Brasil atropela Coreia e Fernanda Garay começa a ganhar espaço



Três jogos, três vitórias. O Brasil encerra a primeira semana do Grand Prix invicto e Zé Roberto começa a tirar algumas conclusões para a formação da equipe.

Fernanda Garay é a ponteira que vem ganhando espaço. No triunfo por 3 a 0 sobre a Coreia do Sul (25-17, 25-20 e 25-22), ela entrou na metade do segundo set, no lugar de Mari, para dar maior estabilidade no passe. E conseguiu. Terminou o duelo com nove pontos (dois no saque, dois no bloqueio e cinco no ataque). A maior pontuadora do time foi Sheilla, com 14.

– Conseguimos impor o nosso jogo contra as coreanas. Fiquei feliz de ter ajudado o time. Aos poucos vou ganhando o meu espaço e o grupo passa a ter mais confiança no meu jogo – disse a atleta.

José Roberto Guimarães gostou da atuação do time, mais concentrado, com saque mais eficiente e mais firme no bloqueio. Na próxima semana, o Brasil jogará para Almaty, no Cazaquistão, contra as donas da casa, a Tailândia e a Itália. O primeiro desafio será contra as tailandesas, na sexta, às 9h (horário de Brasília). Sportv e Esporte Interativo transmitirão ao vivo. E nós poderemos ver sem acordar de madrugada. Muito bom.

No outro jogo do grupo, o Japão não deu chances para a Alemanha, vencendo por 3 a 0 (25-22, 25-13 e 25-19) e garantindo o segundo lugar.



  • Ana

    Vejo vôlei desde criança, acompanhei gerações incríveis, técnicos loucos, mas incoerência igual ao do Zé Roberto eu estou para ver. Ele já tinha feito isso ontem, todas abaixo, mas quem paga o pato é a Mari. Hoje foi RIDÍCULO. Mari com SETE pontos, erra duas recepções, SACADA da equipe. Enquanto isso Paula tinha ZERO pontos, Sheilla já tinha SEIS erros e nenhuma sai da equipe.

    E as pessoas se questionam o que aconteceu em 2007. Acontecia isso, senhoras e senhores, Mari errava duas vezes e era substituída. No Pan, quando isso ocorreu contra o PERU, ela explodiu. E não dúvido explodir de novo. Reitero, é ridículo. Não sou Marifã, nunca fui. Só acho que deve haver coerência sempre, por parte do técnico. Thaísa e Fabiana erraram aos montes contra a Alemanha e não foram substituídas, Paula terminou o jogo com DOIS pontos e não saiu…

    Eu, sinceramente, não entendo. Não sei como Mari tem paciência…

    • Andrei

      Concordo plenamente contigo Ana. Foi realmente revoltante e desnecessária a substituição da Mari que naquele momento era a melhor jogadora em quadra e o placar apontava 11 x 8 para o Brasil. Vale ressaltar que esse fato está longe de ser inédito e isolado, já que ano passado todos se recordam a Mari também era sacada de jogo mesmo sendo destaque das partidas para dar lugar a Paula Pequeno, sendo que Jaqueline podia errar ataques e recepções que NUNCA era substituida. Onde está a COERÊNCIA? Onde estão os CRITÉRIOS? Mais grave ainda foi na derrota para o Japão ano passado na fase final do GP que nosso treinador jogou a responsabilidade da derrota em cima da Mari afirmando que uma ponteira havia feito 29 pontos (Jaqueline) enquanto a outra somente 9 (Mari).
      Seguindo esse raciocinio, devemos acreditar sim, que nosso treinador também imputou a ela a culpa pela derrota de Atenas 2004.

      O que passa na cabeça de nosso treinador? Mari tem que ser PERFEITA? E as outras jogadoras são avaliadas nesse mesmo critério de perfeição? São dois pesos e duas medidas? “Não há lugar cativo na seleção”. Será?

