Bons números das brasileiras no GP



Compartilho aqui post com o balanço das jogadoras brasileiras nas estatísticas do Grand Prix após o primeiro fim de semana.

http://blogs.lancenet.com.br/niveamendry/estatisticas-individuais-do-gp-mostram-brasileiras-em-alta/



  • Daniel_Sam

    A Camila Brait está calando a boca daqueles que a criticaram, e a Jaque, tbm está fazendo seus odiadores enfiarem o rabinho no meio das pernas e de boquinha BEM fechada.

    Essepovo nunca aprende, nem depois do renascimento de Londres como uma Fênix, …
    … Enfim, tem gente querendo saber qual o preço da vaga da Sheila né?
    R$ 2 Ouros OLÍMPICOS !!!

    E nem venham falar de 2008 que ela num foi decisiva porque foi sim , nem venham inventar nada, naquela Olimpíada todas as titulares estavam impecáveis e no seu auge, TODAS.

    • Iuri

      Arrasou na parte da Sheilla. Não entendo como alguém ainda é capaz de duvidar da capacidade dela dps de TUDO que ela já fez na seleção. Jogadora mais regular e mais craque dos últimos dois ciclos olímpicos, sem dúvida nenhuma.
      Sobre a Brait…as críticas pra ela eram válidas, uma vez q ela não estava correspondendo nas vezes em que tinha sido utilizada na seleção (Montreux principalmente) e andava meio irregular no clube. Então que bom que ela tá calando a boca de muita gente, mas ela tinha obrigação de calar.

      • Rodrigo Coimbra

        Concordo com vcs que a Sheilla é craque e foi decisiva em Londres, porém Iuri a maior de tds os tempos foi Paula Pequeno ao lado da Sheilla e da Mari nos dois ou três ciclos olimpicos…

        • Edu

          A Paula sobrou em Londres e recebeu justamente o título de MVP do campeonato feminino.Depois fez um constrangedor papelão em Londres exigindo ser titular na marra e no grito fomentando um semi motim no grupo pela insatisfação em perder a posição durante a competição.Não teve a grandeza de ceder seu lugar, não abdicando da competitividade, mas reconhecendo seu estágio inferior técnico em relação a outras jogadoras.Impossível não há reconhecer como grande jogadora, uma das melhores de uma geração, mas abomino a temperamental que ofende as colegas de mesmo time em quadra e que fechou as portas da grandes equipes no Brasil por sua conduta instável.Se virou, e formou uma equipe para que pudesse jogar.Acomodada ela não é.Ter personalidade forte é uma coisa.Quando ela é conduzida visando o bem como fazia a Isabel, melhor.Quando a personalidade forte conduz ao egocentrismo com atitudes irresponsáveis visando sabotar o grupo,é outra.

          • Rodrigo Coimbra

            Realmente a PP4 perdeu a titularidade na bola para a Fernanda Garay mas devo ressaltar que as jogadoras não são máquinas que jogam em alto nível sempre, vide Sheilla, que tem sorte de não surgir jogadoras na posição, como surgem centrais e ponteiras e pq não levantadoras. Nada apagará a história da nossa única MVP olímpica.

    • klaus

      Perfeito Daniel.Você disse tudo.E digo mais, acho que em 2016 o preço subirá pra três ouros olímpicos. Sheilla é craque , é uma joia rara que somente o Brasil pode desfrutar.Depois do que ela fez em Londres, pra mim ela não precisa fazer mais nada, mas mesmo assim eu espero ainda muito mais dessa jogadora fora de série.Quanto às criticas, é natural.Tem brasileiro que sofre com aquela famosa síndrome e não percebe que o foco é o mundial e temos que preservar a Sheilla para que ela novamente seja decisiva .

