Brasil 3 x 0 Finlândia. Gostaram da atuação da Seleção?



Uma vitória por 3 a 0 costuma ser, quase sempre, incontestável. No triunfo brasileiro sobre a Finlândia, na manhã desta sexta, o quase merece ser destacado.

A atuação da Seleção ainda não foi de encher os olhos na totalidade da partida, algo que costuma ser perigoso contra adversários mais fortes.

No primeiro set, as falhas na virada de bola, principalmente com os ponteiros, ficaram claras. Ricardinho ainda busca encontrar o tempo de bola com Murilo e Dante. O capitão do time teve uma atuação bem apagada, anotando apenas um ponto (e no bloqueio). No segundo set, foi substituído por João Paulo Bravo, que não havia sido aproveitado até agora na Liga Mundial. Já Dante cresceu no jogo, aparecendo com mais precisão nas bolas de fundo pelo meio.

Depois de sair do enrosco na parcial inicial, vencida por 25 a 21, o Brasil cresceu. O saque passou a funcionar, principalmente com os centrais Lucão e Sidão. A dupla também pareceu mais à vontade com Ricardinho. O levantador, inclusive, tornou público antes da etapa de São Bernardo de Campo que estava tendo dificuldade para achar as melhores bolas de Lucão e Sidão. Os dois, pela altura, precisam de levantamentos mais altos, bem diferente, por exemplo, do estilo mais rápido de Gustavo e André Heller, que se davam muito bem com o camisa 17.

Vale uma menção também para outra boa atuação de Wallace, jogador que até agora melhor se entende com Ricardinho. Com 14 acertos, o oposto foi o maior pontuador brasileiro.

Já o atípico 25-9 no terceiro set mostra o abismo real que existe entre as seleções. E talvez faça com que o Brasil, que ainda busca encontrar um ritmo mais constante na temporada, tenha certeza de que seu nível de jogo pode (e precisa) ser muito mais alto.



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