Brasil 0 x 3 Rússia: campeões escondem jogo. Foi uma boa?



Já classificados para a semifinal da Liga Mundial, brasileiros e russos entraram em quadra em Gdansk claramente com objetivos diferentes.

O time de Bernardinho com os reservas em quadras, com Giba fora até do banco de reservas. Marlon, Vissotto, João Paulo Bravo, Dante, Rodrigão, Sidão e Escadinha iniciaram o duelo. E até o líbero deixou a quadra para entrada de Mário Júnior.

Em nenhum momento, a Seleção demonstrou ter “sangue nos olhos” . Cumpriu tabela por obrigação, poupando-se para as semifinais, deixando claro que guardou as armas para um provável novo encontro com os russos na final.

Vejam só os números: apenas dois pontos de bloqueio em três sets. Número pífio. Apenas Vissotto teve dois dígitos na pontuação: 12 acertos.

Pelo lado russo, força máxima: Grankine, Mikhaylov, Khtei, Apalikov, Spiridonov, Muserskyi e Sokolov (líbero). E incríveis nove pontos de saque, mostrando que a força segue sendo a arma mais letal do time de Alekno. O levantador Grankine mostrou que sabe equilibrar bastante a distribuição, sendo que quatro atletas marcaram dez ou mais pontos.

No fim das contas, acho certa a estratégia brasileira de poupar os titulares, após jogos de alto grau de desgaste emocional contra Cuba e Rússia. E deu pra ver também que os russos estão fortes e precisam ser estudados com afinco.



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