Berruto explica quatro cortes na Azzurra



O amigo Luca Muzzioli, do Volleyball.it, conversou com Mauro Berruto, técnico da Itália, sobre os cortes de Zaytsev, Travica, Sabbi e Randazzo dois dias antes das finais da Liga Mundial (http://blogs.lancenet.com.br/volei/2015/07/13/crise-na-italia-zaytsev-travica-e-mais-dois-cortados-por-excessos-no-rio/).

Com ajuda de outro amigo, o poliglota Igor Siqueira, seguem trechos do papo do treinador com o editor do site italiano.

O técnico da Azzura (Divulgação)

O técnico da Azzura (Divulgação)

Sobre o horário de retorno deles ao hotel
Não vamos entrar na parte mórbida do fato. Foi um episódio deliberado. Havia indicações precisas minhas e do staff, recebidas por todos e não por quatro. Uma indicação precisa e uma vontade deliberada de desrespeitá-la.

A presença de Travica, o capitão
Isso eu tenho profundamente grave. Lamento que em meio aos quatro jogadores estava o capitão da equipe, a pessoa que para mim tem um valor dobrado.

A decisão
Mandar para casa quatro jogadores, entre eles o capitão e dois com chance de jogar (Sabbi e Zaytsev), a 48 horas das finais, foi uma decisão acordada com toda a federação porque é um sinal de coerência com a famosa disponibilidade incondicional solicitada, que eu coloco ao centro, como fundamento de todo esse sistema. Não tomei essa decisão em termos científicos. Fiz isso porque era o momento. Foi uma decisão complicada.

O sentimento
Me fez mal. Tive um pouco de dor. É uma ocasião perdida.

 



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