  • Afonso (RJ)

    Achei a Sheilla e a Fabi melhoraram nesse jogo. A Mari estava atacando com eficiência (como sempre) e por um tempo chegou a ser a maior pontuadora do Brasil. Nossas centrais foram muito bem e a Paula caiu de produção em relação aos jogos anteriores.
    Os pontos fracos voltaram a ser o passe e a defesa. Sei lá, mas acho que o Zé deveria rever o posicionamento da cobertura do bloqueio. Toda e qualquer largadinha atrás do nosso bloqueio cai.
    O saque das coreanas era muito melhor que o dos adversários anteriores, e realmente trouxe problemas para nossa recepção. É bom que se diga que não foi só a Mari que teve dificuldades nesse fundamento. Paula e até a Fabi também andaram errando feio. Mas acho que para o momento o Zé substituiu bem.
    Novamente acho que o Brasil teve o comando do jogo o tempo todo. A sensação que a gente tem é que as meninas jogam exatamente o necessário para vencerem. Às vezes erram um pouco na dose e deixam as adversárias encostarem, mas logo tornam a abrir uma vantagem. A única excessão até agora, quando bobearam e demoraram a reagir foi no segundo set contra a Alemanha. E mesmo assim tiraram 7 pontos e quase viraram.
    Acho que atuaçõe espetaculares com todas dando seu máximo só mesmo contra grandes adversários como EUA, Itália e principalmente a Rússia. Vamos pegar a Itália já no próximo fim de semana. Aí sim vamos ter o nosso primeiro teste para valer, mesmo assim lembrando que não é um jogo realmente decisivo.

    Para quem se interessar passo os links do You Tube dos jogos do Brasil nesse Grand Prix.
    Os jogos estão na íntegra, e são capturados do Sportv. Imagem e som de primeiríssima qualidade e editado para tirar os anúncios. Trabalho espetacular.

    Brasil x Japão: http://www.youtube.com/watch?v=XRA3BKAkS_g

    Brasil x Alemanha (Parte 1): http://www.youtube.com/watch?v=opxKLqUVTZk

    Brasil x Alemanha (Parte 2): http://www.youtube.com/watch?v=0nGTSkYJYBE

    Quando sair o jogo contra a Coréia, coloco o link aqui.

  • Tay

    Com isso tudo a minha admiração pela Mari só aumenta. Se eu fosse ela, jogaria a plaquinha da substituição a quilômetros, pegaria minha mala e iria pra casa. Ela erra 2 bolas e sai, o resto errou várias e continua lá. Tava torcendo pro Brasil perder o segundo set e o Zé aprender, mas com ele acho que não adianta, é muita incoerência para uma pessoa.

  • Nathy

    um ABSURDO o zé ter tirado a Mari,sendo que ela era nossa melhor atacante. O técnico foi sem critério nenhum,já que a Paula só fez 2 pontos a partida toda,a Sheilla foi bem ruim até o terceiro set,mas a Mari que estava bem,foi tirada sem motivo algum .

  • and

    Mari substituida sem criterio algum do nosso brilhante tecnico foi o fim, Todas podem errar a vontade menos ela, a vulgo melhor do mundo erra cada bola boba mas e intocavel.Depois choram porque perdem para Russia, não possuem um tecnico e sim um paneleiro.

  • Paulo Dantas

    Brasil atropelou a Koreia onde? Vi a seleção passar por apuros nos dois últimos sets.

    – Sheilla sempre vai ser destaque e maior pontuadora, recebe 33 bolas enquanto as outras recebem 11, 12. É óbvio ser destaque.

    – Nesses últimos anos vi Paula fazer dois pontos, 4 e seis em diversas oportunidades. Já virou rotina. Ficou em quadra pelo “fundo”? kkkk paula teve 30% de aproveitamento na recepção e 33% na defesa. Justifica ficar em quadra com dois pontos?

    – Fabi é uma vergonha para categoria líberos. Se esconde, grita pelas ponteiras para passar. Vergonhoso.

    – Thaísa, mais uma vez, foi nossa melhor jogadora. Dá gosto ver.

    – Lins pragmática, mas correta. tem que ser a titular mesmo. Precisa de confiança e isso só jogando.

    – Garay se mostrou muito bem. Apesar de não ter entendido sua entrada ( se era para consertar o passe que entrasse Sassá) ela foi bem. Espero que se firme e ratifique sua vaga no lugar de Jaquetoco.