    • Alan

      Sheilla deveria assistir aos jogos do banco. Não tem feito absolutamente nada em quadra. Não é porque ganhou dois ouros olímpicos que é intocável. Deve jogar quem está melhor, está em boa fase e com certeza essa jogadora não é a Sheilla.
      Uma oposto fazer 3, 4, 5 pontos por jogo não é feio, é RIDÍCULO.
      Ai vem os fanáticos e falam que a culpa é da Dani Lins, que o ZRG quer que ela se poupe para o Mundial, que Sheilla não precisa pontuar muito pq a Garay e Thaísa estão bem no ataque, etc… O que não se explica é pq manter uma oposto em quadra se ela não consegue colocar a bola no chão, sendo que ela está ali ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE para isso? Oposto é bola de segurança, vide qualquer outra seleção. Falar que ela está ali pra dar confiança, por ser campeã olímpica tb não se justifica, já que o time titular inteiro, com exceção da Brait, foi campeão em Londres (Thaísa, Fabiana e Jaque tb em Pequim).
      Se for pra dar força pro time, que fique no banco batendo palminhas…
      Esse negócio de panela, de cadeira cativa no time titular só vai prejudicar a seleção. Quando enfrentarmos um time que exigirá de verdade do Brasil uma bola de segurança na saída de rede quero ver aparecer aquela Sheilla do tie break das oitavas de final em Londres (de longínquos dois anos atrás) que todos os fanáticos estão confiantes de que irá aparecer.
      Eu duvido.

    • Juliano

      Camila está bem. Porém não dá para deixar de dar crédito a Garay e Jaqueline também, pois facilitam a vida da Brait.

      Quando se tem Gabi e Natália, não tem como a líbero jogar de forma extraordinária, ela tem que ficar com mais espaço e só piora o rendimento. Nesta parte ainda acho Camila deficiente (e ela teve grande oportunidade de melhorar nesta parte com o Osasco). Por isto ela tem que continuar fazendo de tudo para até superar a Fabi Pequim, pois, se uma das ponteiras se machucar, será ela quem poderá salvar a seleção ao cuidar de maior espaço na recepção, para proteger Gabi ou Natália.

      Ninguém quer a saída da Sheila. Mas todos querem que ela saia da zona de conforto e que ZR comece a pensar na sucessora dela. Ela não aguentará outro ciclo pós Rio, e realmente não será a Sheila Pequim no Rio (o ápice dela, apesar de ser mais lembrada pelo jogo contra a Rússia em Londres).

      Tandara não é confiável; Monique é baixa e prejudica o bloqueio, coisa que Sheila ajuda muito. ZR tem que ter a hombridade de fazer a Natália voltar à função dela, que é a de oposto. Ela é a única jogadora da posição que pode substituir a Sheila. Ela defende, bloqueia bem, tem potência e já voltou a saltar muito. Sem preocupação com recepção, esta menina seria a arma perfeita do ZR. Não tem Tandara, Andreia ou Monique para competir neste caso. Natália seria uma Malykh brasileira, só que com mais versalidade no ataque.

      • Rodrigo Coimbra

        A única jogadora que não prova a sua convocação é a Natália, nem em um mero saque ela acerta, enfim… acho Tandara e Pri Daroit jogadoras HOJE melhores e que talvez possam ser aproveitadas na saída de rede no lugar da Sheilla. A Monique até agora é a melhor sucessora APROVEITADA até aqui, porém perde em varios aspecto na rede (bloqueio ataque…). Apesar de ainda acreditar em jogadoras renomadas como a própria Sheilla, Mari e PP4 em jogos decisivos, sei que jamais serão as mesmas de 2 3 4 anos atrás, porque se fosse por isso não iria ter para ngm, ainda mais comparando conquistas… PP4 BI campeã olimpica e MVP em Pequim, sem mais!!!!

        • Juliano

          Sobre Tandara, a oportunidade que ela teve de ser titular e ganhar espaço foi em Montreux. Sabe o que aconteceu? Como sempre, na hora mais importante, ela foi lá e se machucou. Simples, Tandara sempre se machuca quando precisa.

