Caiu a invencibilidade



A primeira derrota da Seleção Brasileira feminina em 2013 aconteceu neste sábado. E talvez em um jogo que muitos, inclusive este que vos escreve, considerava tranquilo.

Em Porto Rico, revés diante da Bulgária por 3 a 1 (25-22, 25-21, 20-25 e 25-21), no 17º compromisso no ano.

Curiosamente, o resultado negativo aconteceu no primeiro jogo de Sheilla como titular no Grand Prix, com Thaisa sendo usada no decorrer do duelo… Ou seja, com o Brasil contando com a volta gradativa de sua base principal. Até por esse motivo, esperava bem mais do time de Zé Roberto.

Fabiana e Juciely somaram apenas três pontos no bloqueio, Gabi não estava inspirada no ataque, Dani Lins cometeu erros na distribuição e não tinha Fabíola no banco para a inversão. Ou seja, uma performance para ser esquecida, mas que não apaga o que esse time vinha fazendo de bom na temporada até aqui.

Do lado búlgaro, Vasileva, bem conhecida da galera por aqui, não foi a destaque. Gostei de Rabadzhieva e da capitã Filipova.



  • Anderson

    Realmente não foi um jogo mto bom pro Brasil sem os ataques de Gabi e os bloqueios de Juciely. E meu Deus do céu… Dani Lins que cê tá fazendo fia? Não inventa e faz o que você sabe…
    Méritos pra Burlgária que soube aproveitar a oportunidade.

  • Junior

    Gabi e Monique são boas jogadoras, mas sofrem quando jogam contra times mais altos, como foi o caso da Bulgária. A levantadora búlgara distribui bem e uma das centrais (acho que a Filipova) foi bastante acionada e não decepcionou.
    Dani Lins joga o que sabe: ou seja, muitas bolas altas e pouca criatividade. Fernanda Garay é a (única) bola de segurança do time. A sorte do Brasil é que seus quatro próximos adversários são inferiores. Mesmo assim, se bobear, não vai ficar entre os classificados.

    • Iuri

      Dani Lins só joga bolas altas e tem pouca criatividade?! Eu acho que assisto a outros jogos, não é possível. Desde 2005 a Dani Lins é a levantadora – tirando a Fofão – que tem o melhor jogo com o meio de rede e que tem a melhor bola rápida na saída pra Sheilla. E ela faz muito mais jogadas do que Fabíola ou Fernandinha sequer podem sonhar.
      Dani demorou pra se firmar por causa da Fofão (ainda bem!) e também por causa de um ciclo passado instável e com muitos problemas na seleção. Hoje eu diria que ela bastante suficiente pra jogar com qualquer jogadora e contra qualquer time do mundo.

  • Michel

    Uma pena a derrota do Brasil. Realmente foi uma derrota inimaginável até então. Vi alguns comentários sobre a partida pouco inspirada de Gabi, mas não acho que ela seja a única responsável pela derrota; o time inteiro pecou. A observação que tenho a fazer é que sinto falta dos ataques potentes dessa jovem ponteira nesse Grand Prix. Não me incluo entre os radicais que questionam a baixa estatura das novatas que foram convocadas. Gabi é craque de bola e há muito vem provando que chegou pra ficar. Apenas acho que ela deveria aplicar neste campeonato os já conhecidos ataques de força que fazia no Mackenzie e posteriormente na Unilever. Ela tem tentado jogar à base de uma técnica que ainda não dispõe, tendo a infelicidade de sempre passar ou pingar em cima de jogadoras da defesa adversária; se tal artifício não está dando certo, ela tem que seguir o conselho que o Zé Roberto deu às jogadoras após perderem o primeiro set para os EUA na última final olímpica: ” não tentar inventar algo e trabalhar o seu ponto forte”; agora é o momento dela fazer isso. Quando ela adquirir experiência e maturidade aí sim poderá tentar aliar jogadas técnicas com ataques potentes, porque por enquanto ela ainda não tem bola pra isso. #saudades dos ataques de grande potência da Natália e Tandara, tal quesito está fazendo falta nesse Grand Prix.

  • Aline

    A diferenca foi q das outras vezes a Santa Fabiola entrava em quadra para Salvar a Patria, dessa vez Pani Lins teve q se virar sozinha, e deu no q deu.
    Essa derrota apenas foi adiada, pois jah era p/ter ocorrido contra os EUA, se Fabiola nao tivesse sido jogada na fogueira e apagado o incendio.
    O pior de tudo isso eh ver a coitada da Claudinha esquentando banco.
    Nao entendo pq o Ze Roberto nunca da uma oportunidade p/a Claudinha?
    Pq Pani Lins tem esse status de titular absoluta? Intocavel? Ela nao esta jogando para ser intocavel!

  • Neide

    Assistir à seleção feminina com a Pani Lins está cada vez mais enfadonho!
    A Pani Lins é a mais previsível das previsíveis das levantadoras que a seleção brasileira já teve.
    Qualquer leigo sabe pra onde ela vai levantar a bola: surpresa ZERO, criatividade ABAIXO DE ZERO!
    Pani Lins é a festa dos bloqueios adversários, além de ser previsível, é REPETITIVA, que o diga a Tandara do SESI…
    Ela repete muito as mesmas bolas e, com isso, faz a festa dos bloqueios adversários.
    Mas quando a Dani virava Pani, tinha a Fabíola pra consertar…
    Agora não tem mais…
    Tenho muito pena da Claudinha, coitada dessa moça, ter que ficar bancando pra Pani Lins é dureza!

    • Dani Lins

      Seu recalque bate e volta no meu ouro olímpico duas vezes…

  • Natacha

    Vi o jogo contra a Bulgaria e achei um jogo muito bom. As bulgaras jogaram muito bem, marcando as principais jogadas do Brasil. Mas achei a Dani Lins previsivel demais….nao arriscava nada diferente….quando tinha o passe na mao insistia nas jogadas que ja estavam “manjadas” pelas bulgaras….sei la, na minha opiniao faltou algo a mais pra Dani nesse jogo….
    E sem passe na mao, bola impinada, fica dificil pra Gabi e Monique se virarem….ate mesmo Garay com todas suas armas no ataque parou em alguns bloqueios…

    • Silva

      Dani Lins saiu do Unilever há três anos, mas esses torcedores do Sollys(Molico???) não esquecem ela. Tudo é culpa da Dani. Mesmo na seleção. Eita povo recalcado! Tinha que ser um time de segunda literalmente. Coxinhas! rs

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