Bernardinho vê homenagem a ex-comandados na escolha de Escadinha



O técnico Bernardinho vê a presença do líbero Escadinha na disputa para ser porta-bandeira do Brasil, na abertura dos Jogos Olímpicos, no próximo dia 5 de agosto, como uma homenagem também para outras gerações do vôlei nacional.

– É uma homenagem não apenas a um jogador, mas a uma geração. Acho que, se ele estiver lá, vai representando a várias gerações por ser um atleta do voleibol em uma situação tão importante, no Brasil, onde a visibilidade vai ser muito maior. O Sérgio, de uma certa forma, será o representante der um grande número de jogadores, principalmente de um grupo que na última década fez tantas coisas.

Técnico busca segundo ouro olímpico no Rio (Divulgação)

Técnico busca segundo ouro olímpico no Rio (Divulgação)

Bernardinho citou alguns jogadores das últimas seis Olimpíadas para exemplificar sua posição:

– Nesse caso, o Serginho vai ali como um Gustavo, Dante, Giovane, Maurício, André Nascimento, André Heller, e tantos outros. Às vezes a história passa muito rápido e as pessoas esquecem, mas acho que o Sérgio representa muito bem esse grupo bastante numeroso de atletas que fizeram o voleibol ser o que é hoje.

Escadinha disputa com Robert Scheidt e Yane Marques a indicação para carregar a bandeira. O anúncio será feito no domingo, durante o Fantástico, programa da TV Globo.



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