          Natália foi uma das melhores sacadoras em Londres (repara na estatística, isto considerando que só entrava para isto). O saque dela é muito melhor do que a Fabiana.

          Natália é colocada como ponta, quando desde a base era oposto. Esta é a realidade. Não prova a que veio porque não joga na função dela.

          Monique só se deixa ser aproveitada pelo bloqueio, e o ataque nem se compara ao da Tandara e Natália.

          PP4 foi bicampeã porque bancou para Garay. Se continuasse, o Brasil perdia. Brasil ganhou a partir do momento em que ela e Fernadinha foram ao banco. O Brasil estava HORRÍVEL com ela em quadra. Exatamente por isto não foi mais convocada. Outra coisa, é outra que se machuca toda hora, deixou o Brasília na mão no momento em que mais precisava.

          Respeito a jogadora, mas não dá mais para seleção. Isto é visível. Depois vão reclamar igual fizeram com Bernadinho que insistiu em jogadores como Giba e Ricardinho em Londres, visivelmente fora da melhor forma física e técnica. Não adianta, passado nenhum joga em quadra.

          • Fernando

            Juliano, teu discurso foi bonito, mas não convenceu.

            A Natália tem potencial sim e muito, porém, desde 2010 ela vem sendo convocada em todos os campeonatos, ela está há anos na posição de ponteira, até mais do que atuou como oposto. Ela não rende o esperado infelizmente, isso é fato.

            é só olhar as estatísticas, o único fundamento que ela faz diferença é pra sacar.

            Se ela fosse tão boa assim, o ZRG não teria que mudar todo o time do Campinas para fazer recepção no lugar da Natália (q é perseguida pelo saque de qualquer time e/ou seleção).

            Ela teve mais oportunidades que a Tandara. Se ela fosse ser aproveitada como oposta, a Monique nem precisaria ser convocada né?

            No campinas era pra a Natália ser oposta, porém ela não correspondeu como o esperado, e tiveram que improvisar com a Kristin, que além de oposta, ainda tinha que atuar na defesa. Teve casos dela substituir a Natália no passe, o inaceitável foi a Waleuska sair da rede pra fazer fundo de quadra pra Natália.

            Enfim, infelizmente a Natália não chegará até 2016. Se outras jogadoras como por exemplo Suelle, forem convocadas, tiram a vaga dela facilmente.

            Até a própria Gabi ( q ainda é uma promessa) pode tirar a vaga da Natália.

          • Rafael

            Fernando, vocÊ realmente entende muito pouco sobre questões táticas.
            Tandara foi contratada para ser oposta e não Natália (você mesmo se contradiz ao escrever que a Natália atua há muito tempo como ponteira e não como oposta).
            A mudança tática no time de Campinas se deu por 2 motivos: Tandara rende mais na entrada que na saída de rede, visto que ela melhorou muito seu desempenho após essa mudança feita pelo ZR.
            O outro motivo foi claro: a insatisfação do treinador do campinas com o passe da Kristin. Péssima ponteira, teve que ser deslocada para a saída de rede para fazer apenas uma passagem no passe e até a Tandara entrou na roda e tinha que passar em uma rotação (Até no Montreux a Kristin jogou de oposta pois Kiraly sabe da dificuldade que ela tem no passe).
            A Natália ficou sobrecarregada, pois imaginem só, se tornou a principal passadora do time já que a líbero só sabia defender.
            A Walewska jogou como passadora nas semi-finais devido a inoperância da líbero Michele, simples assim (quem saia da quadra era a líbero e não a Natália).
            Deixo bem claro que não estou defendendo a Natália, pois além da deficiência no passe, está muito inconstante no ataque e percebo claramente que sua baixa autoestima a está prejudicando muito.

