Brasil perde segunda para os Estados Unidos



Dois jogos, duas derrotas. Esse é o saldo da Seleção Brasileira feminina até agora nos amistosos contra os Estados Unidos.

Nesta terça-feira, o revés aconteceu em Uberaba, no Centro Olímpico, por 3 sets a 0, parciais de 29-27, 25-23 e 25-18. Na quinta, às 20h, no mesmo local, as duas equipes farão o terceiro e penúltimo duelo da série.

Como já escrevi na Twitter, não vi grande parte do jogo por estar viajando. E não vou analisar individualmente A, B ou C.

Em comparação ao jogo de Brasília, José Roberto Guimarães alterou três peças da equipe titular: Dani Lins no lugar de Roberta, Rosamaria na vaga de Gabi e Carol no posto de Adenízia. Além disso, ele testou Fernanda Tomé na inversão de 5-1, após ter utilizado Thaisa na função.

– Tivemos alguns erros cruciais em momentos do jogo que tivemos chances e que custaram a vitória. Temos alguns ajustes a serem feitos ainda, tivemos dificuldades no passe, cedemos alguns pontos quando tínhamos o contra-ataque, mas já vi uma melhora no volume de jogo, e acredito que na terceira partida desta série apresentaremos mais evolução – comentou o treinador.

Brasil sofreu com o bloqueio americano (Wander Roberto/Divulgação)

A análise dele bateu com a de vários seguidores, que reclamaram da linha de passe e da falta de definição no ataque.

Na entrevista pós-jogo, a campeã olímpica Dani Lins disse também ter visto uma evolução da equipe, usando como comparação as diferenças nos placares dos sets perdidos hoje e os de domingo. Sobre a primeira partida como titular desde a gravidez, a levantadora admitiu a necessidade de aumentar o entrosamento com as atacantes.

– Este foi o meu primeiro jogo depois de 13 meses praticamente parada, mas foi um jogo bom. Estamos ainda buscando o entrosamento, eu principalmente. A gente vai aprendendo a cada jogo, acho que vamos evoluindo. Vamos estudar este jogo de hoje para melhorarmos nosso padrão, queremos jogar com velocidade, como as próprias americanas, mas vamos melhorando a cada partida – disse Dani Lins.

Uma coisa é unânime: o Brasil ainda tem muito a evoluir até o Mundial do Japão.

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