Block, saque, Natália. Como o Brasil bateu a Sérvia



O reencontro com a Sérvia após o 3 a 0 sofrido em Ankara (TUR), na semana passada, não poderia ter sido melhor para a Seleção Brasileira. Em Sendai, no Japão, nesta madrugada, troco com juros e correção monetária: 3 a 0 (26-24, 25-17 e 25-22).

Foi a terceira vitória em quatro jogos do Brasil neste Grand Prix. A Tailândia será o próximo adversário, nesta madrugada, às 5h10.

Natália, tema do post anterior (http://blogs.lance.com.br/volei/selecao-precisa-de-natalia/), foi a maior pontuadora da partida, com 16 acertos. O aproveitamento no ataque foi de 66,6% (16 bolas no chão em 24 tentativas). A capitã fez com sobras sua melhor atuação nesta edição do torneio.

– Foi uma partida muito importante para nosso grupo. Ficamos chateadas depois da derrota por 3 sets a 0 na semana passada para a Sérvia e queríamos muito ter uma atuação melhor como a de hoje. Mostramos o potencial desse time. Jogamos como um grupo e isso foi determinante para o resultado final – analisou a ponta.

Em relação ao time que vinha sendo utilizado, José Roberto Guimarães trocou Carol por Adenízia, Rosamaria por Drussyla e Suelen por Gabi. E o time ganhou no bloqueio com a central e segurança no passe com a ponta. O block teve uma performance acima da média, com 14 pontos marcados, sete deles de Adenízia. O passe e a defesa também foram elogiados por Zé Roberto. Outro fundamento com desempenho elogiável foi o saque, com seis pontos diretos, e muitas vezes quebrando a linha de passe sérvio. Tandara, com dez pontos, veio a seguir.

Vale registrar que Zoran Terzic também mexeu no time-base em relação ao jogo passado, deixando no banco, por exemplo, Malesevic e Antonijevic. Bjelica, com 15 pontos, liderou a equipe europeia nos acertos.

– O mais importante dessa partida foi o comportamento e a atitude da nossa equipe. Diferente da partida passada quando fizemos poucos pontos de bloqueio, hoje alcançamos 15 pontos desse fundamento. A defesa e o passe foram mais efetivos e consequentemente nosso ataque melhorou. A vontade de acertar e de querer fazer um bom jogo foi determinante – analisou Zé Roberto.

 



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