          • Rodrigo Coimbra

            A Tandara não foi tão aproveitada assim no Montreux e infelizmente se lesionou, jogou bastante foi a eterna promessa Natália e Gabi e não me recordo quem era a oposto.
            Sobre a Monique, disse que ela é única bem aproveitada na posição e não decepciona quando solicitada até aqui e tem as mesmas características da Sheilla, porém baixa.
            A Paula foi bicampeã mesmo e numa das oportunidades foi MVP mas especificamente em Pequim e merecidamente convocada para Londres, onde teve jogadoras que nem saltar saltavam foram convocadas e ter PP4 do outro lado intimida, uma MVP mas qhe já não era a mesma e perdeu na bola para a Fernanda.
            Ainda acredito (caso fosse necessário) em jogadoras como Mari e Paula em jogos decisivos assim como ainda acredito na Sheilla que vive o mesmo momento de ambas…

          • Fernando

            Rafael, na época da montagem do time, lembro de ter visto entrevistas do ZRG dizendo que iria fazer testes com Tandara e Natália. Segundo ele, ambas por serem versáteis, poderiam ocupar a posição de Oposta.

            O que circulou na época foi as deficiências da Natália na saída, e ele queria desenvolver o passe dela, por isso ela ficou mais como ponteira passadora, até pqe essa seria a função dela na seleção.

            Não vi nenhuma contradição em dizer que ela atua mais como ponteira do que como oposta, falei alguma mentira? Nos últimos anos, pelos time que ela atuou, sempre foi ponteira.

            Ou segundo você ela atua como oposta?

            Eu só quis esclarecer para o Juliano, q a Natália é ponteira, pois, segundo ele, a posição dela original é oposta e mesmo sendo todos esses utilizada como ponteira, ainda não “adaptou”.

            Enfim, cada um com sua opnião.

        • Mauricio

          A jogadora certa para a posição é aquela que entra e da conta do recado, fazendo o feijão-com-arroz da posição e ganhando a confiança para assumir um papel de protagonismo, vide Garay. Em 2010 começou como sexta opção, atras de Mari, Paula, Jaque, Sassá e Regiane. Por força de contusão das demais acabou tendo a possibilidade de jogar, entrou, passou bem, bloqueou e quando solicitada, atacou com confiança. Acabou tendo papel decisivo em Londres e continua como referencia na seleção Brasileira. Assim se conquista espaço, se provando merecedora da posição a cada jogo.
          Isso vale também para veteranas, Mari e Paula são exemplos disso…atletas que vinham mal nos clubes e seleção e que o Zé Roberto insistia na convocação. E o que aconteceu, um corte que rompeu relações entre Mari e Zé. Paula vendo o Brasil campeão do banco e no final, mesmo com a medalha provando que ela precisava sair, expondo sua insatisfação em ficar fora da quadra.
          Ao meu ver, esse é o caminho da Sheila…posso e espero estar enganado, mas a cada jogo fica mais evidente que ela não está merecendo sua titularidade.
          Quanto as possíveis selecionáveis, se seguirem o caminho da Garay podem conquistar seu espaço, e isso serve muito para a Tandara que infelizmente não é humilde o suficiente para conquistar seu espaço degrau por degrau.

          • Rodrigo Coimbra

            Não deixa de ser verdade, uma vez que o tempo passa e é necessário uma renovação, Garay é um exemplo mas nunca será uma lendária assim como Paula Pequeno foi, assim como Mari e Ana Moser, a última não tive o prazer de ver jogar… mesmo caminho segui a Sheilla.

          • Mauricio

            Ninguém elege uma lenda, a lenda se constrói. Portanto todas as atletas que estão na ativa podem ter atuações épicas que as coloque nesta categoria, inclusive a Garay, ela não parou de jogar ainda, não é?