    • Fernando

      Porque o Brasil precisa de outras alternativas, com mais poder de ataque e bloqueio que consigam ajudar segurar o passe também. Às vezes será necessário.

      E sobre a Mari, ela precisava ter saído ? Não, ou sim e poderia ter voltado. Mas é esse fim de mundo que estão fazendo? Definitivamente não. Ele colocou a Garay naquele momento, deu certo, ela realmente estabilizou o passe , então ele continuou testando. Mari não precisa de teste, Garay sim. Falam tanto que Zé Roberto é não faz testes, que tem medo de mudar e o escambau e quando ele faz, fazem essa tempestade. Afinal, mexeu com Mari vem a tropa atrás. Se tem algum momento pra fazer testes, o momento é este. Nos jogos importantes Mari estará lá, firme e forte. Mas as reservas precisam estar preparadas pra todas as situações. De que adianta não colocar nunca as reservas e na hora que precisar pra valer, jogá-las lá na fogueira e pronto? Não vi nada desse drama na saída da Mari.

      • Mauricio

        concordo com o Fernando. coloca todas as meninas para jogar, fazer testes, ver o que cada uma pode render, as melhores substituições, e quem segura a onda na hora do aperto. Um ano para Londres 2012, e este é o momento de testes. Mari tem vaga garantida nessa equipe, todos sabem. Inclusive ela bateu bolas na saída, como nos velhos tempos.

        o voleibol moderno segundo ZRG é multifuncional…e digo mais, a Juciely que é baixa mas está a um passo adiante da Adenízia porque além de meio-de-rede ela pode ajudar na recepção.

        simples assim, multifunção. amém, ZRG!

      • nina

        O problema não é o zé fazer testes, mais sim o fato de que ele só faz isso com a mari, e não é de hoje! poxa se é pra dar chance para as reservas tem que ser pra todas, não só pra reserva da mari!!!

    • Rodrigo

      Mandou bem Paulo… Só tenho dúvidas se Dani Lins tem que ser a titular, o ponto forte dela é levantar com mais frequência pras centrais do que Fabíola… mas, ela treme contra as seleções mais fortes… Incrível!

  • Fernando Adilio

    Concordo!!!
    A Sheilla está muito abaixo do esperado no ataque.
    Agora se ela tem sido a melhor do Brasil, não iremos chegar nem em 3º lugar.
    Ela está errando demais os ataques.
    Mari não pode ficar levando dezenas de aces por jogo. Sem contar a defesa, ela não se joga em uma bola! A bola cai do lado dela e ela não se move, O ataque está muito bom!
    Paula só recebeu jacas, e bolas altamente marcadas. No fundo de quadra estava boa na recepção e excelente na defesa. Aliás, estava defendendo mais que Fabi.
    Thaísa desencantou e jogou muuito bem, a melhor em quadra.
    Fabizona não conseguiu deslanchar, também recebendo as bolas erradas da Pani Lins só Deus!
    Dani Lins, torço por uma contusão dela, assim sai de quadra e deixa a Pastora entrar.
    Fabizinha está mostrando que a idade já não a deixa jogar como antes.

  • emanuella

    Gente não entendo o problema de vocês com a substituição da Mari, eu to impressionada com a revolta coletiva porque a jogadora foi substituida, qual o problema, jogadores não tem lugar cativo, não acho que a Mari foi culpada de nada, como também não acho que a Garay foi a salvação da pátria, até porque o Brasil é tão superior que ganharia de qualquer jeito. Mas toda essa indignação não justifica, qual o problema de ser substituída?, talvez o Zé fez para dar um pouco de ritmo para a Garay, só isso, essa reação dos torcedores esta descabida. eu realmente estou impressionada com a reação exagerada da torcida, agora Zé é burro, perseguidor, Sheila e Paula não prestam só porque Mari foi substituída? menos gente por favor.

    quanto ao jogo, Brasil é tão superior que acho que as vezes desconcentra, o único problema realmente esta na nossa recepção, mas acho que Fabi preocupa mais que Mari e Paula, acho que ela precisa até cobrir mais que as duas, e deixar elas com menos espaço em quadra.

