandara, com 21 pontos, e Paula Borgo, com 20. Pena que o telespectador ficou na mão e não pode ver o desfecho deste jogão.



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