          • Rodrigo Coimbra

            Vc tem toda razão, Mauricio! Ngm elegeu a Paula Pequeno como lenda, ela construiu, e não fez apenas um jogo memorável e sim vários, melhor dizendo, sobrou no maior evento esportivo, de quebra bloqueando a Gamova no simples, enfim, não é em tds as esquinas que temos uma MVP olímpica eleita por próprios meritos. Que nesta Olimpíada do RJ ganhemos o ouro e de quebra mais uma MVP!!!! Afinal lenda se constrói, vide PP4, a maior.

    • Roberto

      Abaixe a crista, porque ninguém esta botando preço, está se questionando as atuações pífias dela no GP até o momento. Ela não é e nem nunca foi a principal jogadora da seleção para você tratá-la como intocável.

      • Daniel_Sam

        Quem está baixando a crista, são os que falam demais e sem entender algo relevante, sabe aqueles que só sabem criticar?

        E é melhor baixar a crista do que ter que CALAR A BOCA e ENFIAR O RABO NO MEIO DAS PERNAS, vendo as atuações daquelas que defendem a nossa Pátria com o maior amor, garra e dedicação já faz anos.

        • Roberto

          CALAR A BOCA e ENFIAR O RABO NO MEIO DAS PERNAS, agora em pauta: A pátria de chuteiras, que argumentação ridícula. Criticar por criticar, se jogar bem, serei o primeiro a elogiá-la, só questiono essa proteção dada a ela em relação as demais.

    • Roberto

      … Enfim, a Gamova não tem nenhuma medalha de Ouro Olímpica, e aí, qual o preço que tu dá pra ela?
      R$ O maior salário do Mundo !!!

      • Juliano

        Também não dá para menosprezar. MVP em todos os campeonatos que participou este ano. Gamova voltou a sua melhor forma. Aliás, melhor que antes, pois agora está mais técnica, não mais dependendo da potência, como antigamente.

        Ela está voando e pode fazer a diferença.

        Não dá para ficar contando muita vantagem por Londres. Qualquer um dos times que passasse das quartas iria ganhar o outro. Era a final. Rússia também teve a oportunidade de ganhar. É do jogo, às vezes a sorte também bate para o lado adversário, tanto que elas nos derrotaram duas vezes (também por 3 a 2) em finais de mundiais.

        Não estamos com toda esta bola também. Tem que respeitar porque a jogadora faz diferença sim, assim como uma Sheila inspirada.

        • Roberto

          Juliano, é exatamente isso que eu estou tratando, não dá pra relativizar a presença cativa da Sheilla na seleção, neste momento péssimo dela, somente pelos dois Ouros Olímpicos. Espero e vou torcer para que ela melhore, mas muito mesmo, porque se continuar assim, que fique no banco batendo palminhas como o amigo Alan aí falou. O exemplo da Gamova foi só pra contrastar com o rapaz fã da Sheilla.

  • Leo

    Concordo com o Daniel_Sam!
    Tem gente que acha que muitos atletas são máquinas, que vão estar a todo vapor sempre. Bando de mente pequena. Sheilla não está bem? Não, não está! Mas nem por isso merece ser tão crucificada. Antes da Jaque arrasar nessa fase do Grand Prix era só queimação em cima da atleta, agora é uma deusa! Povo idiota!
    Sheilla foi simplesmente a maior pontuadora da final em Pequim, jogou muita bola no mundial de 2010 e deu um tchau lindíssimo pra Russia em Londres! Só isso!

    • Moura Br

      A questão não é crucificar a jogadora, mas sim perceber que se trata de uma jogadora de 31 anos e que vem ao longo dos anos perdendo rendimento na seleção. O Zé Roberto precisa de um plano “B”para o caso de a má fase durar. Testar Tandara ou Natália na posição, re-convocar a Joycinha que está mais experiente, buscar na base alguma promessa que possa ser preparada para assumir a função no futuro, enfim procurar alternativas. Acho que pela falta de movimentação do treinador os torcedores acabam jogando um peso maior sobre a atleta do que ela realmente merece, afinal quem a convoca ou mantem em quadra mesmo sem render é ele.

