Boa estreia do Brasil no Japão



Levante a mão quem está com sono aí!!!

Começou a Copa dos Campeões no Japão, o terror para quem precisa acordar cedo no dia seguinte no Brasil!

A Seleção estreou com o pé direito nesta madrugada, fazendo 3 a 0 nos Estados Unidos. Engana-se quem pensa que a vitória sem perder sets foi fácil.  As duas primeiras parciais terminaram em 26 a 24. A terceira, mais tranquila, foi 25-20.

Para quem não viu o jogo, Zé Roberto escalou o time com Fabíola, Sheilla, Natalia, Fernanda Garay, Fabiana, Adenízia e Fabi.  Pelas baixas sofridas antes da competição (Dani Lins, Thaisa, Gabi…), uma escalação bem coerente.

E foram as ponteiras que lideraram o time no ataque: Natalia e Garay fizeram 12 pontos cada no fundamento, terminando com 13 no geral. Por ter recebido bem menos bolas, Garay foi a melhor. Para uma estreia, ainda mais contra um rival direto pelo título, gostei da atuação brasileira. Apesar da instabilidade no passe em alguns momentos, o desempenho geral foi bom, incluindo aí a atuação regular de Fabíola.  O bloqueio fez o dobro de pontos do que o rival (10 a 5), errou menos (20 a 24) e ainda fez dois pontos de saque, enquanto as americanas passaram em branco. Faltou mais capricho nos contra-ataques, fator que precisa ser corrigido contra rivais com ataque mais pesado.

Vale citar também que este time dos EUA está repleto de caras novas e talvez evolua bastante neste ciclo olímpico.  Nesta madrugada, por volta da 1h, a Seleção voltará à quadra para enfrentar a Tailândia. Um jogo completamente diferente, mas que não assusta. Na preliminar, as asiáticas tomaram 3 a 0 da República Dominicana.



  • @fun_volei

    Faltou falar da entrada determinante da Monique e da Cláudia no terceiro set.
    Não gostei da distribuição da Fabíola, teve uma jogada que, com o passe na mão, forçou 4 vezes a bola com a Natália, parece que as vezes some “ousadia que lhe é peculiar”. De resto achei o time bem normal, n comprometeram, nem jogaram o que podem, o que acho que já é suficiente pra ganhar esse torneio.

  • Aline

    Concordo q faltou citar a bela atuacao de Monique e Claudinha, responsaveis diretas por virar um placar desfavoravel de 5×10 no ultimo set.
    Michele,como sempre,entrando muito bem e correspondendo.

  • romano

    foi um bom jogo, valeu ficar acordado e ver a Natália como titular, jogando bem, foi muito bem no passe e no ataque distribuiu pancadas, e se virou bem nas bolas ruins que recebia. Garay está voando no ataque e a Adenizia fez uma bela partida no bloqueio.

    O que chamou a atenção foram os péssimos levantamentos da Fabíola, principalmente para as centrais, a Fabiana não conseguia atacar bem por conta desses aviões, e vários levantamentos horrorosos pras ponteiras, fora da rede ou de sincronia. Sheyla esteve muito apagada, sem potência e vibração nos ataques. Elá é espetacular, mas parece que sempre está desligada, ou aquecendo, e às vezes liga, bate uma bolão de fundo, mas na rede vai de largadinha ou sempre dá defesa…

    gostei muito da entrada da Claudinha na inversão, ela foi na fogueira e salvou o set, também as irmãs Pavão foram muito bem, sacaram muito.

    Legal que a Rússia já levou um toco do Japão, esse é nosso adversário mais esperado.

  • Cadu

    Zé Roberto mais uma vez mostrou que sabe o que faz, as questionadas Claudinha, Monique e Michelle entraram muito bem e contribuiram para a vitória em sets diretos, já o técnico americano até agora tem me decepcionado, ele passa pouquissimas instruções durante os jogos, o Brasil derrubando várias bolas em sequência e tudo que ele sabe falar é para as jogadoras respirarem fundo? Poxa, a não ser que ele esteja falando em código, me parece mais um motivador do que um técnico, ele tem um grande respeito das jogadoras pelo que presenta para o vôlei, mas acho que o time está rendendo pouco com ele, não entendo deixar a Fawcett no banco, ela pode ser inferior a Murphy, mas pelo menos está com mais ritmo de jogo que a primeira que não assinou ainda com nenhum clube e está “parada”.

  • Acho que faltou falar o mais importante que no 3° set o Brasil conseguiu reverter uma desvantagem MUITO IMPORTANTE com a entrada de Claudinha e Monique ou seja não só mantiveram a qualidade do jogo como REVERTERAM em favor do Brasil.Existe vida pós sheilla e cia ,devemos dar os créditos a quem de direito merece e faltou isso no post!

  • Olá,
    Do jogo de hoje tiro que foi boa a volta da Natália, ela não está comprometendo no passe e fez um bom jogo, alguns ataques mostraram a atacante diferenciada que ela é. As ponteiras do Brasil estão muito bem. Garay na minha opinião foi a melhor do jogo, e merecia o título de melhor do jogo.

    Sou muito fã da Sheilla, mas ela não mereceu o Título de melhor da partida, alias, achei ela muito fraca, vide que ela é uma oposta, e é difícil ea colocar a boa no chão, e esse fato é mais grave ao você levar em consideração que ela tem o auxílio de duas ponteiras com tendências ofensivas.

    O Zé parece que quer realmente investir na Tandara na ponta, ela até que recepcionou bem, não sei o motivo, ficou devendo no ataque, e perdeu uma boa oportunidade.

    as irmãos pavão são boas para compor qualquer equipe, sabem agregar valor ao grupo.

    A expectativa fica pra como a Mari vai voltar, hoje seria uma boa opção ter ela na posição de oposta junto com a Sheilla e Garay, Jaque,Natália e Gabi nas pontas

    Grande time, não concordo com o Zé dele ter levado centrais com uma grande experiência para a equipe, ele devia ter levado novatas.

    Acho que a gente sempre coloca a Rússia nas alturas, a seleção do Japão vem jogando muito bem, e esse resultado, não é surpresa, surpresa é como elas deixaram escapar o título continental.

  • Taline

    O Brasil é largamente o favorito ao título, pois ainda, apesar das baixas, levou boa parte das jogadoras com maior experiência e que foram campeãs ou bicampeãs olímpicas.

    Porém, já concluída a segunda rodada, vale ressaltar que tanto as seleções de EUA e Rússia, com 90% praticamente formadas por novas jogadoras, contando apenas com Larson para os EUA e Sokolova para a Rússia como mais experientes, ainda evoluirão significativamente nesse ciclo olímpico e, com certeza, chegaram fortíssimas no Mundial do ano que vem e nas olimpíadas. Imaginem então quando Hooker, Logan, Hodge, Akinrandewo e Kosheleva, Goncharova e talvez Gamova voltarem a compor as suas seleções…

    Pensando nisso, não entendo porque o Zé Roberto não aproveita essas competições não tão importantes no cenário internacional para experimentar outras jogadoras que já demonstram potencial?? Ao meu ver, não haveria a menor necessidade de jogadoras como Sheilla, Fabiana ou mesmo a Fabi jogarem na seleção neste ano. Há atletas que poderiam muito bem ser testadas.

    É preferível abrir mão de alguns títulos e preparar o terreno para depois do que chegar na hora H e sucumbir, pois será que nos próximos anos, Sheilla, Fabiana, Fabi, Fabiola, Walewska, Dani Lins apresentarão o mesmo nível técnico e preparo físico dos últimos anos??

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