    Thaissa ta um mosntro, o que joga essa mulher, melhor central do Brasil, entre homens e mulheres, ela esta em plena forma.

    • Andrus

      “jogadores não tem lugar cativo” Será?

      Se as centrais tivessem saído contra a Alemanha (estavam péssimas), se Sheilla não ficasse em quadra mesmo errando várias bolas, se Paula fosse substituída também, aposto que nenhum fã da Mari estaria reclamando. Claro que tem cadeira cativa na seleção. Sheilla e Fabiana, por exemplo, não saem nem se Deus mandar. O problema não foi Mari ser substituída, o problema foi a circunstância em que isso aconteceu. Ela com 7 pontos e dois erros, enquanto Paula tinha zero pontos e um erro, e Sheilla cinco erros. Cadê o critério, a coerência?

      • emanuella

        mas precisa todo esse alvoroço, meu pai uma substituição gerou uma revolta que eu particularmente nunca tinha visto, Mari foi substiuida ao meu ver porque naquele momento errou duas recepções, não consigo ver justificativa para tanto drama, sim todas erram inclusive a Mari, Ze naquele momento acho que seria melhor tirar a Mari, não vejo razão para tanto alvoroço, para mim as centrais são as melhores do brasil no momento, então eu particularmente não tiraria nenhuma das duas.

        Eu não tenho essa adoração pela Mari, que pelo que percebi hoje tanta gente tem, acho ela excelente jogadora, mas sem fanatismo, alias por nenhuma deles tenho esse fanatismo que percebi hoje nos fãs da Mari, mas do que qualquer coisa fiquei é impressionada que uma simples substituição, num jogo com um adversário fraco gerou tanta revolta e ataques a outras jogadoras e ao Zé. imagina se o Zé a tira numa final, o mundo acaba.

  • Mauricio

    Nem vou comentar a atitude do ZRG de ter tirado a Mari. Enfim…

    Ontem, vendo a atuação da Garay, pensei na briga boa que vai ser para ter uma vaga na seleção olímpica na posição de ponteira.

    Acho que a Mari, Paula, Natália têm lugar certo. Sassá demonstrou ontem que também já reservou sua vaga, porque ela sempre entra, faz o que tem que fazer e coloca a equipe nos eixos. Mais do que atacante, ela é coringa da equipe e merece esse espaço. Agora, a Jaqueline foi quem perdeu espaço na seleção e corre sérios riscos de ficar fora da Olimpíadas. Tendo a achar que com a boa atuação da Garay, o ZRG tira a Joycinha e Tandara de vez e leva a Natalia como opção de saída e ponteira pasadora. Que xadrez!

  • Alexandre

    O que mais me deixa chateado é perceber que ao primeiro erro, o Ze Roberto sempre tira a Mari. Adoro o volei feminino mas pessoalmente me esforço para ficar acordado na madrugada para ver especialmente o jogo da Mari. Certamente toda história de perseguição injusta pela semifinal de 2004 faz com que hajam muitos torcedores da Mari que (inclusive eu) superdimensionam a revolta contra o injusto saque e a falta de isonomia om as demais que também erram.

    • Mauricio

      A palavra é multifunção.

      Não acho que o ZRG tenha tirado a Mari por incompetência ou qualquer outra coisa. Das ponteiras, ela é a única com vaga garantida no time titular. Ele sabe disso e acho que ela também sabe. Tendo a acreditar que o ZRG quer dar bagagem à todas as jogadoras para que todas elas possam ser titulares e entrarem a qualquer momento. A Garay entrou e cumpriu o que lhe foi pedido. Ela não bloqueia tão bem quanto a Mari, e é claro que um dos pontos fortes do Brasil é o bloqueio e com a Mari!

      Veja a Tandara: você realmente acha que ela cresceu tanto assim a ponto de sempre entrar para substituir a Fabizona no fundo de quadra? Mais do que a Joycinha? Ele quer movimentar a equipe, dar tempo de quadra e entrosamento.

      Pode reparar que em algumas redes, a ponteira e a oposta não mudam de posição, ou seja, ponteira fica lá na saída da rede e a Sheila, na entrada.