      • Edu

        Volto a repetir, Sheilla pode até calar a boca dos críticos mais afoitos aos doze pontos que ela cometeu na rodada inteira de Grand Prix na semana passada.No entanto, e acompanhando a performance das temporadas de 2013/14 hoje ela tem lugar garantido por merecimento na rotação titular da seleção brasileira.Em 2016, é uma profunda dúvida pois ao que parece,e até compreensível de forma natural, começa a experimentar seu declínio como atleta de ponta e profissional de vólei há quase quinze anos.

  • Aline

    JÁ QUE O ASSUNTO É “BONS NÚMEROS”, ALGUÉM SABIA DESSA CURIOSIDADE???
    Alguém sabia que o BRASIL é o país com maior NÚMERO DE MVP’S OLÍMPICOS NO VÔLEI DE QUADRA?
    São 3 no total:
    1.Giba MVP em Atenas2004
    2.Paula MVP em Pequim2008
    3.Murilo MVP em Londres2012

    Em seguida com 2 MVP’S temos:
    ARGENTINA:1.Raúl Quiroga MVP em LosAngeles1984
    2.Marcos Milinkovic MVP em Sidney2000

    JAPÃO:1.Shigeru Aoyama MVP no masculino e 2.Motoko Obayashi MVP no feminino, ambos em Barcelona1992

    CHINA:1.Lang Ping MVP em LosAngeles1984
    2.Feng Kun MVP em Atenas2004

    EUA:1.Karch Kiraly MVP em Seoul1988
    2.Clayton Stanley MVP em Pequim2008

    Com UM MVP temos:
    PERU:1.Cecilia Tait MVP em Seoul1988

    BULGÁRIA:1.Lyubomir Ganev em Atlanta1996

    HOLANDA:1.Cintha Boersma em Atlanta1996

    CROÁCIA:1.Barbara Jelić em Sidney2000

    COREIA:1.Kim Yeon-Koung em Londres2012

    Ou seja, somente a partir dos Jogos Olímpicos de Los Angeles-1984 foram escolhidos os MVP’S e este são na sequência:
    MASCULINO:
    1984 – Argentina Raúl Quiroga
    1988 – United States Karch Kiraly
    1992 – Japan Shigeru Aoyama
    1996 – Bulgaria Lyubomir Ganev
    2000 – Argentina Marcos Milinkovic
    2004 – Brazil Gilberto Godoy Filho
    2008 – United States Clayton Stanley
    2012 – Brazil Murilo Endres
    FEMININO:
    1984 – China Lang Ping
    1988 – Peru Cecilia Tait
    1992 – Japan Motoko Obayashi
    1996 – Netherlands Cintha Boersma
    2000 – Croatia Barbara Jelić
    2004 – China Feng Kun
    2008 – Brazil Paula Pequeno
    2012 – South Korea Kim Yeon-Koung

    • Iuri

      Esse MVP da Kim foi uma palhaçada! Concordo q é craque, mas o MVP tinha q ter ido pra Dani Lins.

  • Euripedes Junior

    Aline , esse Quiroga é parente do Quiroga que joga no Brasil ?

    • Pedro

      Sobrinho, o pai dele também foi jogador, mas sem tanto sucesso.

    • Aline

      Sim Eurípedes, o MVP das Olimpíadas de 1984,RAÚL QUIROGA, que foi BRONZE no MUNDIAL de 1982 e BRONZE nas OLIMPÍADAS de SEUL1988, é TIO do atual ponteiro-passador da seleção Argentina “Rodrigo Quiroga”, que já defendeu o VIVOMINAS e o MODAMARINGÁ.

