Bernardinho só tem uma dúvida para a Copa do Mundo



A Seleção Brasileira masculina está quase definida para a Copa do Mundo.

Bernardinho reduziu o grupo e conta agora com 15 jogadores para a competição no Japão.

Em Saquarema, treinam os levantadores Bruninho e Marlon; os opostos Théo e Wallace Souza (do Sada/Cruzeiro); os pontas Murilo, Dante, Giba e Thiago Alves; os centrais Lucão, Sidão, Gustavo e Rodrigão, além do líbero Escadinha.

Outros dois jogadores irão se encontrar com o grupo na França, local da aclimatação antes do desembarque no Oriente: o ponta João Paulo Bravo e o oposto Leandro Vissotto.

Destes 15, um ficará fora da lista final que será enviada para a FIVB.

As novidades são o retorno de Vissotto, que vive boa fase no Cuneo (veja post de hoje – http://wp.me/p1b2tr-EQ), a ausência do segundo líbero (Mário Júnior, campeão no Pan de Guadalajara) e a saída de Wallace Martins, oposto que disputou as últimas competições do ano, incluindo o Pan, para inclusão de Wallace Souza.

Vissotto passou por uma fase de altos e baixos na Seleção, desde o Mundial. Estava na Itália em 2010 e acompanhei de perto o gigante naquela conquista. Foi mal nas fase iniciais e cresceu de produção na reta final, sendo decisivo em momentos importantes. Em 2011, a instabilidade aumentou e ele ficou fora de algumas convocações. Na Itália, como escrevi no outro post, voltou a jogar bem.

Wallace Souza é o concorrente de Vissotto. Fez um Pan acima da média, sendo decisivo em vários jogos e ganhou a confiança de Bernardinho. Eu, inclusive, não acreditava em sua titularidade, já que o xará Wallace Martins vinha de uma sequência de convocações e jogou pela Liga, Copa América, mas acabou preterido, ficou na reserva e está fora da Copa. O oposto cruzeirense é novo, tem muita explosão e é quase desconhecido dos rivais, o que não deixa de ser um trunfo.

Como Théo ganhou a confiança de Bernardinho, acredito que a última vaga no grupo para a Copa ficará mesmo entre Vissotto e Wallace Souza.

Por fim, a ausência de Mário Júnior surpreende, já que nesta competição, com 14 inscritos, levar dois líberos é quase uma unanimidade entre as seleções. Se houver algo com Escadinha (já bati na madeira três vezes), Bernardinho vai improvisar um dos pontas na função. Não deixa de ser uma opção interessante, aumentando, por exemplo, um lugar entre os meios de rede, já que o nível do quarteto escolhido é muito parecido.

O que vocês fariam se fossem Bernardinho por um dia?



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