Cai invencibilidade do Brasil no Grand Prix



Quase nada funcionou na primeira derrota do Brasil no Grand Prix. Nesta quinta-feira, a Seleção, após dez vitórias, foi derrotada pela Rússia por 3 sets a 0, parciais de 25-19, 28-26 e 25-19, em Omaha (EUA), pela segunda rodada do hexagonal final da competição.

O resultado deixa as russas na liderança com seis pontos, mesmo números que os Estados Unidos devem chegar no decorrer da rodada de hoje. O Brasil fica com três e mais distante de conquistar o tri de forma consecutiva e o 11º título no total.

during the final round match between Brazil and Russia on day 2 of the FIVB Volleyball World Grand Prix on July 23, 2015 in Omaha, Nebraska.

Russas comemoram um dos pontos da vitória (FIVB Divulgação)

O passe foi instável em grande parte do jogo, a virada de bola não funcionou, o time não soube anular Goncharova e desperdiçou algumas boas chances dadas pela Rússia, principalmente no segundo set. Assim, o revés acabou sendo uma resultado justo pelo que os dois times mostraram.

Em raros momentos o Brasil parecia se sentir confortável no jogo. Faltou confiança em pontos-chave do segundo set, quando o time chegou a ter set point, o único no qual o equilíbrio prevaleceu. Os últimos dois pontos foram em erros de passes de Natália. Individualmente ninguém apareceu como destaque.  Natália parecia triste, incomodada e não conseguindo se impor no ataque. Gabi e Suelle cansaram de ficar no bloqueio de Goncharova, que marcou oito dos 13 pontos de bloqueio da Rússia. Faltou um pouco mais de malícia para não levar tantas bolas no pé. Apenas para comparar a equipe brasileira somou apenas seis no total (três de Juciely e dois de Carol).

Sem caça às bruxas, derrotas assim devem servir como aprendizado, tanto para jogadoras que estão tendo a primeira grande experiência na Seleção neste GP quanto para outras já experimentadas, mas que não estão em boa base. Além disso perder serve para não esquecer de que existem adversários fortes do outro lado da rede, algo que se minimiza um pouco quando vitórias em sequência aparecem. A Rússia, com Kosheleva, Sokolova e possivelmente Gamova será um rival e tanto para o Brasil na Olimpíada.

 



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