  • andré L.

    discordo quando dizem que q sheilla tá em decadência. um ponto é que todas as jogadoras têm direito à má fase. menos a dani lins… é a única que joga de titular até nos campeonatos no quintal do ZRG e se cai de rendimento é pq ‘voltou a dar pane’. agora vai falar isso da jaque, thaisa, etc…

    outro ponto é que a sheilla é talvez a jogadora mais regular dos últimos dois ciclos. mas taxar ela de decisiva é muito equivocado. decisiva mesmo ela só foi contra a Rússia em 2012 e mesmo assim contou com a Thaisa, a Dani e a Jaque salvando match points (msm assim, ela teve muuuito mérito) . mas nas finais dos mundial de 2006 e 2010, pontuou horrores mas errou feio na hora do aperto. o mesmo aconteceu na ultima SL pelo Osasco.

  • João Paulo

    É sim, Eurípedes. O Rodrigo Quiroga é sobrinho do Raúl Quiroga.

  • Edu

    Os números são proveitosos e o Kirally nas suas pedidas de tempo cede alguns segundos ao coordenador das estatísticas para que ele anuncie o rendimento das jogadoras que estão em quadras.Existem alguns critérios questionáveis como o citado pela transmissão do Marcos Freitas “se existe um saque e a bola ao quase tocar no chão resvala no pé de uma jogadora se torna defesa mal sucedida.Não um saque bem sucedido”.

    • Fernando

      A Sheilla é uma jogadora muito tática e habilidosa. Mas discordo que ela seja a melhor da seleção, e a salvadora da Pátria.

      O jogo da vida dela foi o de Londres/2012 contra Rússia.

      Nas olimpíadas 2004, mundial 2006, olímpiadas 2008, quem era a salvação da seleção era PP4 e Mari, que juntas faziam quase 70% dos pontos da seleção.

      Nesse meio tempo entrou a Fabizona e Thaisa, que desafogaram e começaram a pontuar muito.

      Principalmente por causa das centrais atípicas que temos, é que nos tornamos essa potência mundial.

      Acho que o pessoal começou a perder memória e deixou de assistir os jogos de 2002 até agora.

      A Sheilla é uma excelente jogadora, mas não lembro dela ser a jogadora decisiva da seleção.
      Desde quando? Citem datas e jogos por favor ok? Falar de boca todo mundo fala.

      • Daniel_Sam

        Vc está inventando fatos.

        Em 2004, Mari era o grande nome da nova geração, mas a PP4 não;
        Em 2005, Jaque despontava como grande destaque da renovação, e Mari ficava naquele impasse de ir pra Ponta e voltar pra saída(SIM, ela começou a ser testada na entrada de rede desde aquela época) mas quem jogava mesmo ao lado da Jaque normalmente era a Sassá;
        Em 2006, Mari e PP4 quase nem jogaram pela seleção;
        Em 2007, Mari no mesmo impasse de ponta-ou-saída, enquanto Paula já tava firme e confirmando em quadra com muita garra a sua titularidade;
        Em 2008, Estavam perfeitas, assim como Sheila e somente neste ano se aplica o que vc falou, a Sheila já era bola de segurança assim como as duas ponteiras .
        A partir de 2009 , Mari e Paula nunca mais foram as mesmas, enquanto Sheila continuou com seu poder e começou a perdê-lo em 2011, em 2012 teve aquele jogo, e depois vem oscilando.

        Tá aí esta é verdade, seu “esquecidinho”

        • Rodrigo Coimbra

          Desculpe Daniel Sam, não tive a honra de acompanhar os jogos olímpicos de 2004, mas devido a uns vasculhos na internet vi que mts falavam que se a Paula Pequeno tivesse em quadra na tenebrosa semifinal contra a Rússia, o Brasil teria sorte melhor na hora de fechar o set, não estou aqui falando que a PP4 poderia mudar o acontecimento, apenas alertando vc que a Paula já era uma das promessas da geração, não a maior mas era uma das “joias”, veio se tornar a nossa maior estrela a partir de 2006/2007. A Paula e a Mari só perderam a titularidade por conta de uma necessidade de bom passe para as “torres gêmeas” jogar no ataque, a Jaqueline, e devido ao surgimento de novos talentos na ponta (como Garay, Daroit, Gabi, Natalia e a própria Tandara, as duas últimas deslocadas para a entrada, sem descartar Mari PB, Ellen e Suelle) e infelizmente o tempo passa para todos! Enquanto na posição de oposto não aparecem grandes talentos, exceto a Natália que depois da lesão nunca mais foi a mesma e a nova Mari, Tandara deslocada para a entrada de rede! A nossa maior dupla de ponteiras da história foi Paula e Mari, nos jogos que eu vi era bola pra elas sem ajuda das centrais, que hoje faz toda a diferença na seleção, talvez as principais jogadoras da seleção… Fabiana e Thaisa.