      Quando virmos a Fabizona e Thaisa batendo bola dos três metros, aí teremos certeza de que a equipe chegou no nível que o ZRG quer.

      Vamos torcer, esse é só o começo dessa seleção bicampeã olímpica.

  • Brenno

    Amores e amoras, vôlei fem é assim, cheio de fanatismo. Isso é normal. Os marifãs impressionam pq são muitos. E agem em bando. Parecem uma quadrilha. São uma raça em expansão. Mas Paulete, Cháque, Shéilla… todas tem seus fanáticos. Até Shari ainda tem fãs. E loucos também. Mas nesse casou dou razão aos marifãs em reclamar.

    O que vejo que causou tudo isso não foi a substituição em si, mas o fato disso ocorrer a muito tempo. Desde o GP 2006 Mari comete dois erros e sai, enquanto Sheilla, Paula, Fabiana… todas erram e nenhuma sai. Acho que essa é a grande questão. Hoje isso ficou mais evidente pq Paula tinha zero pontos, dois erros na recepção e ficou em quadra, enquanto Mari tinha sete pontos e dois erros na recepção e saiu. E podem reclamar, mas isso vai render.

    Acho um despropósito o tanto de bolas que Lins levanta para Sheilla. Hoje Paulete passou várias vezes pela rede sem receber e marcou míseros 2 pontos. Uma vergonha! rs

    Quem está surpreendendo no GP é a Itália. Estão bem com time B. Sérvia também voltando ao time dos grandes. EUA favoritíssimo junto com o Brasil. Cuba decepcionando de novo. Quem surpreende também é a Argentina. Vi seus jogos e tem boas jogadoras, apesar das derrotas. Logo logo serão a segunda força sulamericana no lugar do Peru.

  • Filipe

    De acordo com os números da FIVB:
    Sheila recebeu 33 bolas e pontuou em 13
    Thaisa recebeu 15 bolas e pontuou em 7
    PAULA recebeu 14 bolas e pontuou em 2
    Fabiana recebeu 12 bolas e pontuou em 8
    Garay recebeu 11 bolas e pontuou em 5
    Mari recebeu 8 bolas e pontuou em 5;
    Tandara recebeu 4 bolas e não pontuou

    • Samantha Houston

      Ou seja, Mari tem o melhor percentual de ataque da seleção.

  • As substituições do Zé foram boas e surtiram efeito. O primeiro fundamento que dá base à criação das jogadas é o PASSE, um time sem PASSE se desestabiliza e a MAIONESE DESANDA podendo perder para times infinitamente inferiores pois a levantadora passa a não ter como criar, e as atacantes marcadas passam a não conseguir virar com facilidade. A substituição de MARI foi acertada, Zé fez isso antes que a maionese desandasse de vez. MARI além de passar mal, não estava ajudando nem um pouco na defesa. Particularmente gostei da formação com GARAY e PAULA nas pontas, Tanto PAULA qto GARAY fizeram lindas defesas e após a substituição o passe foi ESTABILIZADO e DANI LINS passou a ter um pouco mais de tranquilidade. FABÍOLA, como sempre, entrou AGITANDO A GALERA e logo de cara surpreendeu as coreanas acionando a FABIANA pelo meio. Espero que o ZÉ mantenha a dupla PAULA e GARAY nas pontas: DEU CERTO NA COPA PAN AMERICANA e CONTRA A COREIA também. O time B da ITALIA está com tudo, parece que COSTAGRANDE está muito a fim de jogo pois está simplesmente comendo a bola: JOGA MUITO!