          • Daniel_Sam

            Vc está errado ao me interpretar.
            A Paula realmente era vista como promessa em 2004, mas não participou daquele ciclo, Mari já era vista como realidade e talento comprovado(Os críticos falaram tudo quanto é coisa), eu acompanho o vôlei desde 1996.
            Em 2006 a Paula tava voltando da gravidez e não tava bem, somente em 2007 começou a despontar como jogadora realmente importante para a seleção. Neste mesmo ano a Mari era banco(nunca entendi se ela era banco na saída pra Sheila ou na entrada, ela era do tipo coringa, mas era banco) inclusive no Grand Prix deste ano e no PAN Rio 2007, e no final do ano na Copa do Mundo de Volei , foi cortada.
            Em 2008 , daí sim vcs acertaram, a melhor dupla de ponteiras que já houve(Abaixo somente das Lendárias Miréia Luis e Ana Moser)
            Logo no ano seguinte, nenhuma das duas manteve o nível e não foram mais a mesma jogadora de outrora.

          • Rodrigo Coimbra

            Mas que a Paula Pequeno foi um dos maiores símbolos, talvez a maior da história da seleção brasileira mais vitoriosa com a conquista até então inédita do ouro olímpico… talvez devo ter me expressado mal, a maior dupla de ponteiras atuando juntas por uma seleção, PP4 e Mari.

      • Iuri

        Você tá ficando louco dizendo que a Sheilla nunca decidiu nada na seleção! Provavelmente vc acompanha vôlei há um ano no máximo. Assista às quartas de Londres (2012) q vc vai ver o que é uma jogadora decisiva. Só pode ser brincadeira ter que ler que a Sheilla não é jogadora de decisão. Brincadeira de mau gosto.
        Além disso e de outros jogos importantes, teve a final do mundial de 2010 que a Sheilla estava sobrando em quadra. Aliás, ela foi ROUBADA descaradamente no tie break, no ponto que seria 8×7 pro Brasil (posso estar enganado sobre a precisão do placar). Logo dps, o time do Brasil se descontrolou no set.

        • Rodrigo Coimbra

          Realmente a Sheilla foi decisiva em alguns jogos, mas nunca, nunca foi a bola de segurança… posso está enganado e falando asneiras mas considerando a era vitoriosa da seleção: 2007/2009 bola de segurança PP4 e Mari, 2010/2011 Natália e Fabiana 2012/20014 Garay, Fabiana e Thaisa. Não estou aqui dizendo que a Sheilla não é decisiva, longe disso pois já fez PARTIDAS memoráveis (semi Londres 2012), quero dizer que ela nunca foi a principal definidora da seleção mas que sempre foi importante por ser uma oposta “moderna”!

  • rogério

    essas estatísticas é uma palhaçada eu assisti os três jogos do brasil e não acho que thaisa foi melhor nos bloqueios que fabiana…não só acho que ela foi melhor como é mais completa bloqueando tocando nas bolas assim gerando contra ataques…

  • Pedro

    Olá não se pode comparar Natália com Jaqueline, uma é potência e velocidade outra defende bem e tem o passe um pouco mais ajustado mais o ataque hummm tem que melhorar muito, mais isso não vai mais acontecer.

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