  • André

    Que palhaçada toda essa revolta. Um misto de fanatismo e burrice. É claro que o Zé não precisava, necessariamente, ter substituído a Mari. Em tese, o Brasil tem time pra ganhar da Coreia mesmo com a equipe reserva. E provavelmente, apesar da momentânea instabilidade do time naquele momento, mesmo com a Mari em quadra o Brasil ia vencer. Acontece que, naquela situação específica, o Zé agiu como treinador, afinal essa é a sua função: identificou o problema e, ignorando a real probabilidade de uma invariável vitória da equipe, buscou alternativas para saná-lo com as peças de seu elenco. O argumento da pontuação beira a ignorância. Primeiro porque os números devem sempre ser relativizados por mentes que pensam. A Paula, por exemplo, terminou a partida com inacreditáveis dois pontos. Mas nem por isso seria justo dizer que ela estava, verdadeiramente, mal no ataque. Além dela ter recebido pouquíssimas bolas, tendo passado várias redes em branco, nas vezes em que recebia, muitas delas eram bolas de contra-ataque sem condições quaisquer de ataque, levantamentos completamente marcados e imprecisos, fora as ocasiões em que o ataque foi executado com competência, mas que por outras variáveis não foi convertido em ponto, voltando de graça pra quadra do Brasil, por exemplo, sem, contudo, entrar para o scout final da partida. Enfim… Mesmo assim, o ponto mais importante é que, apesar da Mari ter apresentado um início muito bom no ataque, no momento em que o jogo do Brasil desandou, e o Zé, como técnico que é, teve que agir, o problema a ser consertado passava longe da eficiência ofensiva do Brasil. O diagnóstico exato do problema tinha a ver com a recepção e com as defesas no contra-ataque. Ou seja, qualquer argumento que levante a discrepância entre a pontuação da Mari e da Paula, ou a eficiência da Sheila é a mais pura ignorância. A jogadora foi substituída porque o fundo de quadra da equipe estava deficiente. Seu ataque, apesar de ótimo, naquele momento era secundário. É bem verdade que a Mari não é a única culpada pelos problemas de recepção e defesa do Brasil. Paula, apesar de estar defendendo muito bem, tem mostrado instabilidade no passe, e a nossa líbero, por enquanto, tem feito um campeonato vergonhoso. Mas, friamente, não dá pra negar que, naquela situação, se uma pessoa precisasse mudar uma peça do time para melhorar especificamente o fundo de quadra do Brasil, essa peça seria sim, queriam os fanáticos exaltados ou não, a Mari.

    • Andrus

      Fanatismo? Ignorância?

      Entenda, o que todos estão questionando é a falta de coerência. Não é a MARI especificamente. No jogo contra a Alemanha Paula estava ótima no ataque e mal no passe defesa. A mesma situação da Mari contra a Koreia. A diferença? Mari foi substituída e Paula não. ESSA é a grande questão. Uma substituição, seja em que esporte for, tem que ter uma explicação lógica, coerência. E as do Zé Roberto, ultimamente, não tem. A não ser que ele diga em uma coletiva “vão se foder! O time é meu e escalo e substituo quem eu quiser. Sem ter que explicar nada”. Aí todos diriam: “ok, se a CBV permite isso, ótimo”.

      Os fãs de vôlei, que entendem do esporte, que veem jogos em links horriveis, que conhecem as jogadoras do mundo todo, que fazem todo esforço para acordar de madrugada para acompanhar a seleção… jamais entenderão e aceitarão algo que não condiz com a lógica. Sim, pq tirar a Mari, naquele momento, com sete pontos ( e isso conta, por favor, não queira nos fazer de idiota) e dois erros enquanto Paula estava MAL na recepção (tanto que terminou com 30% de aproveitamento) e com zero pontos e não saiu não tem LÓGICA. Se o técnico quer que a jogadora pule, queira sair na foto… na hora da defesa, sem possibilidade de defender, realmente, ele nem deveria convocar a Mari. Pq ela não vai fazer isso. A Garay é perfeita para esse papel. Nesse caso, deveria ser titular, se for essa a intenção.

    • André muito bem exposto, mas achei que a substituição influenciou sim no resultado do jogo! O Zé é experiente e sabe que se não mechesse naquele momento o Brasil poderia vir a perder sim para a Coreia. Motivos:
      1. Erros de passe tiram a concentração do time, acabam com a armação das jogadas, facilitam a marcação do bloque adversário, atacantes marcadas tendem mais ao erro, as meios de rede ficam fora de jogo, o time perde confiança e motivação no jogo;
      2. A Coreia jogando em casa com a torcida motivando poderia crescer muito com as jogadas do Brasil não saindo e alvo dos SAQUES e ATAQUES COREANOS seriam a MARI que sobrecarregada propositalmente passaria acometer mais erros;
      3. Quantas vezes vimos times mais fortes perderem para times mais fracos pq o TÉCNICO NÃO SOUBE SUBSTITUIR NO MOMENTO CERTO? Existe sim um momento certo p/ substituir, pois sepassa desse moento que MAIONESE DESANDA, o time fica abatida enão se recupera mais no set e, talvez, no jogo. Exemplo recente foi a derrota da seleção juvenil para equipes inferiores de altura e de força física: INDIA e JAPÃO. Sabemos que o volei feminino é muito mais emocional que o masculino e,até por isso, não se deve esperar o time perder a cabeça para se fazerem as substituições necessárias.
      4. FERNANDA GARAY entrou MUITO MOTIVADA vibrando muito, se jogando para defender todas as bolas e melhorando bem o passe, estabilizando a equipe.
      5. Paula fez 2 pontos, mas sua importância estratégica foi fundamental: o importante não é só analisar quantos pontos uma jogadora fez, mas também quantos pontos ela EVITOU QUE O ADVERSÁRIO FIZESSE: seja no bloqueio, na defesa ou no passe. PAULA, sem vaidades, jogou para o time recuperando bolas importantes na defesa não deixando o adversário pontuar, é uma líder em quadra, raçuda, vai em todas bolas, motiva as demais jogadoras a não deixar a bola cair. Além disso no bloqueio, apesar de não ter pontuado, amorteceu bolas importantes proporcinoando rebotes que facilitaram o contra-ataque. Além disso, o saque, que na SUPERLIGA foi seu fundamento mais fraco, melhorou bastante, PAULA não errou nenhum saque na partida forçando a esmo, adotou uma estratégia diferente e está com o saque estratégico muito mais inteligente e que vem surtindo efeito.
      6. Com o passe estabilizado devido a entrada de GARAY, DANI LINS passou a usar mais as meios. THAISA e FABIANA foram muito bem no ataque, fizeram 7 e 8 pontos no ataque,respectivamente. Até por isso as ponteiras pontuaram menos, quando o PASSE MELHORA e as MEIOS tem a OPORTUNIDADE de jogar é normal que as ponteiras pontuem menos. Quando só as ponteiras estão pontuando muito é pq o PASSE não está permitindo jogadas com as meios.
      Sassá e Fabíola, quando estiveram em quadra foram muito bem, FABÍOLA ousada e vibrante já acionou FABIANA pelo meio logo de cara e Sassá sempre eficiente e tranquila.
      A LÍBERO FABI apesar de algumas dificuldades, mostrou a garra e disposição de sempre para cobrir a quadra toda e recuperar as bolas com sua agilidade espetacular.
      Tandara pouco participou do jogo para que pudesse ser feita uma melhor avaliação, mas quando foi acionada com bolas difíceis de contra-ataque pelo menos não comprometeu e deu prosseguimento à jogada.

    • Samantha Houston

      Minha nossa!!! Falou a VOZ DA VERDADE!!! Quanta incoerência e contradição!!! Burrice e ignorância são atributos de pessoas intransigentes como você, que não sabem argumentar e respeitar a opinião dos outros. Se você quer ofender, me desculpe mas seu lugar não é aqui. Aqui se preza o respeito!

      • Daniel venho PROTESTAR aqui em relação aos palavrões e termos desrespeitosos usados EM ALGUNS COMENTÁRIOS DOS LEITORES DESSE BLOG, creio que a criatividade argumentativa das pessoas seja rica o suficiente para que não se parta para textos pobres de conteúdo e ricos em MEDIOCRIDADES.

        • Daniel Bortoletto

          você não imagina o que jogo de coisa na lixeira

        • Samantha Houston

          Querido(a), a minha resposta foi para o André que de maneira intransigente classifica de fanático, burro e ignorante quem não pensa como ele. Abraços.

  • Simone Gomes

    Daniel, não é por nada não mas seu blog está bombando einh?
    Parabéns, os posts estão ótimo e apesar de nem sempre comentar, leio diariamente.
    Você merece muitas visitas pq escreve com maturidade e educação.
    Seu blog é o meu preferido!
    E tá bombandooooooooooooooooooo Demais!

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